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Decisão retoma ‘fluxo ordinário’ de perícias e depoimentos
Julia Duailibi
Felipe Turioni
G1
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que derrubou restrições impostas pelo então relator do caso Master, Dias Toffoli, e determinou a retomada de perícias e depoimentos no processo é um movimento para limitar a influência do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, sobre as investigações.
No despacho desta quinta-feira (19), ao restabelecer o “fluxo ordinário” das apurações pela equipe responsável, o novo relator introduz um ponto central que atinge diretamente o acesso às informações da estrutura de comando da corporação. Na decisão, Mendonça determinou que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito.
“Somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos reciprocamente compartilhados é que devem ter conhecimento das informações acessadas, o que lhes impõe o dever de sigilo profissional, inclusive em relação aos superiores hierárquicos e outras autoridades públicas”, afirmou Mendonça no despacho.
SIGILO – Na prática, a decisão reforça que delegados devem manter o sigilo das investigações e não são obrigados a compartilhar dados com superiores hierárquicos que não estejam formalmente vinculados ao inquérito — o que inclui o diretor-geral da Polícia Federal.
Ao enfatizar que o dever de sigilo se restringe aos investigadores formalmente designados, Mendonça não apenas revoga limitações impostas ao trabalho técnico da PF no caso Master, como também envia um recado institucional: o fluxo de informações em investigações sensíveis deve permanecer circunscrito à equipe responsável, reduzindo a margem de atuação da cúpula administrativa da corporação.
“Em relação a outras áreas e autoridades da Polícia Federal que não estejam diretamente incumbidas das atividades investigativas, ficam restritos o acesso às informações e andamento das investigações, razão pela qual as autoridades administrativas e estruturas correspondentes devem apenas prover os meios e recursos humanos e materiais necessários ao bom, célere e efetivo andamento das investigações”, afirmou o ministro.
CPI DO INSS – Nos bastidores, a decisão é vista como reflexo de um incômodo já manifestado por Mendonça em outro contexto: a CPI do INSS, da qual é relator e que também investiga o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Pessoas com conhecimento do caso afirmam que, entre os fatores que motivaram a decisão de reforçar a proteção da investigação em relação ao diretor-geral da PF, está a percepção de Mendonça de que informações sensíveis vinham chegando previamente ao comando da corporação. Rodrigues é muito próximo do presidente Lula, com quem tem viajado, e é cotado como possível nome para assumir um ministério.
Não seria muita areia para o caminhãozinho dele, não?
“É cada dia mais estarrecedor o autoritarismo que emana do STF”, diz TI Brasil
“É cada dia mais estarrecedor o autoritarismo que emana do STF e o declínio democrático brasileiro” afirmou a ONG Transparência Internacional – Brasil afirmou na quinta-feira, 19.
“Um presidente de sindicato é alvo de intimidação por parte de um juiz constitucional, por defender servidores (culpados ou não) vítimas de evidente abuso de autoridade.
Fonte: O Antagonista, Brasil, 20.02.2026 08:09 Por Redação
A TI Brasil diz que “é cada dia mais estarrecedor o autoritarismo que emana do STF”
“É cada dia mais estarrecedor o autoritarismo que emana do STF e o declínio democrático brasileiro” afirmou a ONG Transparência Internacional – Brasil, na quinta-feira, 19.
“Um presidente de sindicato é alvo de intimidação por parte de um juiz constitucional, por defender servidores (culpados ou não) vítimas de evidente abuso de autoridade.
Fonte: O Antagonista, Brasil, 20.02.2026 08:09 Por Redação
Sugiro que a pilantragem faça cursos , no que supomha exista, darks Wall-Streets e Faria Limas.
Delinquir no mercado financeiro é da mesma proporção idiotizante de tentar manipular eleitoralmente o Carnaval.
“Abrolhos!”
