Charge reproduzida do Arquivo Google
Júlia Sofia
Veja
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 6, que poderá enfrentar um novo processo de impeachment caso o Partido Republicano não vença as eleições de meio de mandato de 2026.
A declaração foi feita durante um encontro fechado com parlamentares republicanos da Câmara dos Representantes, em Washington, e soou como um alerta aos aliados sobre o risco político de uma eventual derrota nas urnas.
DISSE TRUMP – “Temos que ganhar as eleições de meio de mandato porque, se não ganharmos, eles vão encontrar um motivo para me destituir”, disse Trump.
“Eu vou sofrer um processo de impeachment”, afirmou o presidente, ao defender maior unidade do partido em torno de sua agenda. Durante o discurso, Trump também cobrou dos parlamentares uma atuação em temas como políticas de gênero, saúde e reformas eleitorais.
As eleições legislativas de novembro colocarão em disputa todas as cadeiras da Câmara dos Representantes e um terço do Senado, em um pleito decisivo para o futuro do governo.
MEIO DE MANDATO – Historicamente, o partido do presidente costuma perder força no Congresso nas eleições de meio de mandato. “Dizem que quando você ganha a presidência, você perde as eleições de meio de mandato”, disse Trump.
Apesar da forte deferência demonstrada até agora pelos republicanos da Câmara, que têm cedido espaço ao Executivo em temas como gastos públicos, começam a surgir sinais de atrito.
Ainda nesta semana, a Casa pode votar a derrubada de um veto presidencial que bloqueou projetos de infraestrutura hídrica no Colorado e em Utah, iniciativa que exigiria maioria qualificada de dois terços para prosperar.
Trump já foi alvo de dois processos de impeachment durante seu primeiro mandato, entre 2017 e 2021, ambos aprovados pela Câmara dos Representantes, então controlada pelos democratas.
As acusações envolveram abuso de poder no caso da Ucrânia e sua conduta antes da invasão do Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.
Em ambas as ocasiões, o Senado, dominado pelos republicanos, absolveu o presidente.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Nos Estados Unidos, a alternância no poder é uma realidade. Neste final de ano, se as eleições deixarem Trump em minoria na Câmara e no Senado, ele pode mesmo ser derrubado, para benefício do Brasil e do mundo, digamos assim. (C.N.)
“Se os republicanos ‘perderam'” não. PerderEm.
Ah tecladim…
Esse erro foi da pesada, Clô. Preciso trocar de óculos.
Forte abraço,
CN
rsrsrsrs…
Abs.
Ainda há quem acredite que Trump capturará Putin, assumirá a ditadura e colonizará a Rússia, assim como está fazendo com a Venezuela, antes de cair.
Em seguida será a vez de capturar Xi, colonizar a China e assumir sua ditadura.
“A declaração foi feita durante um encontro fechado com parlamentares republicanos da Câmara dos Representantes, em Washington,….”
PS. Fechada, ou infiltrada, como o 06 e o 08 de janeiro, lá e cá??
Não importa o partido ou prepostos descabeçados para tanto alçados e locupletos, a inconsequente submissão é mantida às etapas dos programas khazarianos, tida “fraterna idéia fixa”!
https://youtu.be/cPHCOKK0HpI?si=qbawA45RKclsX8qj
Para refletir!
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Há muito tempo atrás, quando a Bolívia tinha um golpe de estado por ano, li o que escreveu uma pessoa que na época era uma espécie de adivinho, e que previa o futuro.
Dizia ele, que em data futura, ainda bastante longe
do tempo em vivia, que a Bolívia um dia seria uma democracia consolidada, e que os Estados Unidos é que passaria a ser uma republiqueta golpista.
Pois bem! A Bolívia já aposentou o golpismo a algum tempo, mas agora vem o pais do Tio Sam com um “samba enredo” diferente.
Será que a profecia vai se confirmar?
Mundo real: o Brasil foi jogado na parte fraca da geopolítica pela assinatura nefasta do tratado na gestão Fernando Henrique Cardoso.
Sem armamentos nucleares, Trump esfrega na nossa cara a burrada que fizemos (fizeram conosco).
Temos tecnologia, temos cientistas, mas não temos instrumentos de dissuasão na selva que é o ordenamento global.
Isso sem mencionar a defasagem desproporcional das nossas Forças Armadas e o aniquilamento da nossa indústria de defesa.
Entre “direita” e “esquerda” não há a mínima defesa dos interesses nacionais.