
Pré-candidato discursou a empresários em Santa Catarina
Sérgio Quintella
O Globo
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente da República, afirmou na ´ltima sexta-feira (8) que, caso seja eleito, seu governo pode durar até oito anos. A declaração, feita em Santa Catarina, vai na contramão de falas e sinalizações anteriores de que ele poderia cumprir apenas um mandato. O movimento, iniciado em fevereiro, se deu como parte de uma estratégia para ampliar o diálogo com o Centrão e a direita, incluindo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
“O meu sonho, e o que eu vou realizar, é acabar o governo, Jorginho [Mello, governador de SC], seja daqui a quatro, daqui a cinco, daqui a oito anos, onde a gente vai poder bater o peito e falar: ‘Menos pessoas dependem de políticos para levar comida para dentro de casa e levar dignidade para as suas famílias”, afirmou o senador.
“DISTORÇÃO” – Neste sábado, em Florianópolis, o senador foi questionado sobre a fala da véspera e disse que houve uma “distorção”. “Eu sou contra a reeleição, mas eu acho quatro anos muito pouco para um mandato só. Isso vai ser uma discussão que vai ter no Congresso. Eu não quero a reeleição. Vou trabalhar para que a PEC seja aprovada. Eu acredito que ela vai ser aprovada, mas convenhamos, quatro anos acho muito pouco para um mandato só para tanta coisa que o Brasil precisa arrumar”, afirmou.
Pela proposta apresentada por Flávio em fevereiro, o presidente da República passaria a ficar inelegível para o mesmo cargo no mandato subsequente, restabelecendo o modelo anterior à emenda constitucional de 1997, que instituiu a reeleição no país. Na justificativa, o senador argumentou que o atual sistema cria um “estado permanente de eleição”, incentivando governantes a subordinarem decisões administrativas à lógica eleitoral e enfraquecendo o princípio da alternância de poder.
A fala de Flávio Bolsonaro neste sábado ocorreu durante o lançamento de uma chapa puro-sangue de reeleição do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). A composição, apresentada como parte da “seleção de Bolsonaro”, incluirá o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC), filho do ex-presidente, e a deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) como indicados para o Senado, além de Adriano Silva, ex-prefeito de Joinville.
CRÍTICA – Ainda no evento de Florianópolis, o senador criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria.
“Parece, mais uma vez, um jogo combinado; mais uma vez é a democracia que fica abalada. É uma decisão do Congresso Nacional, em sua grande maioria, defendendo a lei da anistia, que, numa canetada monocrática, mais uma vez, o ministro do Supremo revoga a decisão de nós, os verdadeiros representantes do povo. Mas o Brasil parece que está se acostumando com isso, mas nós não vamos nos acostumar”,disse Flávio.
“JOGO COMBINADO” – Na ocasião, Flávio também acusou o ministro de ter feito um “jogo combinado” com o relator do texto original no Congresso, o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP).
“Eu acho estranho, porque foi o próprio Alexandre de Moraes que escreveu o texto que foi aprovado no Congresso Nacional. Foi ele quem interditou o debate no Legislativo, tanto na Câmara quanto no Senado, porque nós queríamos a anistia ampla, geral e irrestrita. E, estranhamente, o relator na Câmara tem muita proximidade com o ministro, porque parece que ele recebia diretamente dele, perguntando o que poderia ou não estar nesse texto da dosimetria”, afirmou.
Flávio Rachadinha se desespera inconformado com o fato de Barba ser recebido com pompa na Casa Branca e tirar aquela foto (para campanha) com Trump, sorridentes.
A foto de Lula e Trump sorridentes na Casa Branca é insuportável para a famligia do ex-mito e seus seguidores.
“Inveja mata”, diz a frase.
Os bolsonaros espalhavam que tinham o monopolio do acesso a Trump, mas era mais uma fake news, conforme demonstrou Barba.