” Controle por Psicopatas. ”
“Estima-se que entre 3% a 5% da população em geral seja constituída por psicopatas. Esses indivíduos ascendem às posições de liderança porque são profundamente insensíveis e têm corações de pedra. Estamos vivendo em um tempo em que os psicopatas ascenderam à liderança política, econômica e social em virtualmente todos os países desenvolvidos. Portanto, é natural que eles cooperem entre si, pelo menos por um tempo, em âmbito internacional, de modo a aumentar ainda mais seus poderes e influências. Se você tem dificuldade em acreditar que existe uma grande conspiração internacional, então pelo menos considere a possibilidade que os psicopatas mais influentes do mundo estejam trabalhando em conjunto para atingirem um objetivo comum. Se eles realmente estão, então a gigantesca perda de vidas que o plano globalista envolve será muito mais fácil de compreender.”
https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&hs=PniU&sca_esv=eeac5553ac719be9&udm=7&fbs=ADc_l-acAb_3MMOAUx0zmbUpgBqRiigBgL2I_pgQa-94zvB054Dys3s2x_Qm_GJcU2DlSXjiZk_2O2KlPuox12P9xwHqLLgha43_Fm7hqhNNykyn4fZ3in9j5fu3zhrLoANYS2ZaUiazqlxmljTRr_JW47ZiWQlx91a07gLv0VcK_jhTUbP1HHA5z2oa1Dc6W1XinAULKck2KDLKbEkXYrTD0iJaB3sqtg&q=maria+beatriz+psicopatas+piol%C3%ADtica&sa=X&ved=2ahUKEwiMueep4eiSAxWODLkGHcS3OfMQtKgLegQIFRAB&biw=1232&bih=650&dpr=1.36#fpstate=ive&vld=cid:f953110f,vid:4vWStOrHDDg,st:0
https://veja.abril.com.br/coluna/augusto-nunes/o-psiquiatra-ednei-freitas-analisa-a-cabeca-de-lula-esse-tipo-de-psicopata-e-dificil-de-curar-e-o-paciente-nao-melhora-na-cadeia/
Supremo Xandão Federal: ministro atua no que quer, quando quer e como quer
Xandão – já há muito tempo – vem transformando a Suprema Corte em um tribunal de exceção. A seu jeito e modo, torce e retorce a Constituição e atropela quem se opõe aos seus métodos, digamos, não convencionais. Um inquérito que já dura sete anos é só um exemplo.
Durante o julgamento da chamada “trama golpista”, inúmeros juristas e especialistas apontavam a suposta ilegalidade de Moraes atuar como investigador, inquisidor e juiz, mesmo sendo diretamente interessado ou afetado pelos atos criminosos em questão.
Lado oposto, muita gente também afirmava o contrário, dando sustentáculo à permanência do xerifão carequinha como relator. Porém, todos, ou praticamente todos, apontavam a aberração que se tornou o inquérito das Fake News, onde tudo cabe e nunca termina.
Sempre eles
Pois eis que o inquérito, aberto de ofício por ninguém menos que Dias Toffoli, “o amigo do amigo do meu pai” e agora uma espécie de parceiro comercial de Daniel Vorkaro, do Banco Master, e presidido por Moraes, serve de guarida para mais persecução criminal.
Servidores da Receita Federal, segundo informou o próprio STF, agiram ilegalmente e quebraram os sigilos fiscais de parentes de ministros da Suprema Corte, notadamente os da esposa de Moraes e da enteada de Gilmar.
No caso de Viviane Barci, o motivo teria sido o contrato celebrado entre ela, que é advogada, e o banqueiro – sempre ele! – Daniel Vorcaro. Um acordo de R$ 129 milhões, para defender os interesses do banco. E só. Nada mal, não é mesmo?
Futuro repetindo o passado
Lá em 2019, no nascedouro desta aberração jurídica conhecida como Inquérito das Fake News, dois servidores da Receita também foram alvos do STF. Afastados, anos depois foram reintegrados sem que provas robustas de seus delitos fossem encontradas.
À época, dentre outros “desmandos”, Toffoli – e não Moraes – suspendeu as investigações do COAF por todo o Brasil, permitindo, com isso, que Flávio escapasse das investigações de rachadinha em seu gabinete na Alerj. Queiroz agradeceu muito, aliás.
Os atos do Supremo contra a Receita e o COAF, à época, foram justificados por supostas ilegalidades de agentes públicos que estariam, sem ordem judicial, investigando as esposas de ministros do STF – a de Toffoli e a de Gilmar.
