Gilmar reage ao escândalo Master e diz que crise “não está no STF, mas na Faria Lima”

13 thoughts on “Gilmar reage ao escândalo Master e diz que crise “não está no STF, mas na Faria Lima”

  1. O escândalo do INSS que não pode ser esquecido, como quer o governo Lula

    A roubalheira do INSS exige respostas, responsabilização dos culpados e devolução de bilhões

    ‘Virar a página’ do roubo do INSS, como quer o governo, depende de respostas à sociedade, da responsabilização dos culpados e da devolução de bilhões em recursos à União

    O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse ao Estadão que chegou a hora de o País “virar a página” da crise dos descontos ilegais nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Para ele, é preciso atacar novas frentes, entre elas a redução dos juros do empréstimo consignado para aposentados e pensionistas e o fim da fila de pedidos de benefícios do órgão.

    “Precisamos salvaguardar a instituição, a Previdência Social e o INSS”, disse ele ao jornal. Muito à vontade no cargo, o ministro, inclusive, já assumiu o discurso de seu antecessor, Carlos Lupi, contra a reforma da Previdência.

    Para ele, trata-se de um “método de desconstrução” para enfraquecer a imagem da instituição e um problema da área econômica, muito embora a quantidade de contribuintes seja cada vez menor, e o envelhecimento da população, uma realidade que não pode ser ignorada.

    É conveniente para o governo Lula dar o escândalo como encerrado. Wolney Queiroz chefia o ministério há um ano, logo após a Operação Sem Desconto ter sido deflagrada. Então número dois da pasta, ele assumiu depois que se soube que Lupi havia sido alertado ainda em 2023 sobre os descontos em uma reunião do Conselho Nacional da Previdência Social e que levou quase um ano para adotar medidas para coibir as fraudes.

    Wolney Queiroz, por sinal, estava nessa mesma reunião, mas, diferentemente do chefe, sobreviveu ao escândalo. A pedido de Lula, ele desistiu de disputar a eleição para deputado federal por Pernambuco e permaneceu no ministério, o que torna a superação da crise – a tal virada de página – vital para seu futuro político. (…).

    Drástica, mesmo, é a conta que ficou com a União – mais precisamente, com o contribuinte – após o ressarcimento de mais de R$ 3 bilhões a mais de 4,4 milhões de beneficiários.

    O rombo, aparentemente, ficará por isso mesmo, uma vez que o governo conseguiu autorização para excluir os valores do arcabouço e da meta fiscal.

    A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS não ajudou em nada. Os trabalhos começaram mal, com deputados e senadores mais preocupados em blindar seus próprios grupos políticos, e terminaram de maneira melancólica, com o vazamento de mensagens íntimas de Vorcaro e sem sequer um relatório final aprovado.

    A “virada de página” a que Wolney Queiroz fez referência inclui ainda a demissão do presidente do INSS, Gilberto Waller Jr., que substituiu Alexandre Stefanutto, dispensado em abril do ano passado e preso desde novembro, e a troca da área responsável pelo inquérito da Polícia Federal (PF) sobre os desvios, que afastou o delegado Guilherme Figueiredo Silva das investigações.

    No caso de Waller Jr., o Executivo o dispensou atribuindo a ele a responsabilidade pela fila recorde de pedidos de benefícios do INSS, como se a medida não fosse uma forma de conter despesas e administrar o orçamento a conta-gotas.

    Quanto ao delegado, que pediu a quebra do sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República, para apurar suas relações com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, a PF alegou que a mudança visava a assegurar a eficiência e a continuidade das investigações.

    O esforço do governo é para que o escândalo do INSS fique para trás sem que seja preciso dar respostas à sociedade.

    Ora, a superação definitiva dessa crise depende essencialmente do governo, que precisa fazer o mínimo: buscar a responsabilização de todos os culpados e cobrar a devolução dos bilhões desviados pelas entidades e associações ao erário. A “virada de página” depende disso.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 25/05/2026 | 06h45 Por Editorial

  2. E vem aí o estelionato eleitoral

    Eis o resumo da coisa: as bondades eleitorais são dirigidas a beneficiários específicos; os custos recaem sobre todos

    Não se trata apenas de roubalheira. O dinheiro público vem sendo utilizado em benefício de candidatos às próximas eleições. O movimento mais recente nessa direção teve senadores e deputados como protagonistas.

    Foram aprovadas ‘leis’ que relaxam os controles aplicados no uso dos fundos eleitoral e partidário — formados, é bom que se registre, com dinheiro dos contribuintes.

    Candidatos e dirigentes partidários também querem mais recursos para praticar bondades eleitorais. De que são eleitorais, não há dúvida. Bondades? Aí depende. Para cidadãos, setores ou empresas beneficiados, certamente.

    Para o conjunto do país, poderiam ser chamadas de maldades.

    Os gastos de hoje são contas a pagar amanhã. E quem paga são todos os contribuintes. Eis o resumo da coisa: as bondades são dirigidas a beneficiários específicos; os custos recaem sobre todos.

    E não é que esteja sobrando dinheiro. O governo federal tem registrado déficits sucessivos — e a expectativa é que continue gastando mais do que arrecada. (…).

