
Aos 76 anos, Fernando Collor tem transtorno afetivo bipolar
Vicente Limongi Netto
Saúde para Fernando Collor, que dia 12 completou 76 anos de idade. Somos amigos há 40 anos. Um dia a verdadeira história republicana fará justiça a Collor de Mello. Em todos os cargos públicos que ocupou, Collor sempre trabalhou pela coletividade com vigor e determinação. Com o mesmo inabalável espírito público. Como todo ser humano, errou muito, mas também acertou bastante.
Collor nunca foi dissimulado. Enfrentou com rigor obstáculos e calúnias de infames, covardes e decaídos. Como presidente da República, Collor tirou o Brasil das amarras do atraso. Deixou leis que permanecem servindo aos brasileiros, como o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código de Defesa do Consumidor. Sempre defendeu a Constituição e um Senado forte e soberano.
ABSOLVIDO – No STF foi absolvido por unanimidade em dois julgamentos. Mas há pouco virou réu e condenado, pelo mesmo Supremo Tribunal Federal. Julgamento torpe e vingativo.
O erro crucial e mortal de Collor, eleito chefe da nação com 40 anos de idade, foi ter apoiado Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais, na disputa com Lula da Silva em 2022.
A corte, agora esmerado puxadinho do PT e de Lula, foi implacável. Os olhos dos carrascos de Collor sangraram, de tanto fervor cívico. Collor jamais temeu eleições. Sempre foi eleito pelo voto direto.
COMENDA – A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviço e Turismo (CNC) condecorou o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, com a Ordem Nacional do Mérito Comercial, no grau de cavaleiro.
A comenda foi entregue pelo presidente da CNC, José Roberto Tadros, que enalteceu as qualidades pessoais e profissionais de Aparecido. Por sua vez, Aparecido destacou:
“Tadros nos mostra como trabalhar com transparência e dedicação. Nesses últimos 6 anos seu trabalho uniu mais nossa entidade e ajudou o Brasil a conhecer melhor a CNC, o Sesc e o Senac”.
PEQUENO POEMA – Para nos conduzir neste domingo, um pequeno poema, “Acenos” – O dorso nu mostra o coração florido./ O céu descobre mãos suaves,/ Sombreadas com nuvens prontas para o baile dos aflitos.

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Vicente Limongi Netto





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