Senado deve votar PEC em meio à disputa eleitoral
Eduarda Teixeira
CNN
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizou nesta terça-feira (6) que pretende pautar a votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a 6×1 logo após a Casa finalizar as cinco sessões de discussão da pauta, na semana que vem.
Em conversa com a imprensa, Alcolumbre disse que a proposta vai “cumprir integralmente o rito” de tramitação, “sem atropelos e sem acelerar nada”. O calendário estabelecido pelo senador começa já nesta semana. Serão realizadas sessões nesta terça, quarta e quinta-feira.
DELIBERAÇÃO – Na semana que vem os debates serão na terça e quarta-feira, para que a votação em primeiro turno seja realizada no dia 15 de outubro. Alcolumbre, porém, não cravou que irá votar os 2 turnos necessários para aprovar a proposta. Há chance de que a deliberação seja finalizada somente depois do segundo turno das eleições, em 25 de outubro, para que a PEC não “contamine” o debate eleitoral.
A PEC do fim da 6×1 determina a redução da escala para 5 dias de trabalho e 2 de descanso por semana, além da redução da jornada para 40 horas semanais. O texto foi aprovado em maio na Câmara dos Deputados, mas está travado na Casa Alta depois de uma tensão envolvendo o Executivo e o Legislativo.
CONTATO DE LULA – Alcolumbre chegou a dizer que esperava um contato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para avançar com a PEC, algo que não aconteceu. A rusga entre os dois só foi distensionada depois de um almoço entre eles e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) em 27 de agosto. Naquele momento, eles acordaram que o Congresso votaria a MP do fim da taxa das blusinhas e o PL dos minerais críticos na primeira semana de setembro.
Eles também deixaram clara a intenção de avançar com a PEC do fim da 6×1 na última semana de esforço concentrado antes do primeiro turno. A proposta, no entanto, só foi aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado durante os trabalhos dos senadores.
Ao comentar o cenário eleitoral, Alcolumbre classificou a disputa como “muito importante” e defendeu que os brasileiros escolham, no segundo turno para presidente e nos estados onde haverá nova votação, “com a sua consciência, livre para escolher o que é melhor para o Brasil”. Como presidente do Congresso Nacional, disse que irá respeitar o resultado das urnas e disse esperar que todos os brasileiros façam o mesmo no segundo turno.
Naturalmente. Quer criar um factóide para ajudar o nine.
Tenho muitas dúvidas sobre esta nova carta na mesa da jacu de gaiola.
Muito provavelmente o patronato já deve estar mostrando pros seus trabalhadores as consequências de se trabalhar menos e ganhar igual: demissão, fechamento de empresas que não têm como aumentar a produtividade via tecnologia.
Não se muda a economia, que é real, com leis, que se deem no âmbito puramente metafísico.
Um parente começou um novo trabalho, vai receber X de salário e X de vale-refeição. Uma das formas que serão usadas para diminuir o impacto na folha de pagamento.
Bets, Imposto de Renda, aumento de bolsa-família e o escambau.
O produto é muito ruim, nem com o melhor marqueteiro e as maiores ofertas de benesses irá reverter o quadro, que é mais do que do Lula, é o ocaso do Estado Cleptopatrimonialista, da Velha República Tardia.
O que não significa que estejamos indo pro paraíso das capitanias hereditárias bolsonaristas.
Hoje ouvi o grande jornalista Mário Sabino dizendo que o bom da Democracia é podermos mudar de erro.
Mesmo porque a perfeição não é uma meta defendida pelo goleiro. É metafísica pura.
A perfeição é uma meta defendida pelo goleiro, que joga na seleção. E eu não sou Pelé nem nada.
Gilberto Gil , um dos idólatras do jacu de gaiola.
Pra reeleger o jacu de gaiola está-se destruindo a Economia e as finanças públicas.
O que significa que sua recondução será pro impeachment, cujas condições objetivas aproximam-se das da época da Dilmanta.
Assunto fora de pauta:
O ilustre Duarte Bertolini, trouxe a baila os voluntários da enchente de POA,que foram enganados.
Pior,a empresa Taurus que fabrica armas,teve apoio da Polícia Federal.
Vejam.
https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/10/07/trf-4-indenizacao-voluntarios-enchente-rs-taurus.ghtml
BRICS – A NOVA ORDEM MUNDIAL – BRASIL – RÚSSIA – INDIA – CHINA – ÁFRICA
Grupo Público
Blaut Ulian Junior Ulian
Estudou na instituição de ensino UNAERP
Mora em Ribeirão Preto
Professor Celio de Moraes
Aqui estão as principais consequências negativas para o Brasil ao sair dos BRICS, organizadas de forma clara:
💰 Comércio Exterior
– Os países do bloco compram mais de 1/3 das exportações brasileiras — mais que EUA e União Europeia somados
– A China sozinha compra ~30% do que o Brasil vende para o exterior
– Risco de perda de preferências comerciais, acordos de facilitação e prioridade em compras públicas dentro do grupo
– A Índia, outro membro, é mercado em rápida expansão para produtos brasileiros; a saída reduziria a influência do Brasil nessas negociações
🏦 Financiamento e Autonomia Financeira
– Perda de acesso ao Novo Banco de Desenvolvimento (Banco do BRICS): empréstimos com juros mais baixos e menos condicionalidades que o FMI ou Banco Mundial, voltados para infraestrutura, energia e projetos sociais
– Fim da participação no Arranjo de Reserva Contingente: fundo de US$ 100 bilhões que protege os membros em momentos de crise cambial
– Enfraquecimento da agenda de desdolarização: o Brasil perde espaço na construção de mecanismos de pagamento alternativos, reduzindo custos cambiais e a exposição a sanções externas
🌍 Influência Diplomática e Geopolítica
– O Brasil deixa de ser representante da América do Sul num dos fóruns mais poderosos do planeta, reduzindo sua voz nas reformas da ONU, Conselho de Segurança, governança global
– Isolamento relativo: perde protagonismo no Sul Global, enfraquece a capacidade de barganha com EUA e UE — sem ganhar contrapartida garantida do Ocidente
– A saída não garante adesão automática à OCDE nem tratamento preferencial nos EUA; historicamente, os EUA são concorrentes do Brasil em agronegócio, não comprador alternativo
📉 Investimentos e Parcerias Estratégicas
– Redução de investimentos recíprocos dentro do bloco — projetos conjuntos em mineração, energia, manufatura e tecnologia perdem impulso institucional
– Instabilidade jurídica e política afasta investidores externos, que veem o BRICS como marco de previsibilidade de longo prazo .