Ciro Nogueira virou assombração de Flávio
Tal pai, tal filho: Flávio aplica o rito do descarte com o ex-aliado Ciro Nogueira
Flávio provou esta semana que é um herdeiro legítimo não apenas do sobrenome, mas do método. Ao ser confrontado com o escândalo de corrupção que envolve Ciro Nogueira e o Banco Master, o senador não hesitou em empurrar o aliado de longa data para debaixo do ônibus.
O que antes parecia ser uma parceria estratégica para 2026, com Ciro sendo ventilado como o vice ideal, foi reduzido por Flávio a uma reles “cortesia”. A “vida como ela é” em Brasília não tem espaço para gratidão.
Flávio, que se pelava de medo de ser tragado pelo lamaçal do Banco Master, resolveu largar a mão de Ciro com a mesma velocidade com que o seu pai entregava ministros ao primeiro sinal de crise.
Para o filho do ex-mito, o convite ao senador do PP nunca passou de uma especulação de salão, um agrado feito “lá atrás” que o vento – e a Polícia Federal – trataram de levar.
Enquanto Ciro Nogueira tenta equilibrar-se entre carros de luxo confiscados e uma mesada de R$ 500 mil reais, o bolsonarismo já procura um novo hospedeiro.
Flávio faz o jogo da pureza conveniente: elogia o ministro André Mendonça por não “perseguir ninguém”, numa tentativa canhestra de se descolar do aliado caído enquanto se afasta do cheiro de queimado.
O saldo da semana é cruel para o bolsonarismo (e Centrão). Lula saiu de dos EUA com sorrisos de Trump e um “I love you”, enquanto os adversários terminam a sexta-feira em clima de funeral político, sacrificando Ciro Nogueira no altar da própria sobrevivência.
É o descarte por cortesia, uma especialidade do Clã que não garante parcerias e deixa rastro de feridos no campo de batalha.
Fonte: Metrópoles, Opinião, 09/05/2026 07:21 Por Redação Blog Ricardo Noblat
Fonte: Metrópoles, Opinião, 09/05/2026 07:21 Por Redação Blog Ricardo Noblat
Vovó Mafalda, aquela que adorava lamber o coturno do El Comandante, Fidel Castro, o açougueiro assassino carniceiro da turminha comunopata
Hoje Vovè Mafalda, mudou o estilo, adora balançar os ovos de codorna do Narco Ladrão de Nove Dedos…
Alias, a Vovò e o filho ….
eh!eh!eh
aquele abraço
A reviravolta total (a favor de Lula) nas redes sociais sobre o encontro do petista com Trump
O encontro entre Lula e Donald Trump na Casa Branca movimentou naturalmente as redes sociais.
Segundo Marco Aurélio Ruediger, diretor da Escola de Comunicação da FGV, na véspera do encontro, sete dos dez posts com mais interações sobre o tema no Instagram apostavam que Lula sairia prejudicado da reunião.
Depois do bate-papo, tudo mudou, com apenas um post crítico ao presidente Lula entre os dez com mais interações.
Fonte: O Globo, Rio, 10/05/2026 04h01 Por Ancelmo Gois
A Maldição da Reeleição.
Tudo por causa e conta de um ser abjeto, desprezível, comunopata, egolatra, narcisista, ladrão , corrupto e filho de uma Pulga (com todo respeito a Mama Pulga)., jogou meu País nas Trevas com a maldição da reeleição “infinita”
O Pai BolsoNabão disse e prometeu em entrevista que acabaria com o instituto da Reeleição começando por ele, seria um só mandato, quando, sentou na cadeira mais suja do Planeta, na primeira semana já estava falando sobre reeleição
O Rachador do Chocolate, também prometeu acabar com a reeleição, seria só um mandato, hoje já mudou de ideia……
E o País segue indo ladeira abaixo onde falta espirito público para essa gentalha de mão leve..
e o que sobrou é a perpetuação nos cargos até que a morte os separe..
sou contra todo tipo de reeleição, até para Sindico de Prédio de Dois Andares….
aquele abraço