Congresso reage ao STF e defende lei que reduz penas do 8 de Janeiro e beneficia Bolsonaro

4 thoughts on “Congresso reage ao STF e defende lei que reduz penas do 8 de Janeiro e beneficia Bolsonaro

  1. Sou contra a dosimetria, processos nascidos nulos devem ser anulados.

    O que a Inteligência Artificial , o horror do jacu de gaiola, nos trás:

    Juristas que contestam a legalidade de partes do processo sobre os atos de 8 de janeiro argumentam principalmente que houve excessos jurídicos e riscos às garantias constitucionais. Entre os pontos mais citados estão:

    * uso amplo dos crimes de associação criminosa e tentativa de golpe, mesmo para participantes sem atuação direta;
    * questionamentos sobre julgamentos coletivos e individualização limitada das condutas;
    * críticas à competência do Supremo Tribunal Federal para julgar todos os acusados;
    * alegações de penas consideradas desproporcionais em alguns casos;
    * críticas ao uso extensivo de prisões preventivas e bloqueios de redes sociais;
    * preocupação com possíveis restrições à liberdade de expressão e ao devido processo legal.

    Por outro lado, ministros do Supremo Tribunal Federal, procuradores e outros juristas defendem que os atos configuraram tentativa grave de ruptura institucional contra a democracia brasileira, justificando medidas rigorosas para proteger o Estado Democrático de Direito.

    O debate jurídico envolve princípios como:

    * devido processo legal;
    * ampla defesa;
    * proporcionalidade das penas;
    * separação dos poderes;
    * defesa da democracia constitucional.

    • A **Teoria do Direito Penal do Inimigo** foi desenvolvida pelo jurista alemão Günther Jakobs, na década de 1980.

      Ela defende que o Estado pode tratar certos indivíduos não como “cidadãos”, mas como “inimigos”, quando considerados ameaças permanentes à ordem social, como terroristas, membros do crime organizado ou autores de crimes extremamente graves.

      Segundo a teoria, o “inimigo” perde parte das garantias jurídicas normais, permitindo:

      * punições mais severas;
      * antecipação da punição antes do crime consumado;
      * redução de direitos processuais e garantias individuais;
      * maior poder repressivo do Estado.

      Em democracias constitucionais, a aplicação dessa teoria é muito controversa. Críticos afirmam que ela pode:

      * enfraquecer direitos fundamentais;
      * relativizar a presunção de inocência;
      * ampliar abusos estatais;
      * abrir espaço para perseguições políticas ou judiciais.

      Defensores argumentam que medidas excepcionais seriam necessárias contra ameaças extremas ao Estado e à sociedade.

      Na prática, muitos estudiosos consideram que democracias podem adotar apenas elementos limitados dessa lógica em situações excepcionais, mas sua aplicação ampla tende a entrar em conflito com princípios do Estado de Direito, como igualdade perante a lei, devido processo legal e garantias individuais.

      ChatGpt

  2. “A lei da dosimetria, editada para abrandar as penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro.”?

    Ou seria ‘a lei da dosimetria editada para abrandar principalmente as penas do ex-mito, inclusive de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.’

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