STF persegue policial que vazou contrato dos 129 milhões e que devia ser elogiado

Ministro André Mendonça, do STF, critica carga tributária brasileira – Fenafisco

André Mendonça ainda parece ingênuo e se deixou influenciar

Carlos Newton

É triste e desanimador ler reportagens informando que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, está apoiando a perseguição movida contra um servidor da Polícia Federal que teria vazado à imprensa a existência do contrato de R$ 129 milhões entre os criminosos que geriam o Banco Master e o escritório de advocacia comandado por Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes.

Trata-se de um perito da PF. A justificativa fictícia para autorizar o afastamento dele e a operação policial de busca e apreensão seria a necessidade de punir vazamento de informações do caso do Banco Master à imprensa.

SEM PROVAS – Não há provas concretas contra ele, apenas suspeitas. Por óbvio, se existisse alguma comprovação, não seria necessária a operação de busca e apreensão. Portanto, ao autorizar o afastamento desse perito federal que integrava a equipe de investigadores do caso Master, o ministro André Mendonça cometeu erro de avaliação.

Mesmo se houvesse provas, é preciso analisar se realmente ocorreu crime, previsto no art. 154 do Código Penal. A violação de segredo profissional, na forma da lei, consiste na ação de “revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem”.

O segredo pressupõe a revelação de fato não notório e que a vítima deseje manter em sigilo. A revelação deve ter o potencial de dano, seja de caráter patrimonial, moral, pessoal, profissional etc. Mas há a ressalva clara de que só ocorre vazamento ilegal se não houver justa causa.

NÃO HOUVE CRIME – Mesmo se ficar provado que o perito federal vazou a informação, pode não estar configurado o crime. Pelo contrário, no caso o autor prestou inestimável serviço à nação. Não há a menor dúvida sobre isso. Deveria ser promovido e homenageado, ao invés de estar sendo perseguido.

Ao tomar conhecimento de que um ministro do Supremo estava prevaricando, pois prestava serviços de proteção a empresário criminoso, e a remuneração milionária e despropositada era feita através do escritório da família da autoridade, o perito federal simplesmente cumpriu seu dever.

O vazamento ocorreu com justa causa e merece a ressalva prevista no Código Penal. Sua atitude de transmitir a informação, para evitar a impunidade que caracteriza o comportamento abusivo de ministros da Suprema Corte, não teve fins lucrativos e o perito federal se arriscou muito, para não deixar impune um crime muito mais grave.     

MENDONÇA ERROU – Não há a menor dúvida de que o ministro André Mendonça cometeu grave erro, ao coonestar a inaceitável perseguição a um servidor público de alto valor e que não teme enfrentar os detentores do poder.

A relatoria do caso Master é a mais importante já assumida pelo ministro, que precisa agir diferente da maioria dos integrantes do STF e reconhecer que pode cometer erros e tem o dever de corrigi-los.

Para levar seu trabalho a bom termo, é certo que Mendonça precisa do apoio de servidores como este perito da PF, que está sendo perseguido implacavelmente por outros membros da equipe de investigação, que  fazem o possível e o impossível para livrar da Justiça os ministros Moraes e Toffoli, assim como outros figurões envolvidos com Daniel e Henrique Vorcaro. Alias, pois agora ninguém sabe quem chefia a quadrilha de mafiosos – se é o pai ou o filho.  

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
A família Moraes recebeu R$ 80,2 milhões em dois anos. Documentos enviados à CPI do Senado que investiga o crime organizado mostram que o Master declarou 11 pagamentos de R$ 3.646.529,72 ao escritório ao longo de 2024, totalizando R$ 40.111.826,92. Em 2025, o Master repassou idêntica quantia ao escritório. Diante dessa realidade, Mendonça parece ser ingênuo demais para lidar com esse tipo de criminosos. O caso da perseguição ao perito da PF é bastante sintomático. Vamos aguardar e ficar de olho. (C.N.)

23 thoughts on “STF persegue policial que vazou contrato dos 129 milhões e que devia ser elogiado

  1. O APARATO PETISTA

    Resumo

    O Aparato Petista é uma rede flexível e resiliente que conecta políticos, movimentos sociais, intelectuais, artistas, mídia e empresariado patrimonialistas. Sua estrutura opera sem um centro único, se reorganiza facilmente após crises e integra diversos atores para converter influência em poder. Seu objetivo central é a extração da “mais-valia absolutíssima”, ou seja, a captura sistemática de múltiplos recursos que lhe garantem hegemonizar o ambiente político.

