Juiz americano ficou chocado com a perseguição de Moraes a Filipe Martins

Gregory Presnell - Ballotpedia

Juiz Presnell mandou rever a documentação

Fábio Zanini
Folha

Nos Estados Unidos, o juiz federal Gregory Presnell tenta corrigir erro cometido no Brasil pelo Supremo Tribunal Federal na condenação de Filipe Martins, ex-assessor do então presidente Jair Bolsonaro.

Nesta quinta-feira (5), após a realização de audiência, o juiz mandou que o governo americano apresente de forma integral e transparente os dados relativos aos registros de entrada do ex-assessor presidencial Filipe Martins no país no final de 2022.

Martins está processando o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos e o serviço de imigração (CBP), alegando que os registros de entrada são fraudulentos e que ele não viajou aos EUA no período junto com o então presidente Jair Bolsonaro.

FALSA VIAGEM – Essa suposta viagem foi usada como argumento pelo ministro Alexandre de Moraes (STF) para decretar uma prisão preventiva de Filipe Martins em 2024, citando risco de fuga.

Durante a audiência, o juiz federal Gregory Presnell analisou pedido do governo americano para encerrar o caso. A corte, no entanto, decidiu adiar qualquer decisão e determinou novas medidas, atendendo a pedidos da defesa de Martins.

O juiz ordenou que o governo apresente versões integrais, sem tarjas, de documentos que haviam sido entregues com trechos ocultados, para que sejam examinados.

ORIGEM SUSPEITA – Na audiência, os advogados do governo americano admitiram que os registros de entrada “não deveriam estar ali”, levando o tribunal a aprofundar a investigação sobre a origem da informação.

Presnell determinou ainda buscas mais ampla por documentos e mensagens que possam explicar como o registro foi criado e quem participou do processo. O magistrado reconheceu também a gravidade do caso e indicou oralmente que Martins tem o direito de conhecer as informações relacionadas ao registro migratório.

Martins atualmente está preso no Paraná, após ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal em outro processo, o da trama golpista. Ele cumpre pena preventiva, até que seus recursos sejam todos julgados.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
A condenação de Filipe Martins a 21 anos de cadeia foi um dos maiores erros judiciários cometidos por Alexandre de Moraes. Ele se baseou numa falsa informação para prender Filipe Martins. Quando o engano foi esclarecido, ao invés de soltar o suspeito, o ministro Moraes seguiu inventando motivos para mantê-lo preso. E o condenou a 21 anos simplesmente por ter entregue um papel a Bolsonaro que seria a minuta do golpe, sem nenhuma prova de que ele seria o autor do plano. Na matriz Estados Unidos, um erro desses significaria uma polpuda indenização, mas aqui na filial Brasil não rende uma moeda de dois reais. (C.N.)

5 thoughts on “Juiz americano ficou chocado com a perseguição de Moraes a Filipe Martins

  1. Na Justiça Americana rende uma Prisão Perpetua e até Pena de Morte por invadir o Sistema de Segurança dos EUA e atentar contra a Segurança e Justiça do País e a Constituição dos Estados Unidos da América, isso tudo através de Fraudes. O que virá da Justiça Americana pode colocar mais fervura no Banco Master, rasgar a Constituição do Brasil é normal, nos Estados Unidos a Punição é maior e definitiva.

  2. Por outro lado, espera-se de Mendonça:
    “”GEORGE SOROS ESTÁ EM PRISÃO DOMICILIAR. SEU FILHO ACABOU DE FUGIR PARA DUBAI.

    6 de março de 2026. 5h da manhã.

    Enquanto os Estados Unidos dormiam, agentes federais cercaram a propriedade de Soros em Katonah, Nova York. 47 agentes. 12 veículos blindados. Um helicóptero sobrevoando o local.

    George Soros — o homem que financiou todos os tumultos, todos os promotores, todas as iniciativas de fronteiras abertas nos Estados Unidos por 30 anos — agora está confinado em sua propriedade sob vigilância federal.