Onipresente, onipotente, onisciente
Como no Brasil nada se cria e tudo se copia, e como vivemos numa espécie de looping temporal, eis que a mesma razão assiste aos ministros do Supremo mais uma vez. E dá-lhe Xandão, vítima, mandando brasa em operações contra supostos algozes.
Quatro servidores foram alvos da canetada suprema – e merecida, diga-se de passagem. Medidas gravosas inéditas nesta fase processual, como apreensão de passaporte e uso de tornozeleira eletrônica, foram determinadas por Moraes.
Se há ilegalidade em quebrar sigilos sem autorização judicial, igualmente pode haver ilegalidade em ser vítima, interessado, investigador, acusador e juiz. E, dessa vez, não apareceu tese jurídica possível em contrário, nem ameaça ao Estado Democrático de Direito como desculpa.
STF implode STF
Não se combate crimes passando por cima das leis. Muito menos se defende um tribunal, tentando blindar seus integrantes. Impessoalidade, transparência e publicidade são princípios básicos da administração pública – e do devido processo legal.
O STF passa por uma grave crise de credibilidade e, eu diria, de identidade. Sua ruína será a ruína do próprio país. Assim, é fundamental que seus integrantes – os demais – zelem pelo que não está sendo, ao menos sob a ótica da sociedade, bem-cuidado por outros.
Toffoli não é o STF. Moraes não é o STF. Como os demais são servidores do Judiciário, e a ele e à sociedade devem lisura e satisfação. Ou o STF acaba com este estado miserável de coisas, ou este miserável estado de coisas acaba com o STF. E com o próprio Brasil.
Fonte: O Antagonista, Opinião, 18.02.2026 11:12 Por Ricardo Kertzman
Ainda bem que quem hegemoniza a política nacional, através de chantagens, compra de apoios, corrupção, não detém o privilégio da inteligência.
A “esquerda progressista”, que já suicidou ideologicamente, não lê Marx, como os seguidores de Jim Jones não liam a Bíblia.
Supersticiosos fanáticos.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-46258859
“Come ananás, mastiga perdiz. Teu dia está prestes…”
Maiakóvski.
O assassinato da Lava Jato foi a senha pros ladrões pés-de-chinelo partirem pro roubo no mercado financeiro.
Embora aqui opere o capital fictício, fica, somente na aparência, que seria mais fácil e secreto que, por exemplo, no âmbito das obras públicas, Mas o nome fictício é uma mera expressão que confune os incautos, pelas razóes acima expostas.
Daí a total falta de apoio até pela impressa marrom oficiosa.
Hitler uniu capitalistas e comunistas.
Mas não nos preocupemos em demasiado, o Aparato Petista morre com o Lula, a fome da sua velhacaria pra pegar os butins com as pernas sozinhos, é tão grande que não permitiram sucessores, com quem dividir o ouro.
Mas, limpar Estado putreficado por esta corja, talvez exija uma nova Constituição.
O novo Relator do Caso Master, ministro André Mendonça, que substituiu o ministro das decisões absurdas e teratológicas, Dias Toffoli, manteve o sigilo das investigações a cargo da Polícia Federal de nível 4 para nível 3.
Ora, Mendonça manteve a escuridão sobre os dados sensíveis para a Côrte Suprema, abandonando a Luz do Sol. Qual a diferença em relação a Dias Toffoli?
André, o novo ministro Relator, devolveu em parte as prerrogativas da PF investigar e manter o material apreendido dos réus da operação Master, mas, proibiu o acesso do inteiro teor das futuras investigações ao Diretor Geral, Andrés Rodrigues. Por que será? Tem algum viés político já decisão? O ministro Mendonça desconfia do Diretor, chefe dos investigadores? São perguntas que não querem calar e jamais serão respondidas. Cabe a cada um de nós, a decisão de decifrar esse enigma.
O ministro André Mendonça, devolveu a CPI do INSS e a Polícia Federal, os documentos que Dias Toffoli mandou entregar ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre para ser o guardião das investigações coletadas pela CPI, ou seja, com destino do arquivo morto ou mesmo sentar em cima de informações nada republicanas sobre membros dos Três Poderes. Essa decisão de André Mendonça tem relação de causa e efeito, sobre a Relatoria do ministro,também na operação INSS.