    O Aparato Petista: Estrutura, Funcionamento e Extração da Mais-Valia Absolutíssima

    O Aparato Petista pode ser compreendido como uma rede rizomática que articula atores políticos, sociais, intelectuais, artísticos, culturais e midiáticos, bem como o empresariado patrimonialista, partidos aliados e setores da burocracia estatal vinculados ao Partido dos Trabalhadores.

    ​O objetivo estrutural dessa rede é a extração da denominada mais-valia absolutíssima, definida como a apropriação simultânea e sistemática de recursos políticos, sociais, simbólicos e econômicos, assegurando poder, influência e perpetuação institucional.


    Estrutura e Funcionamento

    O Aparato apresenta três características centrais:

    ​- Flexibilidade organizacional: os núcleos políticos, sindicais, culturais e administrativos operam de forma coordenada, sem a necessidade de um comando único centralizado.

    – Capacidade de recomposição: crises ou mudanças institucionais não desintegram a rede, que se reorganiza rapidamente diante de contingências.

    ​- Integração de múltiplos atores: políticos, gestores, itelectuais, artistas e movimentos sociais convertem influência dispersa em poder estruturado, fortalecendo a rede.

    A Mais-Valia Absolutíssima

    O conceito de mais-valia absolutíssima, desenvolvido por nós, permite compreender o núcleo funcional do Aparato, caracterizado não apenas pela apropriação de valor econômico do excedente produzido socialmente, mas também por outras dimensões estratégicas:

    ​ Valor político: apropriação e instrumentalização de votos, filiações e lealdades partidárias como recursos estratégicos. Esta dimensão converte a participação política em capital funcional, garantindo sustentação eleitoral, ocupação de posições institucionais e manutenção de coalizões de poder.

    ​​ Valor simbólico: controle e manipulação de discursos, produção de legitimidade cultural e intelectual, estabelecimento de hegemonias discursivas e definição de marcos interpretativos que conferem validade científica, moral ou histórica às ações do Aparato.

    ​ Valor social: capacidade de mobilizar demandas coletivas, organizar grupos sociais e influenciar movimentos, transformando reivindicações legítimas em capital político e consolidando sua posição como mediador das tensões sociais.

    ​​ Valor administrativo e financeiro: controle de cargos, contratos, orçamentos públicos e decisões estratégicas dentro do aparelho estatal, garantindo acesso a recursos materiais fundamentais para manutenção burocrática e distribuição seletiva de benefícios, reproduzindo dependências e fidelidades.

    ​​ Valor institucional: preservação, expansão e legitimação de estruturas duradouras de poder por meio da ocupação sistemática de posições-chave e consolidação de normas, rotinas e redes organizacionais, assegurando a continuidade do projeto independentemente de mudanças conjunturais.

    ​​
    A extração totalizante descrita evidencia que o Aparato atua simultaneamente sobre o Estado, a política, a cultura e a sociedade civil, estabelecendo mecanismos complexos de influência e controle.


    Impactos

    Erosão da impessoalidade estatal: decisões administrativas refletem interesses patrimonialistas em detrimento do interesse público.

    Deslocamento do poder real: o controle formal do Estado coexiste com uma rede informal concentradora de recursos.

    Dificuldade de reforma: a flexibilidade e a resiliência da rede tornam mudanças pontuais pouco eficazes.

    Polarização e desigualdade política: a integração ao Aparato garante acesso privilegiado a recursos e oportunidades; aqueles fora da rede permanecem marginalizados.

  2. A Teoria do Direito explica como opera o mecanismo repressivo estatal controlado pelo Aparato Petista pra quem mostra sua real cara: a maior farsa e aberração ideológica da História, que idolatra um ser quase medieval.

