É melhor perguntar “por quem eu voto?”, ao invés de indagar “em quem eu voto?”

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Charge do Tom Cotrim (Charge Política)

Vicente Limongi Netto

O artigo de Ana Dubeux (Correio Braziliense – 13/09), sob o título “Carta a Liz, Felipe e a quem merece seu voto”, respira indignação, esperança emoção ,e patriotismo. A jornalista sonha com um Brasil mais saudável e digno para os netos, Liz e, agora, Felipe.

“Olhar para ele me dá uma força tremenda para defender a democracia”, ela revela, referindo-se ao novo neto.  A seu ver, os resultados das urnas de outubro precisam simbolizar avanços coletivos, com fortes lições de cidadania para futuras gerações. 

FÉ E EMOÇÃO – Cultivando o trigo e jogando o joio no lixo. Dubeux exorta, de cabeça erguida e coração com fé: “Vamos eleger pessoas sérias e comprometidas, eu ainda acredito”. E acrescenta, com firmeza e emoção:

“Preciso acreditar por Liz, por Felipe, pelas crianças, pelos famintos, pelas minorias, por quem luta dia e noite pelo país soberano que habitamos.

A pergunta mais essencial a se fazer nem é necessariamente “em quem eu voto?”, mas “por quem eu voto?”

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