Se já não bastasse a Relatoria do Inquérito do Fim do mundo, também chamado de Inquérito das Fake News, sob a Relatoria do ministro Alexandre de Morais , que já dura sete anos e nela cabe tudo e mais alguma coisa, agora temos dois Inquéritos amplos, comandados por André Mendonça.
A crise suprema, ao invés de cessar, escala mais um pouco.
Que fazer?
Alerta de quem não se deixa levar pelo canto das sereias, mesmo em meio ao tamanho mau tempo e às tempestades tenebrosas que assolam o país.
Nossos aplausos, Senhor Roberto Nascimento. Parabéns pela oportuna análise.
Obrigado Panorama. Escrevo para vocês e para ler as matérias e comentários do Blog da Liberdade.
As referências da teoria ecnoòmica marxista sobre a corrupção no mercado financeiro foram buscadas no ChatGpt.
André Mendonça manda Alcolumbre entregar dados de Vorcaro à CPMI do INSS
Ministro autorizou que dados do banqueiro obtidos por meio de quebras de sigilo sejam devolvidos à Comissão Parlamentar Mista
a tal “esquerda progressista” corrupta,ao roubar o povo, usa esta justificativa de que não são corruptos na essencial,mas fruto de um sistema corrupto, que seria o capitalismo.
É a infantilidade irresponsável de quem não tem qualquer compromisso com nada e que terceiriza seus hábitos criminosos.
Por isto são incapazes de enfrenatrem e resolverem qualquer problema através de seus governos.
Têm limitações externas, sistêmicas, que justificam sua inapetência da vida concreta com seus problemas concretos.
Refugiam-se no seu paraíso esquizo-metafísico, explicado por Marx em “A Sagrada Família”.
Quer conhecer o caráter desta pilantragem?
https://dlivros.com/livro/sagrada-familia-karl-marx
Se não reconhecermos que estamos num estado Oligárquico Patrimonialista, não compreenderemos nenhuma ação de nenhum agente público.
Recorramos a Max Weber:
📌 O que é patrimonialismo?
Segundo Max Weber, patrimonialismo é um tipo de organização do poder em que:
• Não há separação nítida entre o que é público e o que é privado.
• O governante administra o Estado como extensão de sua autoridade pessoal.
• Cargos são distribuídos com base em vínculos pessoais e confiança.
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📌 O que acontece com quem ocupa cargos nesse modelo?
Em um arranjo patrimonialista:
• O ocupante do cargo tende a ter maior margem de discricionariedade pessoal.
• A distinção entre decisão institucional e interesse particular pode ficar menos rígida.
• Relações de lealdade podem influenciar a permanência e a ascensão no cargo.
• Certas vantagens políticas ou sociais podem estar ligadas à proximidade com o centro do poder.
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📌 Qual é a implicação estrutural?
Quando a estrutura funciona com base em relações pessoais:
• A impessoalidade administrativa é reduzida.
• O exercício da função pública pode gerar benefícios indiretos ligados à posição ocupada.
• A lógica institucional prioriza vínculos e fidelidade, mais do que critérios abstratos e universalistas.
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📌 O ponto central
Patrimonialismo não é uma acusação individual.
É uma descrição de como o poder é organizado:
• quanto mais pessoalizado o sistema,
• maior a possibilidade de que o cargo traga vantagens associadas à posição e às relações estabelecidas.
(ChatGpt)
Não há nada de criatividade ou falta de precivesibilidade no compartamente destes agente públicos. Max Weber (1864-1920)
Não é à toa que estão destruindo nossas Ciências Sociais.
Alguém ai já ouviu falar em hierarquia? Pois é! Com base nesta mesma hierarquia, pergunta-se: Como é que funcionários subalternos poderão negar informações a seus superiores hierárquicos?
Se é o chefe quem manda, subordinado obedece, ou então é enquadrado por insubordinação.
Mesmo nas esferas civis, a hierarquia e disciplina tem que ser respeitadas.
Resposta excelente Janjão. André Mendonça o ministro Relator, cometeu o primeiro erro. Ao desconfiar do chefe dos investigadores da PF, proibiu os subalternos de informar ao Diretor da Polícia Federal, qualquer informação sobre o conteúdo dos celulares do Vorcaro.