    A teoria do “Direito Penal do Inimigo” foi desenvolvida pelo jurista alemão Günther Jakobs. Ela sustenta que determinados indivíduos — como terroristas, integrantes do crime organizado ou agentes considerados altamente perigosos — deixariam de ser tratados plenamente como cidadãos e passariam a ser vistos como “inimigos” do Estado. Nessa lógica, o foco deixa de ser apenas punir crimes cometidos e passa também a prevenir riscos futuros, permitindo medidas mais duras, como ampliação da vigilância, antecipação da punição e redução de garantias processuais.
    Em democracias constitucionais, essa teoria é extremamente controversa porque entra em tensão com princípios fundamentais do Estado de Direito, como:
    • presunção de inocência;
    • devido processo legal;
    • igualdade perante a lei;
    • direitos humanos e garantias individuais.
    Críticos afirmam que o Direito Penal do Inimigo pode abrir espaço para arbitrariedades, perseguições políticas e seletividade penal, especialmente contra grupos vulneráveis ou opositores. Também argumentam que, ao tratar alguém como “inimigo”, o Estado corre o risco de abandonar os próprios limites democráticos que deveria proteger.
    Por outro lado, defensores alegam que democracias modernas enfrentam ameaças excepcionais — terrorismo, facções armadas, narcotráfico internacional e crime organizado — que exigiriam instrumentos penais mais rígidos para preservar a segurança coletiva.
    Na prática, muitos estudiosos afirmam que elementos dessa teoria já aparecem parcialmente em diversas democracias contemporâneas, sobretudo após atentados terroristas e crises de segurança. Exemplos incluem:
    • leis antiterrorismo;
    • prisões preventivas prolongadas;
    • expansão da vigilância estatal;
    • regimes prisionais de exceção;
    • flexibilização de garantias em casos de segurança nacional.

    ChatGpt

  3. Mendonça irá requisitar/convocar/designar esse servidor para compor sua equipe, assim estimulando outros milhares a suprir algumas de suas deficiências informativas a respeito desse é de outros ainda blindados movimentos de sabotadores e criminosos da República!
    Abrólhos e avante!

  4. o legado de quase vinte anos de destruição país por Lula e seu Aparato.

    1. Educação
    📊 Posição: ~60–70/80 (PISA – OCDE)
    ➡️ Baixo desempenho global e alta desigualdade interna.
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    2. Infraestrutura
    📊 Posição: ~70–100/140 (World Economic Forum)
    ➡️ Gargalos logísticos e déficit em saneamento.
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    3. Estado democrático
    📊 Posição: ~40–60/167 (EIU Democracy Index)
    ➡️ Democracia “imperfeita”, com fragilidades institucionais.
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    4. Tecnologia e inovação
    📊 Posição: ~50–70/130 (WIPO – Global Innovation Index)
    ➡️ Ciência razoável, inovação produtiva limitada.
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    5. Criminalidade (homicídios)
    📊 Posição: entre os ~20 mais violentos do mundo (UNODC)
    ➡️ Altas taxas de homicídio e violência urbana.
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    6. Desigualdade de renda
    📊 Posição: top 10–20 mais desiguais (Banco Mundial – Gini)
    ➡️ Forte concentração de renda estrutural.
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    7. Desenvolvimento humano
    📊 Posição: ~70–90/190 (PNUD – IDH)
    ➡️ Desenvolvimento intermediário global.
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    8. Eficiência estatal (governança)
    📊 Posição: percentil ~50–60 (World Bank)
    ➡️ Capacidade estatal mediana-baixa.
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    9. Desigualdade de gênero
    📊 Posição: ~80–100 (PNUD)
    ➡️ Diferenças persistentes em renda, poder e violência.
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    10. Desigualdade racial
    📊 Sem ranking global direto
    ➡️ Um dos maiores contrastes raciais estruturais das Américas (IBGE).
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    11. Desigualdade regional
    📊 Sem ranking global direto
    ➡️ Um dos maiores desequilíbrios internos do mundo (IBGE).

  5. Tanto lá, quanto cá! https://ihr.org/journal/v06p-23_baxter-html
    “Para que fique registrado historicamente, ainda gostaria de ver o Congresso dos EUA reconhecer que uma injustiça foi cometida contra 30 cidadãos americanos no “Caso de Sedição”. Nenhum de nós jamais recebeu um centavo de indenização pelos maus-tratos e despesas sofridos, muito menos um reconhecimento oficial de que nosso governo cometeu um erro grave. Apenas comissões do Congresso fizeram tais admissões. Sim, gostaria de ver nosso Congresso se redimir perante a história, apagando ao menos parcialmente o que o Washington Post chamou de “uma mancha negra na justiça americana” e o que os tribunais federais declararam “uma farsa contra a justiça”. Creio que Deus um dia fará isso acontecer.”

