
Patrimônio dos aposentados foi atacado , diz professor
Léo Arcoverde
G1
O advogado Rômulo Saraiva, professor de Direito Previdenciário, disse que o caso Master é um episódio em que “o patrimônio dos aposentados foi atacado por fraudadores”.
Na avaliação do especialista, que é autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão”, resultado de sua pesquisa de mestrado, no caso Master, e em especial na investigação que levou à prisão de Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, está claro que houve a manipulação de “letras financeiras sobreprecificadas”. “Não é uma coisa nova. É a velha promessa de ganhos exagerados”, explica Saraiva.
ANÁLISE ROBUSTA – Para que isso não volte a acontecer com outros institutos de previdência públicos, diz o especialista, estes órgãos precisam adotar uma análise mais robusta para avaliar o que é temerário ou fraudulento, e evitar esse tipo de aporte. “Só assim para o patrimônio previdenciário não ser usurpado.”
O professor analisou, ainda, que a recuperação de ativos destes fundos de pensão, que não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), é algo muito difícil de acontecer, na prática, no Brasil. O que, concretamente, significa dizer que os próprios servidores públicos e aposentados é quem geralmente cobrem os rombos nos fundos de pensão por meio de contribuições previdenciárias mais altas.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que o caso Master chama muito a atenção das próprias autoridades, a cada nova etapa da investigação, e que o Estado deve buscar a recuperação desse dinheiro supostamente desviado.
Expõe fragilidade ou expõe gestores corruptos?
Essa é a fragilidade.
GESTORES CORRUPTOS!
BINGO!
Abraço,
José Luis
Se as oligarquias, neste escândalo do Banco Master, conseguirem criminalizar a PF, como fizeram comm a tal República de Curitiba, na Lava Jato, aí já era.
A venezuelizacao completa-se, com a constitucionalização da Cleptocracia.
Nas creio, que a importância geopolítica do Brasil, com sua potencialidade estratégica inexplorada pelos vermes, que nos tem governado, não tem chance nenhuma de se tornar um Estado criminoso, como o venezuelano.
A brincadeira uma hora acaba.
A criminalização da PF é um caminho pro cadafalso.
Um país, como o Brasil, tem chance zero de se tornar um Estado criminoso, como a Venezuela.
Embora a escalada das oligarquias apontem pra uma radicalização neste sentido, com a criminalização da PF.
Já extrapolaram ao assaltarem no sensível mercado financeiro, mas destruírem a PF, implica questões geopolíticas estratégicas.
Não creio na consolidação do Estado criminoso no Brasil.
Até hoje, Sr. Haddad, o Estado brasileiro não moveu uma palha para recuperar o roubo de aproximadamente R$ 60 bi nos fundos de pensão da Caixa, BB, Correios e outros, que estão sendo repostos vitaliciamente pelos participantes associados.
Senhor Carlos Silva , de fato , todos os funcionários tanto da ativa quanto aposentados da Petrobrás , estamos pagando compulsoriamente de nossos ” salários e aposentadorias ” os sucessivos rombos/roubos de nossos recursos do fundo de pensão Petros , que incialmente seriam temporários de 18 anos , mas no governo de Jair Bolsonaro , seu então ministro da economia Paulo Guedes mudou o seu Status de cobranças temporárias , para o Status vitalício , com o agravante de que Paulo Guedes é um notório algoz dos fundos de pensão dos funcionários das empresas públicas e das estatais , sendo que continua impune até hoje .