
Rejeição expõe disputa política nos bastidores da indicação
Deu no G1
A rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) representa uma vitória para Alexandre de Moraes e evidencia a divisão interna da Corte, segundo análise da jornalista Ana Flor no podcast O Assunto.
Moraes não desejava a ida de Messias para a Corte e, assim como o presidente do Senado Davi Alcolumbre, preferia a indicação de Rodrigo Pacheco (PSB). Nos bastidores, há relatos de jantares semanais entre os três.
CASO MASTER – Ana Flor explica que a rejeição de Messias também foi atravessada por um ambiente conflagrado no Judiciário e no Congresso devido às investigações do caso Master.
“Por conta do caso Master, hoje há um antagonismo dentro do Supremo: Alexandre de Moraes de um lado — ele que também é pressionado a explicar conversas com Vorcaro — e do outro lado André Mendonça, que é o relator e que ganhou poder de uns tempos para cá dentro do Supremo que toca as investigações”, explica. “E quem era o maior padrinho dentro do Supremo de Messias? André Mendonça”.
DIVISÃO NO STF – Segundo Ana Flor, atualmente André Mendonça tem minoria no plenário em relação a Moraes. Isso porque, do lado do ministro da 1ª Turma estão: Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, e, muitas vezes, Dias Toffoli.
“Essa derrota de Messias é vitória de Alexandre de Moraes. Nesse sentido, Moraes consegue garantir por mais um tempo, muito provavelmente, uma maioria no plenário”, diz.
Ainda segundo a jornalista, há relatos de que a ida de Messias para o Supremo de desequilibraria uma balança que, atualmente, tem um ganho para o lado de Moraes: “e Messias, do lado de André Mendonça, iria pesar e dar mais poder para esse grupo”, explica.
Moraes deveria ter sido rejeitado?
E os desaforos:
Quem é Zanin?
Dino?
O aparelhamento do STF ao bel prazer de Lula, Temer, Dilma…
O primero passo é um mandato limitado para os eternos.
Os reis vitalícios de toga que, de fato, nos governam arbitrariamente ao longo de décadas.
Eles ja sairiam no lucro.
E a sociedade brasileira seria escutada em seus anseios.
Pelo menos uma vez.
Quem se esquece da sabatina informal de Moraes?
Hélio Fernandes fez bela cobertura.
“Lula sofre derrotas com Messias e dosimetria mesmo após ter liberado R$ 10,9 bilhões em emendas.”
Esradão, 30.04.2026.
Senhor PEDRO RICARDO MAXIMINO , ledo engano seu , sendo que obrigatoriamente o presidente da república de plantão , primeiro deveria indicar para o STF um juiz/juíza que de fato preencha os requisitos ” legais e constitucionais ” do país para o cargo , bem como os senadores que teoricamente irão sabatina-lo , endossa-lo e aprova-lo , limitarem-se tão somente a respeitarem as leis do país que regem a matéria , o que ultimamente de fato não tem acontecido , ou seja , o espaço de tempo da permanência do juiz/juíza no STF e nos demais tribunais do país , nada tem a ver com a sua ” qualificação ou desqualificação ” para o cargo.
Senhores Jose Carlos Werneck e Carlos Newton , infelizmente os senadores que votaram contra o indicado para o STF, advogado Jorge Messias pelo presidente Lula , o fizeram não por nobreza , convicção ou zelo pelas premissas ” legais e constitucionais ” do país , mas sim por questões políticas rasteiras , mesquinharias e retaliatórias , ou seja , os senadores cumpriram a Constituição do país ás avessas , pouco ou nada se importando com a honradez , idoneidade e caráter do indicado pelo presidente , desde que fique e aja a seu serviço .