  6. Até onde a elite vai com os Bolsonaro?

    Condescendência com acusações e instabilidades ligadas ao clã não se explica nem por dados econômicos e fiscais do governo de Jair

    A forma como parte da elite econômica e política espera para ver se a candidatura de Flávio fica de pé diante das evidências quase diárias de uma relação constante com Vorcaro escancara um fenômeno conhecido, mas que se renova a despeito dos fatos:

    – A enorme condescendência desses estamentos com todo tipo de instabilidade que a família Bolsonaro é capaz de provocar, algo inexistente em relação a qualquer outro grupo político.

    A eleição do ex-mito, em 2018, se deu a despeito da profusão de evidências de evolução patrimonial do patriarca e dos filhos incompatível com a atividade parlamentar de todos eles, do histórico antiliberal do “capitão” recém-associado a Paulo Guedes e de outras inconsistências.

    Os quatro anos de mandato de Bolsonaro trouxeram à tona detalhes da relação do ex-deputado estadual Flávio, então já senador, com seu ex-braço direito Fabrício Queiroz, evidências de prática de rachadinha em seu gabinete, de mais movimentações financeiras apontadas pelo Coaf como suspeitas, de relacionamento com ex-policiais ligados à milícia, mais compra de patrimônio imobiliário em transações milionárias e em dinheiro vivo — e tudo foi aceito.

    A gestão da pandemia expôs um presidente avesso à ciência, disposto a dinamitar o Programa Nacional de Imunizações, incentivando que se “passasse a boiada” em desmonte ambiental aproveitando o isolamento, zombando de medidas sanitárias e de mortes, trocando ministros da Saúde como quem mudava de camisa do Brasil.

    Houve abalo a sua imagem, mas ele quase foi reeleito.

    Vieram o 8 de janeiro de 2023 e aquela destruição sem precedentes em Brasília, por uma turba mantida em acampamentos em frente a quartéis por meses, incentivada por um presidente que abdicou do exercício do cargo desde a derrota no segundo turno, depois deixou o país sem passar o cargo ao sucessor.

    Houve repúdio generalizado de imediato, mas logo depois passou-se a relativizar a gravidade do que aconteceu, como se fosse apenas coisa de donas de casa armadas de batom.

    Por fim, o processo da trama golpista expôs a realização de uma reunião ministerial gravada em vídeo em que se discutiram opções até para melar as eleições.

    Vieram à tona um plano para matar autoridade e minutas de diferentes estados de exceção. O primeiro ex-presidente do Brasil foi condenado por tramar um golpe de Estado.

    E, ainda assim, uma parcela majoritária de nossos tomadores de decisão permanece aferrada aos desígnios desse líder, agora preso, a ponto de rapidamente assimilar aquilo que não queria: um presidenciável da própria família.

    Foi escolhida a segunda opção, porque o primeiro cogitado estava nos States havia meses obtendo sanções econômicas e políticas contra o Brasil.

    Agora, diante de um áudio reconhecido pelo próprio pré-candidato como autêntico, pedindo R$ 134 milhões a um banqueiro já enrolado para um filme sobre o pai, com recursos geridos por um fundo sem nenhuma transparência, existe uma torcida silenciosa para que a tempestade passe, e a motociata siga.

    É difícil compreender, apenas à luz da ideologia, tal complacência. Não foi vista em escândalos envolvendo políticos do PT ou mesmo do PSDB. Basta ver a descida ao inferno de Aécio Neves por muito menos que esse acervo do “azarão” e sua prole.

    O resultado econômico e fiscal sob Bolsonaro e Guedes não explica tal devoção imune a fatos. O antigo teto de gastos foi seguidamente excedido, houve a pedalada com precatórios e toda sorte de medida eleitoreira, inclusive elevando despesas assistenciais — um dos pecados sempre apontado nas gestões petistas.

