
Vermelho e a estrela do partido encolhem nas redes
Fabiano Lana
Estadão
A seleção brasileira foi um fiasco na Copa do Mundo. O tradicional uniforme verde-amarelo fracassou de maneira precoce em terras americanas. A verdade, como uma anedota que circulou nas redes, é que durante muito tempo, torcedores deixaram de utilizar o uniforme tradicional da seleção nas ruas com receio de serem confundidos com bolsonaristas. Agora, os próprios bolsonaristas evitam a camisa com temor de serem vistos como torcedores.
Mas, em certo grupo de políticos, as cores da seleção continuam bastante presentes: entre os candidatos do Partido dos Trabalhadores, por exemplo, principalmente para cargos majoritários. Praticamente sumiram com a tradicional estrela vermelha do partido e agora embalam suas campanhas em tonalidades, digamos, menos esquerdistas e tidas como mais nacionalistas.
UNIFORMIZADO – Tome-se o caso do ex-ministro da Fazenda, candidato a governador de São Paulo, Fernando Haddad. Em seu avatar no Instagram, aparece com o clássico uniforme do escrete canarinho, assim como toda sua chapa com as candidatas a senadoras e o pretendente a vice. Em outra postagem, aparecem com Haddad o presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin, também trajando a camisa do bolsonarista Neymar.
Trata-se de um fenômeno nacional. Tome-se o caso do governador do maior Estado governado pelo PT, a Bahia, Jerônimo Rodrigues. Utiliza-se quase sempre de azul em suas propagandas. Apareceu de verde-amarelo certa vez. O vermelho é só, às vezes, a moldura de suas publicações. A estrela rubra de seu partido desapareceu.
FIGURINOS AZUIS – Em outro caso, o governador do Ceará, Elmano Freitas, candidato à reeleição, também prefere os figurinos azuis. Utilizou-se da inteligência artificial para aparecer com o uniforme tradicional da seleção em suas redes. Praticamente o único vermelho presente nas suas propagandas de rede é o vermelho da camisa do presidente Lula, em dia de visita ao Estado.
O governador do Piauí, Rafael Fonteles, desponta como um dos nomes mais promissores para o futuro do PT. É popular e tido como bom administrador. Ele é mais um que deixou de lado o vermelho de seu partido. Na sua página de redes sociais, veste-se do tradicional azul-marinho e nas legendas de sua postagem predomina o verde-amarelo.
Um desavisado ex-governador e atual ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, é quem aparece com uma camisa vermelha nas páginas do correligionário, assim como outro militante, mas nesse caso com a camisa do Flamengo.
CORES DA SELEÇÃO – No Distrito Federal, o candidato petista, Leandro Grass, trocou o vermelho por algo próximo ao lilás este mês. No avatar, traja as cores do time de Carlo Ancelotti. A estrela do PT, finalmente, aparece em uma de suas postagens, de meados de junho. A conferir qual a cor que irá prevalecer na sua campanha.
O fenômeno do sumiço do vermelho e da estrela petista é apenas um sintoma de um país em que eleitores que dizem ser de direita acabam por votar na esquerda durante as eleições. Daí a realpolitik, para se afastar do antipetismo e do que diz respeito ao fantasma do comunismo. Tudo indica que essas decisões são uma jabuticaba brasileira, incomum em outros países. O irônico é que das oito seleções classificadas para as quartas de final da Copa, seis possuem o vermelho como cores oficiais.
O movimento petista, entretanto, indica que o monopólio bolsonarista no uso da camisa verde-amarela das seleções pode estar em decadência. Queriam se apresentar como os únicos patriotas da nação. Mas, sinceramente, que vantagem traz vestir, neste momento, um uniforme que só trouxe dissabores recentes à população?
Fabiano Lana, só na sua rua e a partir de seu olho vesgo que eleitores da direita tem vergonha de usar a camiseta verde e amarela.
E o bolsonarista Neymar não está preocupado com a camisa do Fabiano e nem com a decadente esquerda.
Eu uso duas do Flamengo e uma da seleção, com orgulho.
Os ingressos para os jogos da Copa do Mundo variam drasticamente dependendo da fase do torneio e da demanda. Na Copa de 2026, os bilhetes oficiais para a fase de grupos custavam entre US$ 60 e US$ 750 (cerca de R$ 340 a R$ 4.300). Já a grande final entre Espanha e Argentina teve ingressos oficiais a partir de US$ 15 mil (cerca de R$ 85 mil), alcançando valores milionários no mercado de revenda devido à alta procura.
Bolsonaros perdem o monopólio das cores nacionais
Os Bolsonaros perderam a exclusividade sobre as cores verde e amarelo, que outrora monopolizavam, após estenderem – pasmem! – uma bandeira gigante dos States na Av. Paulista durante as manifestações do 7 de Setembro de 2025.
O ato estúpido teve como objetivo pedir anistia para o ex-mito e agradecer as exorbitantes tarifas comerciais impostas por Trump sobre produtos brasileiros, expondo a subserviência abjeta da famiglia ao Laranjão.
E cantar o hino da Internacional Socialista aqui no Brasil é mais bonito que a bandeira americana?
Eventos recentes no Brasil em que a canção foi tocada e cantada incluem: O congresso do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em Brasília (abril de 2022), momento em que líderes como Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin estiveram presentes. Um evento no Teatro Municipal de São Paulo, em novembro de 2023, celebrando o centenário do Partido Comunista do Brasil (PCdoB).
È o golpe
A cartilha comuna-psico na sua total forma.
Enganar os jumentinhos da picanha de ouro…
PS.
Será que o vice do Narcola 9Fingers vai cantar o Hino Comuna de novo..??
O Ladrão Merendeiro também gosta de uns “golpes”…..
eh!eh!eh
Efeito camaleão… tem que mudar de cor a cada mentira ou meta que pretende atingir para enganar o povaréu… vixe maria, seu bixim!