Relatório conclui que JK foi morto pelo regime militar, e não vítima de acidente

6 thoughts on “Relatório conclui que JK foi morto pelo regime militar, e não vítima de acidente

  1. Tem gente que tem uma criatividade enorme. Então tudo é possível, gostaria que essa turma também investigasse os crimes cometidos pelo pessoal da esquerda. Tem o caso do soldado Mário Kozel, e segundo divulgado às mortes de camponeses pelos guerrilheiros do Araguaia

  2. Quando a lenda se torna fato, Sr. Editor CN, sabemos que, ainda que a contrassenso, na cultura popular, acaba permanecendo a lenda:

    A frase original do filme “O Homem que Matou o Facínora” (The Man Who Shot Liberty Valance, 1962), dirigido por John Ford, é:

    “Este é o Oeste, senhor. Quando a lenda se torna fato, imprima-se a lenda.”

    (No original em inglês: “This is the West, sir. When the legend becomes fact, print the legend.”)

    No contexto do filme, a frase reflete sobre a construção da história, do oeste americano e como a narrativa (a “lenda”) muitas vezes é mais poderosa, inspiradora ou útil para a sociedade do que a verdade nua e crua (a “realidade”).

    Contexto da Frase:

    A frase é proferida pelo editor do jornal, Maxwell Scott, no final do filme.

    Ele descobre a verdade sobre quem realmente matou o vilão Liberty Valance (o personagem de John Wayne), mas decide não publicar o fato real, preferindo manter a narrativa heroica sobre o senador Ransom Stoddard (James Stewart), pois ela é mais inspiradora e benéfica para a região.

    Variações Comuns:

    Embora a frase exata seja “se torna fato”, é muito comum encontrar variações como “quando a lenda é maior que o fato/realidade, publique-se a lenda”.

    ________________

    Em uma interpretação mais ampla, a frase sugere que:

    A lenda inspira: Histórias míticas podem criar heróis e motivação.

    A realidade pode ser decepcionante: Às vezes, a verdade é monótona ou desmistificadora.

    O mito constrói identidade:

    A lenda (mesmo que falsa) torna-se parte da cultura.

    É um convite a abraçar a narrativa contada, quando ela é mais significativa que os fatos.

  3. Logo mais, quem sabe, poderemos ter um “Agente Secreto 2”, ovacionado pela academia pré-Oscar e pela crítica domesticada. Afinal, quando narradores viram roteiristas, ou roteiristas viram fabricantes de versões, a história deixa de ser contada para ser vendida. E vende muito bem: a malandragem posa de arte, a vigarice ganha verniz intelectual e os bolsos certos seguem religiosamente abarrotados.

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