
Moraes e Dino usam o Supremo sem cumprir a lei
Vicente Limongi Netto
Fico contente pelo excelente colunista do Estadão, Carlos Andreazza, esmiuçar, na coluna do dia 22, o tenebroso assunto que comentei no meu artigo do dia 20, aqui na Tribuna da Internet e, dia 21, em outro comentário meu, no próprio Estado de São Paulo.
Nas duas oportunidades, critiquei o papelão medonho da dupla Flávio Dino e Alexandre de Moraes, ferozes ministros do Supremo Tribunal Federal, armados até os dentes de ódio.
Os dois, envergonhando a Justiça e o bom senso, tentaram arrancar as vísceras do jornalista maranhense, Luís Pablo, porque cometeu o terrível crime, vejam só, de denunciar que familiares de Dino estariam usando carro oficial blindado da Justiça do Maranhão, com motorista e combustível grátis.
SIGILO DA FONTE – A “dobradinha autoritária” Moraes-Dino, como definiu Andreazza, ainda exigiu a absurda quebra do sigilo da fonte do repórter.
A barbaridade de Moraes e Dino foi impedida pelo Policia Federal, que não encontrou razões nas investigações para prosseguir na açodada, cretina e covarde medida proposta pelos desprezíveis Dino e Moraes.
Outro assunto que está dividindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) é a volta da exigência de diploma universitário para jornalistas. O ministro André Mendonça já se manifestou contrário À exigência da medida, com farpas a Dino e Moraes, defensores da exigência.
GRANDE PIADA – O gaiato Dino, que parece ter sido diplomado humorista por correspondência, alega, tentando diminuir o jornalista LuÍs Pablo, que a dispensa do diploma “pode levar que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros”.
Protestando contra a sandice de Flávio Dino, o leitor Nilson Rebello, de Brasília, no Estadão do dia 21, retruca as papagaiadas infames do minitro, afirmando que “o debate sobre o diploma agora é cortina de fumaça, como foram os casos dos penduricalhos e do código de ética para ministros, a fim de iludir a sociedade e esconder suas próprias mazelas”.
Tenho saudade do Supremo de antigamente, que fazia jus à denominação dada por Ruy Barbosa.
1) Licença… bom artigo, mas a meu ver, Ruy Barbosa não é um bom exemplo, sabido é que ele mandou queimar os arquivos da escravidão, dificultando pesquisas futuras na área…
2) Arranjemos então outro exemplo…
3) Penso que o caso citado é semelhante ao fato que descobriram no escritor Monteiro Lobato que fez declarações ‘racistas’ em alguns artigos seus para adultos…
1) Oremos então pelas almas de Ruy Barbosa e Monteiro Lobato para que “reencarnem” e carmicamente corrijam o que cometeram…
Sem desvirtuar o conteúdo da matéria, uma pergunta: os profissionais do PCC e do CV — entre outros menos famosos — também poderiam cooptar ou recrutar graduados, devidamente diplomados em outras profissões? Pergunta retórica, evidentemente!
Onde estava o Sr Limongi quando o consórcio de traficantes PT/STF censurou, fechou e bloqueou as contas bancárias de canais informativos, como o Terça Livre? Onde estava quando jornalistas censurados tiveram que abandonar o país para não ir pra cadeia?
Estava de orelhas esticadas, vibrando com as decisões ilegais do traficante corrupto Xandão do PCC e seus sabujos.