Sucessão de crises está desmontando a estratégia eleitoral de Flávio Bolsonaro

8 thoughts on “Sucessão de crises está desmontando a estratégia eleitoral de Flávio Bolsonaro

  1. O bolsonarismo utiliza uma narrativa descolada da realidade e ações de confronto — como a tentativa de golpe de 8 de janeiro e o desafio a ordens do STF — como estratégia de sobrevivência política para proteger seus líderes da responsabilização criminal.

  2. Bolsonarismo desafia decisões judiciais como parte de estratégia de sobrevivência política

    Um dos maiores problemas que o Brasil enfrenta com o bolsonarismo é a completa e deliberada desconexão com a verdade por parte desse grupo de direita.

    É como se existisse um país paralelo no qual a realidade pudesse ser moldada de acordo com os interesses desse segmento político. E esse mundo virtual se dá em quase todas as questões.

    É quase impossível enfrentar a avalanche de mentiras e distorções que sustentam o discurso extremista da direita bolsonarista. E uma grande parte dos eleitores, incautos e ingênuos, prefere embarcar numa realidade virtual.

    A organização criminosa bolsonarista entrou no modo desespero.

    Imagine um grupo despreparado, sem cultura e sem visão histórica que, de repente, governa por 4 anos um país como o Brasil.

    Depois de saquear o país e destruir grande parte das instituições democráticas e conquistas sociais –em todas as áreas: saúde, educação, economia, cultura, ciência, agronomia, todas–, esse bando descobre que está sendo responsabilizado pelos crimes e fracassos.

    A tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023 nada mais foi do que uma reação de defesa dessa organização criminosa.

    Ao ver que seriam, e serão, processados e presos, tentaram dar um golpe para poder se livrar de uma responsabilização criminal. Se o golpe tivesse dado certo, seriam eles que escreveriam a história. De bandidos a heróis.

    O Supremo Tribunal, um poder em regra patrimonialista, machista, misógino e até racista, foi quem colocou o pé na porta e não permitiu a instalação da ditadura no Brasil.

    Mas a tentativa de desestabilizar a democracia ainda é a tônica da direita.

    A ousada estratégia de tentar eleger o filho do presidiário para salvar o grupo todo da responsabilização criminal não encontra limite. Distorcem e criam factoides para manter a lealdade dos eleitores bolsonaristas.

    Acintosamente, o senador Flávio Bolsonaro combinou com o presidiário que leria uma carta em rede nacional, escrita como uma peça política, para testar o Supremo Tribunal. Afrontar. Desestabilizar.

    Uma estratégia pensada para alimentar o eleitorado foi colocada em prática. Descumprem uma ordem de um ministro do Supremo e ocupam os espaços midiáticos para saírem das cordas.

    Mais uma vez a opção é fazer o enfrentamento. Infelizmente, a direita joga e aposta no esgarçamento, no confronto.

    Neste momento de definição sobre os rumos do país, é bom ter a certeza de que enfrentaremos ainda muita turbulência.

    Poder360, Opinião, 17.jul.2026 – 5h55 Por Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado criminal

  3. Quem carimbou o tarifaço na testa dos Bolsonaros foram eles próprios

    Quem primeiro atrelou o clã Bolsonaro ao tarifaço contra o Brasil foi ‘genial’ Dudu Bananinha, que se arrogou o feito e alardeou, direto dos States, que a sanção era fruto de suas articulações internacionais.

    Agora, foi Marco Rubio quem jogou nas costas de Flávio Rachadinha a autoria das tarifas mais recentes, ao anunciar as sanções contra o Brasil justamente após a controversa visita de Rachadinha à Casa Branca.

    À extrema-direita arrogante, prepotente e autoritária faltaria inteligência e sabedoria.

  4. O projeto de Donald Trump para o Brasil espelha as ações que implementou na Venezuela.

    Ele utiliza aliados do clã Bolsonaro para tentar afastar Lula do poder, rotulando-o de comunista.

    No entanto, a família Bolsonaro parece ignorar que Trump os utiliza meramente como peões em uma manobra geopolítica maior: enfraquecer e tomar o espaço comercial que a China conquistou no Brasil.

    ______________

    Trump tenta replicar no Brasil a mesma estratégia intervencionista que adotou na Venezuela.

    O objetivo é desestabilizar o governo Lula — classificado por ele como comunista — utilizando a família Bolsonaro como instrumento político.

    Contudo, os bolsonaros não percebem que o ex-presidente americano não tem compromisso com eles, usando-os apenas como fachada para afastar o Brasil da influência econômica e comercial da China.

  5. Espero que a estratégia desse candidato resulte no desmonte do seu gigantesco ego. O Brasil não pode perder tempo com esses despreparados e egocêntricos.
    Nós estamos provando ao mundo que somos burros e subdesenvolvidos. Chega! É hora de mudar mandando o Lula pra casa e esse fedelho para o anonimato de onde ele não deveria ter saído.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *