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Nome de Messias será avaliado pelos senadores
Ivan Martínez-Vargas
Sérgio Roxo
Luísa Marzullo
O Globo
Mais de 24 horas depois de a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência ter comunicado que o governo enviaria ao Senado a mensagem presidencial que oficializa a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o documento foi enviado ao Legislativo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia anunciado, no dia anterior, que enviaria a documentação ao Senado na terça-feira, após quatro meses de espera.
Ao O Globo, ministros do governo e aliados de Messias dizem desconhecer a razão pela qual o prazo estipulado pelo próprio Planalto demorou para ser cumprido, afirmam estar surpresos com a demora e atribuem o problema à Casa Civil. Integrantes da pasta, que será comandada por Miriam Belchior após a saída do ministro Rui Costa, oficializada nesta semana, dizem que a demora se deve simplesmente a trâmites burocráticos. O ministro da AGU já mandou a documentação necessária à pasta.
ENTREGA DA DOCUMENTAÇÃO – Em nota, no começo da tarde, a Casa Civil confirmou o envio. “A Secretaria Especial de Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República acaba de realizar a entrega da documentação do ministro Jorge Messias para a indicação à vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal”, diz a nota.
Nesta terça-feira, Lula anunciou a seus auxiliares que enviaria o nome do chefe da AGU ao Senado durante a reunião ministerial que oficializou a saída de ministros que devem disputar as eleições em outubro.
COBRANÇA – De acordo com relatos de pessoas presentes na reunião, o presidente desejou êxito a Messias e cobrou empenho do ministro nessa nova etapa junto aos senadores. O chefe do Executivo também pediu que os ministros trabalhem junto a seus aliados no Senado para garantir a aprovação do nome de Messias.
O presidente anunciou o nome de Messias para a vaga na Corte, aberta com a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, em 20 de novembro do ano passado, mas não enviou a mensagem presidencial ao Senado como forma de contornar a resistência de parlamentares ao nome do chefe da AGU.
A indicação de Messias contrariou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que fez campanha pelo nome de Rodrigo Pacheco (PSD-MG). De lá para cá, houve um distanciamento de Alcolumbre com o Palácio do Planalto — o senador foi um dos principais aliados que garantiram a governabilidade do Executivo no Congresso neste terceiro mandato de Lula.
SABATINA – O presidente do Senado chegou a marcar a sabatina de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa para 10 de dezembro de 2025, prazo que, na leitura de governistas, inviabilizava a aprovação do nome de Messias.
Diante do cenário desfavorável para o indicado por Lula, o Planalto segurou o envio da mensagem presidencial formal como estratégia para ganhar tempo. Com o envio da mensagem, é esperado que o rito regimental seja destravado.
Lula arrebentou com os pobres; pela terceira vez
Quando a economia cresce apenas com crédito, sem investimento, produtividade e poupança, o consumo avança antes da capacidade de sustentação
Lula arrebentou com os pobres. Uma vez. Duas vezes. Três vezes. E não sou eu que digo. São os números. E, ao que tudo indica, continua acreditando na mesma lógica.
Só este ano, são previstos mais de 400 bilhões de reais em “estímulos” travestidos de programas sociais com cheiro de “compra de voto”.
Vai funcionar? Eleitoralmente, não sei. Socioeconomicamente? Não. Quem disse? Repito: os números.
Fonte: O Antagonista, Análise, 01.04.2026 por Ricardo Kertzman
O aumento dos preços acaba anulando os benefícios falsamente vendidos como “milagre do crescimento”.
Em um país de juros estruturalmente elevados e baixa poupança interna, entrar no sistema financeiro significa, na prática, acessar crédito caro e não acumular patrimônio.
É a consequência direta de um modelo errado. Mais de 80% das famílias brasileiras estão endividadas, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC).
eis que habemus indicação de ‘ministro’ que já era de antanho, dilma… falta saber se preenche a conduta ilibada e “notório saber jurídico”… vôte!
O país tem a oportunidade de se livrar de Lula para sempre
Esta será a última eleição de Lula; resta abreviar a nossa agonia em 4 anos
Esta será a última eleição presidencial na qual os brasileiros terão de decidir se votam a favor ou contra Lula.
Há quase 40 anos tem sido assim, inclusive quando os candidatos foram Dilma Rousseff e Fernando Haddad, a primeira preposta do chefão petista, embora com ambições próprias, e o segundo, mero poste, sem outra pretensão a não ser a da vassalagem.
A escolha, assim, será a de prolongar ou não a agonia em mais quatro anos.
Com Lula na Presidência da República, o Brasil perdeu a chance de dar um salto econômico e social que o colocaria no pelotão das nações mais avançadas. Confirmou-se, assim, a máxima segundo a qual o Brasil nunca perdeu a oportunidade de perder oportunidades.
É importante que se repita: todo o progresso obtido nas últimas décadas não foi graças a Lula e ao PT, mas apesar do fardo que os seus governos perdulários, incompetentes, eleitoreiros e corruptos impuseram ao país.
Nem mesmo quando o Brasil surfou no boom das commodities, nos dois primeiros mandatos do chefão petista, aproveitou-se o momento para investir naquilo que faz um país realmente grande: infraestrutura, educação, saúde, produtividade.
Terminamos o primeiro quarto do século XXI com metade da população sem esgoto, com estudantes nas piores colocações nas provas internacionais de desempenho, com um sistema de saúde universal que é extremamente desigual e com trabalhadores cuja ineficiência é produto da sua baixa qualificação, do pouco investimento em tecnologia e inovação, do excesso de burocracia e do protecionismo.
Alguns dirão que a culpa não é exclusiva de Lula e do PT, que estamos falando de vícios e problemas herdados de uma sociedade com origem escravocrata, oligárquica e patrimonialista, que ainda resiste como tal.
Sim, mas a falta de exclusividade não os redime de ser protagonistas de uma esperança de modernidade continuamente frustrada enquanto estiveram no poder. Temos uma esquerda que é cúmplice na exploração da pobreza, na manutenção dos privilégios e na captura do Estado por interesses particulares.
Com Lula na Presidência da República, a sociedade produtiva vive em estado de permanente alerta. Ele e o seu partido acreditam que gasto é vida, que o céu é o limite para o teto de gastos, que alta de inflação é efeito colateral de somenos do crescimento econômico a ser induzido pelo governo, que inchar a máquina pública é combater a injustiça social — e que escorchar empresários e classe média com impostos significa redistribuição de riqueza.
Para Lula e o PT não existe vida fora do Estado, é dele que tudo emana, e é a ele que tudo deve render frutos. A receita petista para o século XXI nasceu no século XIX e fracassou retumbantemente no século XX.
Como Lula não deixará herdeiros à sua altura, resta aos eleitores abreviar essa agonia em quatro anos. Não sou entusiasta de nenhuma candidatura de oposição, mas qualquer um que for eleito em lugar do chefão petista será menos danoso ao Brasil, e tem sido assim desde 1989.
Fonte: Metrópoles, Opinião, 31/03/2026 18:37 Por Mario Sabino
Alcolumbre, o Batoré, vai chantagear ao máximo e depois se juntar a Flavio rachadinhas Bozo e a oposição ao governo na câmara alta para derrotar Bessias e vender MUITO MAIS CARO qualquer pleito do governo até as eleições. Batoré é igual sequestrador. Se vc ceder uma vez já era! Tudo calculado. Todos os movimentos premeditados. A “raiva” é apenas extorsão. A escala 6 por 1 dará fôlego ao governo e em breve o Flávio rachadinhas começará a ser atacado fortemente além de ser cobrado por TODOS os erros do de seu pai. Não herdará apenas os votos do capitão de mer… mas também toda revolta das pessoas esclarecidas pelo enterro da lava jato e a condução criminosa da pandemia.
Nesse país tudo tem jeito, nada que uma boa revoada de maletas não resolva.
O que é aquilo? Um pássaro, um avião, o Superman?
Não! É uma maleta voando.
Bessias, o Menistro…
A produção de sucesso PTPLAY
Em nova temporada
Se não for ele, será um outro qualquer, sem diferença…O que deveria mudar é o sistema de escolha. pois assim os presidentes não indicariam cupinchas…