    As pesquisas e as novas revelações (que não param de aparecer, a despeito das velas acesas na Faria Lima) dirão se Flávio se segura.

    Mas a disposição a passar pano com desinfetante para tudo o que tenha o sobrenome Bolsonaro é um traço distópico dos nossos tempos que precisará ser explicado nos livros de História, com as consequências dela decorrentes.

    Fonte: O Globo, Política, Opinião, 20/05/2026 01h07 Por Vera Magalhães

  7. André Mendonça ainda parece ingênuo e se deixou influenciar

    Esse sujeitinho asqueroso enganou um monte de bozolóides…..

    E o pior de tudo é quem o indicou para o Supra Sumo dos Deuses do Olimpo….

    Esqueceram o que o sinistro fez no verão passado…

  8. Sr. Newton

    Enquanto o Casal Marginal dorme na cama de 42 mil contos (comprada com meu dinheiro), o Brasil cresce um pouquinho..

    As oportunidades aparecem, mesmo com um Desgoverno Corrupto do Narcola X9…

    Gripe aviária nos EUA impulsiona exportação de ovos de Minas Gerais

    Demanda internacional por ovos brasileiros cresce com crise sanitária norte-americana, mas produção mineira garante abastecimento local.

    https://agroemcampo.ig.com.br/2025/noticias/exportacao-de-ovos-de-mg/

    aquele abraço…

  9. A soberba precede a queda: Flávio e o dinheiro que sumiu

    Dadas as circunstâncias, Flávio era o filho que restava para o ex-mito lançar a presidente. Se puser os pés no Brasil, Eduardo será preso.

    Para Carlos foi reservado o papel de senador por Santa Catarina. Se dependesse só dele, Carlos estaria na praia.

    Quanto a Jair Renan, vereador em Balneário Camboriú, é muito jovem e amante de festas. Será candidato a deputado federal.

    E quanto a Michelle, irá para o Senado. Natural que o ex-mito queira deixar a família bem empregada.

    Mas aí veio Flávio e começou a estragar o plano do pai. Flávio nada aprendeu e nada esqueceu.

    Tinha lá de ter pedido dinheiro a um banqueiro fraudulento, encrencado com a Justiça, para exaltar o pai em um filme e, por extensão, se autoexaltar?

    Flávio tinha lá de ter mandado um áudio a Vorcaro chamando-o de irmão e cobrando o pagamento das parcelas atrasadas para a realização do filme?

    Tinha lá, depois de o áudio ser divulgado, de negar a existência do áudio ou dizer que não se tratava de dinheiro público? Até dinheiro de emendas parlamentares, portanto dinheiro público, financiou o filme.

    E tinha lá de ter visitado Vorcaro em prisão domiciliar a pretexto de pôr um ponto final no negócio, como se soube ontem?

    Ou Flávio, o sagaz, pensou que Vorcaro continuaria a lhe dar dinheiro? Ou visitou-o para solidarizar-se com ele?

    A propósito: onde foi parar o dinheiro? Nos Estados Unidos, como a princípio se disse? Mas por que, se o filme foi produzido aqui e está quase pronto?

    Por que Flávio não explica tudo ao invés de mentir, e mentir, e mentir?

    Flávio acostumou-se a jogar parado. Para não afundar em definitivo, terá que se mexer. Aí mora o perigo; perigo para ele. Satisfação para seus adversários.

    Fonte: Metrópoles, Política, Opinião, 20/05/2026 05:30 Por Ricardo Noblat

  10. A história se repete , lembram-se da ” Operação Satiagraha ” contra a corrupção no país , liderada pelos então Juiz De Sanctis e pelo então delegado federal Protógenes Queiroz em 2004 , quando das descobertas do envolvimento até ao pescoço de figurões da república e revelado ao público a sociedade secreta então o banqueiro ladrão Daniel Dantas e o juiz do STF Gilmar Mendes , culminando numa perseguição implacável contra o delegado Protógenes Queiroz e seus colegas , obrigando Protógenes Queiroz e seus familiares a saírem do país , para não serem assassinados , pois eram os elos mais fracos da corrente , enquanto que tentaram afastar o então juiz Fausto Martin De Sanctis da presidência do processo da ” Operação Satiagraha ” , através de promoções e outros artifícios inventados na época .

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