Disputa religiosa entra na corrida ao governo do Rio e expõe racha entre Paes e Malafaia

8 thoughts on “Disputa religiosa entra na corrida ao governo do Rio e expõe racha entre Paes e Malafaia

  1. As oligarquias que retiraram o gênio da lâmpada pra defender sua “Democracia”, agora tentamcolocá-lo dentro da garrafa.

    Se forem tão incompetentes, como pra gerir o Estado, equacionar nossos problemas estruturais (incompetência programada) e derrotar o Bolsonarismo, não o conseguirão.

    Só mesmo com a adessão dos demais setores da sociedade será possível fechar o puteiro de beira de estrada que se tornou a República. Algo que me parece improvável em ano eleitoral.

    https://www.instagram.com/reel/DVGtlbCmmOV/

    • Perdeu, mané!

      Não defenderam a Democracia, esgarçaram o tecido democrático e republicano.

      Não derrotaram o Bolsonarismo, que tem meia dúzia de bns nomes pra disputar a Presidência, enquanto seu único candidato é o mumia Lula, que terceirizou a Presidência e está abaixo do baixo clero, sem qualquer poder pra botar ordem na gafieira.

      https://www.youtube.com/watch?v=AjwNxsmlJ6k

  2. Eu vomito copiosamente ao ouvir o nome deste sujeito, o Lindinho da Lava Jato, da ala “jovem do Aparato Petista.

    https://www.instagram.com/reel/DVGu1gQDS0f/

    Tem a desfaçatez de achar que não se sabe dos nomes que são do seu campo d engalobação, digo, político-ideológico:

    📌 Ricardo Lewandowski – ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e atual ministro da Justiça:
    • O escritório de advocacia dele teria mantido um contrato de consultoria com o Banco Master por cerca de 21 meses, inclusive após ele assumir o Ministério da Justiça em 2024, com pagamentos mensais reportados a partir do banco. (paranaoeste.com.br)
    • Esse contrato foi noticiado em reportagem e há controvérsia sobre sua atuação. (paranaoeste.com.br)
    📌 Alexandre de Moraes – ministro do STF:
    • O escritório de advocacia da esposa dele, Viviane Barci de Moraes, teria firmado um contrato de consultoria jurídica com o Banco Master, com valores milionários previstos ao longo de anos. (bnbrasil.com.br)
    • Também há reportagens sobre contatos dele com autoridades do Banco Central relacionados ao caso, e especialistas afirmaram publicamente que haveria potencial conflito de interesse (embora não necessariamente crime). (CNN Brasil)
    📌 Dias Toffoli – ministro do STF:
    • Reportagens mencionam que ele já participou de eventos patrocinados pelo Master e que referências ao nome dele apareceram em dados apreendidos em investigação da Polícia Federal, levando-o a se afastar da relatoria do processo no STF sobre o banco. (Reuters)
    • Documentos jornalísticos e levantamentos apontaram também ligações de familiares dele em negócios que cruzaram com partes relacionadas ao caso, mas não há acusação formal aberta contra o ministro. (Reddit)
    📌 Guido Mantega – ex-ministro da Fazenda (PT):
    • Reportagens jornalísticas mencionaram que Mantega teria sido contratado como consultor pelo banco Master com remuneração elevada e que teria relações com o empresário controlador, além de ter tido papel em tentativas de intervenção política no processo de venda do banco. (Olhar da Notícia)

  3. Perdeu, mané!

    Ao invés de defendederem a Democracia, a defenestraram.

    A derrota que impuseram ao bolsonarismo, foi ele ter meia dpuzia de candidatos viáveis, enquanto o Aparato, tem um múmia, sem qualquer poder de interferir nos bós que ameaçam sua hegemonia.

    E a censura está em baixa.

    Vejam bem se uma reportagem destas sairiam no ano da última eleição!

    https://www.google.com/search?q=stf&client=firefox-b-d&hs=QFPp&sca_esv=0066cc4b3f6e172b&udm=7&source=lnt&tbs=qdr:h&sa=X&ved=2ahUKEwi34P6_ovCSAxW9ErkGHTEnBUEQpwV6BAgDEBA&biw=1232&bih=650&dpr=1.36#fpstate=ive&vld=cid:9ca69524,vid:lmmChglU1C0,st:0

  4. Os dados divulgados até agora sobre o Banco Master já não deixam margem a dúvidas: não se trata de um banco que simplesmente cresceu além das pernas. O que os fatos revelam é um esquema sistemático de fraude financeira — com múltiplos agentes, proteções institucionais e uma rede de cumplicidade que vai muito além de um único empresário mal-intencionado.
    Foi um macro sistema criado para lavar dinheiro, fundado em três sistemas conhecidos:

    Isenção fiscal de igrejas evangélicas.
    propinas e financiamentos de campanha.
    reciclagem do dinheiro do crime no mercado financeiro.
    A melhor reconstituição do caso até o momento é a reportagem de Consuelo Dieguez, publicada na revista Piauí de fevereiro. Trata-se de um apanhado amplo e detalhado, que demonstra como a operação do Master não foi uma iniciativa isolada, mas o produto de diversas instituições atuando de forma sincronizada — e sob a complacência de autoridades que tinham poderes e instrumentos para agir muito antes.
    A seguir, o papel de cada agente….

    https://jornalggn.com.br/coluna-economica/banco-master-revela-macro-esquema-de-lavagem-de-dinheiro-por-luis-nassif/

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