Planalto arma ofensiva na CPI do Crime Organizado para blindar Moraes e Toffoli

6 thoughts on “Planalto arma ofensiva na CPI do Crime Organizado para blindar Moraes e Toffoli

  1. Pesquisa: Flávio sobe e ultrapassa Barba, que desce

    Flávio, com 46,3%, já ultrapassa Barba, com 46,2%, no 2º turno.

    Em janeiro, Barba tinha 49,2% das intenções e Flávio 44,9%.

    Pesquisa de Intenção de Voto para Presidente publicada hoje (25) pelo Instituto AtlasIntel/Bloomberg.

    Petistas desnorteados.

  2. Tarcínico é um zero à esquerda na política paulista

    Como mero pau-mandado do ex-mito, Tarcínico não demonstra nenhuma liderança política em SP, onde Kassab é uma espécie de ‘faz tudo’.

    Tanto que, após ter a sua pretensa candidatura a presidente abortada pelo ex-mito, Tarcínico mostra agora não ter poder sequer para indicar o vice na sua ‘rebaixada’ chapa a governador de SP.

    A indicação do candidato a vice na chapa do fantoche Tarcínico deverá ser também imposta pelo ex-mito, segundo observou Flávio Rachadinha.

  3. Avanço de Flávio dita mudança de rumo na pré-campanha de Lula

    Abalado, entorno do presidente reconhece vacilos deste início do ano

    O desastre no desfile de Carnaval e a consolidação de Flávio jRachadinha unto ao eleitorado de centro-direita, mais consistente e rápida do que o entorno de Barba esperava, acenderam a famosa luz vermelha no Planalto e no PT.

    É consenso que o desgaste causado pelo enredo do Carnaval junto a evangélicos e conservadores foi grande. O erro político é admitido e creditado ao próprio Barba, que tomou a decisão de ir ao Rio.

    A possibilidade de Alckmin perder seu lugar como vice é bem menos ventilada em Brasília que nas elucubrações que dirigentes partidários fazem em conversas com jornalistas.

    Também a hesitação de Fernando Haddad de aceitar a missão de ser candidato a governador de São Paulo é minimizada no núcleo que pilota mais de perto a estratégia da campanha.

    Por fim, há uma avaliação de que foi um erro a ideia de deixar Flávio Bolsonaro correr solto, sem confrontação, enquanto ainda persistia alguma dúvida sobre se Tarcínico seria candidato.

    O raciocínio segundo o qual Flávio seria mais fácil de derrubar lá na frente, com munição estocada até meados do ano, não levou em conta que ele seria rapidamente aceito pelo eleitorado de direita, o que deve facilitar também sua metabolização pela classe política, facilitando alianças.

    “Não existe vácuo, espaço vazio na política, e qualquer candidato que viesse com a chancela de Bolsonaro chegaria logo a 40% num segundo turno”, avaliou, em caráter reservado, um auxiliar de Barba nesta segunda-feira.

    (…)

    Fonte: O Globo, Opinião, 25/02/2026 10h56 Por Vera Magalhães

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