    O déficit nas contas públicas chegará ao final deste ano (…) perto de R$ 65 bilhões. Em consequência, (…) a dívida do governo aumentará todos os anos.

    Está implícito que o próximo governo terá de fazer um ajuste — ou conter as despesas, uma vez que a carga tributária já é muito alta.

    Afinal, o que vemos tanto no Executivo quanto no Legislativo é uma forte disposição para gastar.

    O governo Lula tem aumentado os gastos todos os anos. Neste em especial, já contratou despesas e créditos extraordinários de R$ 190 bilhões com bondades eleitorais variadas, desde subsídios para a gasolina até financiamento a juros abaixo do mercado a taxistas e motoristas de aplicativos.

    As demandas do Congresso, que já controla parte substancial do Orçamento federal, são sistematicamente por mais gastos. Em resumo, não se vê nenhuma proposta de contenção de despesas.

    Entretanto, está aí, no crescente buraco das contas públicas, o maior problema do país, causa de outros desarranjos.

    Todo mundo concorda que os juros no Brasil são muito altos. E muita gente, inclusive Lula, põe a culpa no BC — o que está errado. Os juros são altos porque o déficit e a dívida são também constantemente elevados.

    O governo, devedor, vai a mercado tomar dinheiro emprestado para fechar as contas. E paga juros de 14% ao ano. (…)

    Neste ano eleitoral, seria de supor que esse problema estivesse na pauta dos candidatos. Mas só está na pauta dos economistas. Esses economistas acham que o próximo governo será obrigado a fazer o ajuste, para não ser simplesmente paralisado pelo excesso de gastos e pela conta de juros.

    Portanto, está previsto aí um estelionato eleitoral. Será uma campanha cara, de muitas promessas caras.

    Os eleitos toparão com contas públicas deterioradas. Ou se corrige isso, ou o país cairá num cenário de baixo crescimento, inflação e juros altos. Estelionato de qualquer modo.

    Fonte: O Globo, Economia, Opinião, 25/05/2026 00h05 Por Carlos Alberto Sardenberg

    • Abrólhos!
      A los que se fueron demasiado pronto.
      A los que nos dejaron sin querer marcharse.
      A los que ya no sabemos si lo que queremos es abrazarles o que nos abracen.
      A los que brillan cada noche allí arriba.
      A los que están en nuestros sueños de noche y día también.
      A los que tuvimos que decir adiós sin querer, sin esperarlo.
      A los que nos dejaron huella, momentos y recuerdos inolvidables.
      A los que nos hacen soltar una lágrima al pasar por ese lugar especial.
      A los que nos dejaron un poco más solos, aunque no se hayan ido del todo.
      A los que nos dejaron miles de cosas por decir.
      A los que serán siempre, aunque no vuelvan nunca.
      A los que un día esperamos volver a ver.
      En ese cielo. En esa vida.
      Y poder agarrarles fuerte, y no soltarles.
      Y decirles, aunque sea por última vez:
      ” Te amo”

      Anónimo

  3. Nos meus estudos sobre o Aparato Petista quero desenvolver uma metodologia de análise do nível de alienação do sujeito que idolatra, voto e cultua a personalidade do nosso biden dos trópico.

    Inclusive verificado a hipótese de que pode ser desvio de caráter também

  4. Na Faria Lima não tem BanqueiroTogado que comprou Resort e ficou Milionário junto com a Família e nem recebeu 129 milhões de reais junto com sua Família através de Contratos e outras coisitas mais e se reuniram com Vorcaro para salvar o Banco, por enquanto o que se sabe, e nem viajou com Vorcaro ou participou se suas “Festinhas Sexuais com Bebidas Milionárias Fora do Brasil”, e nem é tão íntimo de sempre se reunir e passear com Vorcaro na “Casa do Banqueiro” ou seus eventos, sempre tinha alguém da Praça dos Poderes, a Intimidade dos Três Poderes com Vorcaro e o Rombo do Banco Master tem que ser Investigados, uma Toga não é maior que Deus e nem das Leis do Brasil e nem maior do que o Brasil e o Povo Brasileiro. O Cidadão quer saber que Intimidade é essa de membros de todos os Poderes participando dos Eventos de Vorcaro e suas Famílias terem Contratos Milionários com o Vorcaro e o Banco Master, alguém na Praça dos Três Poderes pode responder ? Quaisquer Poderes Públicos que não permitem serem Investigados e Auditados nos Objetivos, Finalidades e Atribuições de Quaisquer Cargos/Empregos Públicos, Confessa que está promovendo e praticando GESTÃO CRIMINOSA E TEMERÁRIA !

  5. Talvez uma culpa menor esteja na Faria Lima. Mas a maior parcela peloos problemas desse país esteja centralizado no que chamam a praça dos três poderes.

  6. O sinistrão indicado pela Rainha da Corrupção, vulgo Boca de Sapo faz parte da parcela da população que esquece rápido dos fatos…

    Esqueceu rapidinho dos 129 milhões de réis que seu cumpanhero abraçou do Banco Master Class…..

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