PL também veda o patrocínio de bets
Davi Alencar
CNN
Um projeto de lei apresentado na última quarta-feira (8) pelo deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-RS) propõe que apenas jogadores de futebol brasileiros que atuem no Brasil possam ser convocados para competir pela Seleção.
Segundo o PL 3.582 de 2026, todos os integrantes da comissão técnica – bem como o técnico principal da Seleção – também deverão atuar por clubes brasileiros em seus registros profissionais para estarem aptos a participar de competições internacionais, salvo amistosos e jogos promocionais, mediante acerto com o órgão que realiza o evento.
FUTEBOL NACIONAL – Para o autor do texto, o objetivo da proposta é fortalecer o desenvolvimento do futebol nacional, motivado pelo fracasso do time convocado para a Copa do Mundo da Fifa de 2026.
O Brasil foi eliminado da competição pela Noruega no último domingo (5) pelo placar de 2×1. O time do técnico Carlo Ancelotti – nascido na Itália e o primeiro estrangeiro a comandar a Seleção brasileira – tinha apenas 7 dos 26 convocados atuantes no país e conseguiu o pior desempenho do Brasil em uma Copa do Mundo desde1990, quando fomos eliminados nas oitavas de final.
A determinação do projeto também abrange as categorias de base da Seleção Brasileira e o futebol feminino: “Precisamos de um futebol feito por jogadores brasileiros que joguem em equipe brasileira, com técnico brasileiro”, disse Hauly em plenário.
PROIBIÇÃO DE BETS – O projeto de lei também aborda a proibição de entidades nacionais, regionais e locais de realizar propaganda de casas de apostas nos produtos, times e competições organizadas em território nacional.
Em janeiro deste ano, com o início do Campeonato Brasileiro de 2026, 12 dos 20 times da Série A tinham contratos firmados com casas de apostas. Os naming rights do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil — principais competições nacionais — também têm participação das chamadas bets.
Hoje, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) não é proibida expressamente de ter relação com bets, mas está submetida ao RGC (Regulamento Geral de Competições), que condiciona a exibição de publicidade de operadoras de apostas – inclusive nos uniformes – ao cumprimento da Lei nº 14.790/2023 (Lei das Apostas) e das regras da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. Apenas bets licenciadas podem ter tal vínculo.
PATROCÍNIO – O projeto, no entanto, não se debruça sobre o patrocínio de casas de apostas a atletas da Seleção, por se tratarem de acordos pessoais dos jogadores. Ainda há espaço para que emendas ao texto original possam incluir esse segmento à lei, se aprovada.
Apresentada na quarta-feira, a medida aguarda despacho da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados e ainda pode passar por comissões temáticas. Caso o texto seja aprovado pelo plenário, ele então segue para análise do Senado Federal e, depois, sanção presidencial.
Explicando o puteiro geral!
https://www.instagram.com/reel/DagHtnExOdI/
A solução Bukele é insuficiente pro Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/internacional-56969230
Não há solução no âmbito do lulobolsonarismo.
Precisaremos de uma – que virá – hecatombe política pra nos livramos desta praga.
O assassinato da Lava Jato foi o assassinato de tudo que poderia que poderia acender uma réstia de luz vermelha no fim do túnel do lupanário geral.
A vagabundagem po0de tudo em tudo.
E não esperemos o Trump pra nos salvar.
Seu foco é hegemonizar a Quarta Revolução Tecnológica.
Algo muito distante pra um país que idolatra um jacu de gaiola deste naipe.
https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE
Nem os Bolsolóides nem a comunada patética patife e burra de duas patas ainda não entenderam a Matrix..
Acho que vou ter de desenhar….
O Gabiru de Nove Patas ainda está no ano de 1.917
Estamos no 5G com IA e o Ladrão está com sua máquina de escrever enviando cartas pelo Correios….
Voces sabiam?
https://www.facebook.com/share/v/1D2zJi9zH5/
O deputado perdeu uma grande chance de ficar talvez com a boca fechada.
O futebol brasileiro precisa ser reorganizado e reestruturado de cabo a rabo para que aspire a conquista Mundial novamente, especialmente seus órgãos diretivos.
Os últimos 6 presidentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tiveram gestões marcadas por escândalos, prisões e destituições judiciais, sendo que quase todos saíram antes de terminar o mandato por envolvimento em corrupção, escândalos sexuais ou irregularidades nas eleições.
Abaixo está o histórico dos últimos mandatários e seus respectivos destinos:
1. Ricardo Teixeira (1989 – 2012)
Destino: Renunciou ao cargo após mais de duas décadas comandando o futebol brasileiro. Em 2019, foi banido para sempre do futebol pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) devido a esquemas de suborno e corrupção.
2. José Maria Marin (2012 – 2015)
Destino: Preso em 2015 na Suíça durante a operação do FBI conhecida como “Fifagate”. Ele foi extraditado para os Estados Unidos, condenado por corrupção, fraude e lavagem de dinheiro, e cumpriu pena na prisão.
3. Marco Polo Del Nero (2015 – 2017)
Destino: Afastado da presidência pelo Comitê de Ética da Fifa, também sob acusações no “Fifagate”. Em 2018, foi banido de qualquer atividade relacionada ao futebol e tornou-se fugitivo internacional, evitando sair do Brasil para não ser preso.
4. Coronel Nunes (Interino: 2017 – 2018 e 2021)
Destino: Assumiu a entidade de forma interina após a queda de Del Nero. Conhecido por ser o vice mais velho, foi o único que conseguiu passar pelo cargo sem ser alvo de processos judiciais ou prisões.
5. Rogério Caboclo (2019 – 2021)
Destino: Afastado definitivamente do cargo em 2021 após graves denúncias de assédio moral e sexual feitas por uma funcionária da própria CBF.
6. Ednaldo Rodrigues (2022 – 2025)
Destino: Eleito em 2022, mas destituído do cargo pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) em 2023.
Após retornar provisoriamente com uma decisão do STF, sofreu novo afastamento em maio de 2025 e retirou seus recursos jurídicos, optando por abandonar a disputa e se afastar do cenário político da confederação.
“Para que aspire a conquista do Mundial novamente”
subscrevo o texto sob comento… abaixo os cartolas e a politicagem emporcalhando nosso futebol… não é piada, mas brasileirismo ‘in natura’…