Sem renovação, PT resgata nomes históricos para enfrentar eleição de 2026

4 thoughts on “Sem renovação, PT resgata nomes históricos para enfrentar eleição de 2026

  1. A quebra de protocolo diplomático por Milei teve ajuda de Tarcísio e Flávio

    Todos os protocolos diplomáticos foram quebrados pela visita de ao Brasil. Já testemunhei muitas crises entre Brasil e Argentina, mas esta é, de fato, uma das mais graves.

    A tensão instalada entre os dois países após os ataques de Milei domina as manchetes do Clarín e do La Nación, os principais jornais argentinos, nesta segunda-feira.

    O primeiro protocolo quebrado é vir sem avisar ao governo — procedimento completamente ignorado por Milei. O presidente argentino foi diretamente a SP, onde participou da convenção do PL.

    Antes disso foi recebido com pompas no Palácio Bandeirantes, por Tarcísio de Freitas que concedeu a ele a Medalha da Ordem do Ipiranga, a mais alta honraria concedida pelo ESP. Tarcísio o recebeu com honras de chefe de Estado.

    Ele veio como convidado de honra para o lançamento da candidatura de Flávio Rachadinha. Milei adotou, em seu discurso, uma postura de completo desrespeito ao governo brasileiro e ao próprio processo eleitoral do país.

    O presidente argentino utilizou palavras ofensivas e desairosas ao se referir a Lula e a Moraes.

    O Brasil respondeu pelos canais diplomáticos: chamou de volta o embaixador brasileiro na Argentina para consultas e convocou o embaixador argentino em Brasília para prestar esclarecimentos sobre a conduta de seu presidente — uma tarefa que dificilmente será simples.

    Na volta à Argentina, Milei concedeu uma entrevista em que afirmou, sem provas, que o governo brasileiro financiou uma campanha midiática contra a Argentina após a Copa do Mundo.

    Chegou a dizer que 25% dos recursos da suposta campanha teriam saído do Brasil, em reportagem publicada no Clarín. A alegação, no entanto, não foi acompanhada de qualquer prova e carece de fundamento conhecido. Nada disso faz o menor sentido.

    Mais do que apoiar a candidatura de Rachadinha, Milei parece ter buscado projetar sua imagem em um momento delicado de seu governo, marcado por dificuldades internas e elevados índices de desaprovação, que variam entre 60% e 65%, segundo pesquisas de opinião.

    Para isso, escolheu confrontar justamente o principal parceiro comercial da Argentina, destino da maior parte das exportações industriais argentinas.

    Fonte: O Globo, Política, Opinião, 27/07/2026 09h38 Por Míriam Leitão

  2. Se Loola bater as botas o PT acaba junto com ele.
    Ressuscitar trânsfugas de sarcófago não vai funcionar.
    Os vivos estão no inservível, o faraó não deixa herdeiros.

  3. Chega! Ninguém sente saudades dos petistas de outrora. Deixe que eles fiquem no navio que partiu.
    Ninguém aguenta mais o próprio Lula!
    Que venga Caiado!

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