A imagem do jovem craque Yamal personaliza o título
Vicente Limongi Netto
A Copa do Mundo de 2026 ficou com a melhor seleção, que se tornou bicampeã do mundo. A Espanha é afinada em todas suas linhas. Jogam com toque de bola, cansam o adversário. Vão avançando, trocando passes, sufocam os rivais. O gol é questão de tempo.
A Argentina resistiu bravamente. Mas é infinitamente inferir a Espanha. O astro Messi apagado. Nem discreto foi. Parece que percebeu, desde o início, que o sonho do tetra argentino estava distante.
LEGÍTIMO CRAQUE – O grande goleiro argentino foi massacrado. Do início ao fim. Salvou o time de uma goleada. O menino Lamine Yamal fez bom segundo tempo. Sabe jogar. Com mais vigor e experiência, será realmente legítimo craque. O menino Yamal devolveu ao craque Messi o banho que ganhou dele, numa bacia azul, há 19 anos.
O: futebol é exuberante pelos detalhes dentro e fora do campo. Que o Brasil saiba aprender lições dos atuais campeões do mundo. Jogam juntos há vários anos. Garotada já afiada para a Copa de 2030.
O Brasil vai começar do zero. Com muito trabalho, se realmente pretende fazer bonito na próxima Copa. Porque nesta que acabou, foi um medonho vexame. Que só será amainado com conquistas importantes.
AMADA POR TODOS – Fez bonito na Copa. Garbosa, linda e amada no mundo todo. Sem ela, a Copa não existe. Todos a querem. Os melhores a tratam com carinho. Como uma filha. Mas também sofre, leva pontapés e bicos.
Faz parte de alegrias e tristezas. Antigamente eu era feiosa. Mas está cada vez mais bonita e vistosa, sempre preparada para grandes ocasiões. Hoje, tem cores e padrões variados, que a fazem cada vez mais atraente, como objeto de desejo
Adora dormir em aconchegantes redes. Quando a mandam para a arquibancada dá uma tremenda briga. Todos querem levá-la para casa e ficar com ela, que é vaidosa e famosa, aplaudida nos quintais, na várzea, na praia, nas ruas, em mansões, em favelas, nos presídios e nos estádios suntuosos. Em 2030, novamente vai encantar o mundo.
Concordo foram os melhores. Temos que aprender com eles
A Espanha mereceu vencer a Copa. Joga com elegância, defesa sólida, meio de campo dominante com Rodri dando show e um ataque refinado , que volta para marcar, com dois pontas mortais para a defesa adversária.
Vinte chutes a gol contra apenas dois da Argentina.. Os Hermanos da Argentina jogaram recuados e medrosos como a Inglaterra nas quartas contra a Argentina. Será que foi cansaço ou a Espanha imp8s o seu melhor futebol?
A Espanha (Campeã) dominou as premiações da Copa do Mundo da FIFA de 2026 após vencer a Argentina por 1 a 0 na prorrogação, na grande final.
Os principais jogadores premiados foram:
Bola de Ouro (Melhor Jogador): Rodri (Espanha)
Bola de Prata: Lionel Messi (Argentina)
Bola de Bronze: Kylian Mbappé (França)
Chuteira de Ouro (Artilheiro): Kylian Mbappé (França) com 10 gols
Luva de Ouro (Melhor Goleiro): Unai Simón (Espanha)
Melhor Jogador Jovem: Pau Cubarsí (Espanha)
Prêmio Fair Play: Holanda
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E restaria para o Brasil talvez o prêmio de consolação de:
Técnico Mais Caro da Copa do Mundo de 2026: Carlo Ancelotti: 10 milhões de euros (59,2 milhões de reais).
Fora os ‘penduricalhos’.
A Fifa distribuiu um total recorde de premiações na Copa do Mundo 2026.
A seleção campeã (Espanha) faturou US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 255 milhões).
O vice-campeão recebeu US$ 33 milhões, o 3º lugar US$ 29 milhões e o 4º lugar US$ 27 milhões.
A divisão completa dos prêmios, variando de acordo com a fase de eliminação, foi a seguinte:
Campeã: US$ 50 milhões
Vice-campeã: US$ 33 milhões
3º lugar: US$ 29 milhões
4º lugar: US$ 27 milhões
5º ao 8º lugar: US$ 19 milhões cada
9º ao 16º lugar: US$ 15 milhões (aproximadamente R$ 76 milhões) cada (como o Brasil)
17º ao 32º lugar: US$ 11 milhões cada
33º ao 48º lugar: US$ 9 milhões cada
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O Brasil encerrou a Copa do Mundo da FIFA de 2026 na 11ª colocação.
A seleção brasileira foi eliminada nas oitavas de final após uma derrota para a Noruega, igualando sua pior campanha dos últimos 60 anos.
Faltaria à seleção brasileira conjunto, empenho e patriotismo.
Quanto custou os seus respectivos técnicos, Campeão e Vice, para as suas equipes e países e quanto custou a opção brasuca extravagante representada pelo técnico italiano ? Diz a sabedoria popular que quem vai buscar lá fora o que tem aqui dentro, de duas uma: vai enganar, ou vai ser enganado.
Espanha é merecidamente bicampeã, mas Rodri não foi melhor que Messi ou Mbappé na Copa
Rodri jogou demais (foi eleito o melhor jogador da Copa), é o volante titular da seleção espanhola, mas não foi melhor que o Messi, não foi melhor que o Mbappé, de outros tantos da melhor das Copas.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Esportes, Opinião, 19/07/2026 | 22h03 Por Mauro Beting