    Sem algemas. Sem ser apresentado como prisioneiro. Ainda não.

    Mas seu filho, Alexander Soros, não estava lá. Ele embarcou em um jato particular no Aeroporto de Teterboro às 3h22 da manhã — destino: Dubai. Os Emirados Árabes Unidos não têm tratado de extradição com os Estados Unidos.

    Ele sabia o que estava por vir. Seu pai, não.

    A ORDEM EXECUTIVA QUE ELES ESCONDERAM DE VOCÊ

    Em 14 de fevereiro de 2026, Trump assinou a Ordem Executiva 14291. Sem coletiva de imprensa. Sem anúncio. Enterrada na página 47 do Registro Federal.

    Título: “Congelamento de Bens de Pessoas Envolvidas em Organizações Criminosas Transnacionais que Visam a Soberania Americana”.

    Ela concede ao Departamento de Justiça autoridade para congelar todos os bens de qualquer indivíduo que financie redes de imigração ilegal, confiscar propriedades usadas para coordenar interferência política por meio de ONGs financiadas por estrangeiros e deter pessoas de interesse por até 90 dias, sob as disposições de segurança nacional.

    A Fundação Open Society de Soros canalizou US$ 32 bilhões para 120 países desde 1993. Incluindo US$ 1,7 bilhão para campanhas de procuradores distritais dos EUA e defesa de imigrantes.

    Cada dólar agora está sob revisão federal.

    OS 14 PROMOTORES

    Os “Promotores de Soros” — os promotores distritais que ele financiou por toda a América — 14 deles receberam cartas de intimação federal esta semana.

    — Alvin Bragg (Manhattan) — o homem que indiciou Trump. Agora está sob investigação por receber US$ 1,1 milhão de Comitês de Ação Política (PACs) ligados a Soros enquanto processava um adversário político.

    — Kim Foxx (Chicago) — retirou as acusações em 25.000 casos de crimes graves. Recebeu US$ 2 milhões de Soros.

    — George Gascón (Los Angeles) — sofreu um recall eleitoral. Agora enfrenta acusações federais por obstrução da justiça.

    — Larry Krasner (Filadélfia) — US$ 1,7 milhão de Soros. A taxa de homicídios triplicou.

    Eles não eram promotores. Eram agentes. Pagos por um bilionário nascido no exterior para desmantelar a justiça americana por dentro.

    — ⚡ A LIGAÇÃO COM EPSTEIN

    A Unidade de Crimes Financeiros do Departamento de Justiça dos EUA descobriu que US$ 6,2 bilhões foram movimentados por meio de 340 empresas de fachada em 27 países desde 2020. Incluindo:

    — US$ 890 milhões para ONGs que coordenaram caravanas de migrantes da América Central
    — US$ 240 milhões para organizações de mídia — incluindo ações em 4 grandes redes de notícias dos EUA
    — US$ 47 milhões para a mesma Fundação Butterfly ligada a Jeffrey Epstein

    Soros e Epstein compartilhavam a mesma rede de lavagem de dinheiro. A mesma fundação. Os mesmos bancos. Os mesmos advogados.

    TRUMP SABIA

    Em 2019, Trump disse a um repórter fora das câmeras: “Soros é o próximo. Mas primeiro precisamos das ferramentas certas.”

    Ele esperou. Ele venceu. Ele assinou a Ordem Executiva 14291. E agora — aos 85 anos — George Soros está sentado em sua mansão, cercado por agentes federais, assistindo ao seu império desmoronar.

    Seu filho fugiu para Dubai. Seus procuradores estão recebendo notificações de investigação. Seu dinheiro está congelado. Suas ONGs estão sob investigação.

    30 anos de caos financeiro. Terminaram em uma noite.”
    https://www.facebook.com/share/p/1CZHsbsiq1/

  3. Barba ficou de fora da cúpula convocada por Trump

    Mídia está deixando passar batido o fato político mais importante ou preocupante do momento para o país

    Trump não convidou Barba para reunião sábado (7), na Flórida, com líderes latino-americanos.

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