Charge do Alpino (Arquivo do Google)
Fernanda Fonseca
Gabriela Boechat
CNN
O TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) pagou R$ 184,4 milhões em “penduricalhos” a magistrados apenas em maio deste ano, primeiro mês em que os pagamentos já estavam submetidos à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que fixou limites para verbas extras da magistratura.
O Supremo determinou que os parâmetros passariam a valer a partir do mês-base abril de 2026, com reflexo na remuneração paga em maio. O tribunal paulista não havia informado ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) os pagamentos referentes a junho até a conclusão do levantamento.
RUBRICAS – Os dados fazem parte de levantamento da CNN com base no Portal de Remuneração da Magistratura, do CNJ. A apuração considera rubricas classificadas como direitos pessoais, indenizações e direitos eventuais, categorias usadas para identificar os chamados penduricalhos.
O valor pago pelo TJSP foi o maior gasto mensal identificado entre os tribunais estaduais com dados disponíveis. Sozinho, o tribunal paulista concentrou 38% dos R$ 479,9 milhões pagos em penduricalhos por 23 tribunais estaduais em maio.
Nenhuma outra corte chegou à metade do valor registrado em São Paulo no mês. O segundo maior gasto foi do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), que pagou R$ 74,9 milhões em penduricalhos em maio.
PARÂMETROS – Em março, o STF fixou parâmetros para limitar o pagamento dos chamados “penduricalhos” e reforçar o cumprimento do teto constitucional, hoje em R$ 46,3 mil. Essas verbas são pagas além do subsídio mensal de juízes e desembargadores, como direitos pessoais, indenizações, auxílios, plantões, férias e licenças não usufruídas.
A Corte não proibiu todas as rubricas, mas determinou o corte imediato de auxílios criados por normas locais e estabeleceu que outras verbas só podem ser pagas em situações específicas, com limites e comprovação. Entre os parâmetros definidos está o limite de 35% do subsídio para verbas indenizatórias autorizadas, como férias, plantões e licenças não usufruídos por necessidade de serviço.
O STF também autorizou o pagamento da PVTAC (Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira), equivalente a 5% a cada cinco anos de atividade jurídica, sempre respeitado o limite de 35% do subsídio.
OUTRO LADO – Questionado pela CNN, o CNJ afirmou que os dados do Painel de Remuneração da Magistratura são oficiais e fornecidos diretamente pelos tribunais, que também são responsáveis pela validação das informações.
O conselho acrescentou que a Corregedoria Nacional de Justiça acompanha o sistema remuneratório e “está atenta a eventuais descumprimentos” das regras fixadas pelo STF. A CNN procurou o TJSP, mas não recebeu retorno até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.
Esses Durango Kid nunca pega.
São como o Zorro, Piu Piu e Papa Léguas.
Sargento Garcia, Frajola e o Coiote ficaram velhos e desistiram.
A Justiça e a Promotoria do Estado de são Paulo foi aparelhada nos desgovernos da Facção Criminosa do Caviar…
Começou no ano de 1.995 quando o traseirão flácido sentou a primeira vez na cadeira de desgovernador.
E deu no que deu..
aquele abraço
Desembargador de SP recebeu R$ 723 mil em um único mês
https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/04/25/interna_politica,290846/desembargador-de-sp-recebeu-r-723-mil-em-um-unico-mes.shtml#google_vignette
Sr. Newton
Veja os valores….
Tribunais de SP e MG dizem ter R$ 7,6 bilhões em valores devidos a magistrados
Corregedoria Nacional de Justiça deve apresentar em agosto valores fiscalizados de atrasados devidos a juízes e desembargadores
Por Agência O Globo
https://www.folhape.com.br/economia/tribunais-de-sp-e-mg-dizem-ter-r-76-bilhoes-em-valores-devidos-a/499763/