
Charge do Gilmar Fraga (Zero Hora)
Bernardo Mello Franco
O Globo
Com a palavra, Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente pelo PL: “Irmão, estou e estarei contigo sempre. Não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz!”.
O irmão era Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e pivô do maior escândalo de fraude bancária do país. A luz que o senador pedia era dinheiro: uma bolada de R$ 134 milhões, a pretexto de financiar um filme sobre o pai.
RELAÇÃO PRÓXIMA – As mensagens reveladas pelo Intercept Brasil mostram mais do que uma negociação entre um parlamentar e um banqueiro acostumado a comprar autoridades. Evidenciam uma relação próxima, embalada por juras de afeto e fidelidade. Os dois se tratavam como amigos, combinavam encontros e trocavam imagens de visualização única. Sabiam que o teor dos diálogos precisava ser guardado em segredo.
Desde que as falcatruas do Master vieram à tona, Flávio fingia distanciamento do caso. Em março, quando seu nome apareceu na agenda de Vorcaro, chegou a dizer que nunca havia falado com ele. Não foi a única lorota desmascarada nas últimas horas.
Na manhã de quarta, o Zero Um negou ter pedido dinheiro ao banqueiro. “É mentira, de onde tirou isso?”, questionou. No fim do dia, o senador mudou de tom e admitiu que as mensagens eram verdadeiras. Na defensiva, tentou se apresentar como “um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai”.
DINHEIRO ROUBADO – O dinheiro de Vorcaro não era privado: era roubado. Foi surrupiado de aposentados e pensionistas e de poupadores iludidos por seus títulos podres. Parte da riqueza ostentada pelo banqueiro era subtraída de fundos públicos. Só o governo do Rio, sob gestão bolsonarista, enterrou mais de R$ 1 bilhão no Master.
Flávio sabia de tudo e torcia pela impunidade do “irmão”. “Sei que você está passando por um momento dificílimo aí”, escreveu em setembro de 2025, quando Banco Central e Polícia Federal já estavam no encalço de Vorcaro. Agora os investigadores querem saber se os repasses foram mesmo para o filme ou se serviram para abastecer o caixa da família nos EUA.
As próximas pesquisas medirão os danos do episódio à campanha do PL, mas o Zero Um já acusou o golpe ao declarar que não desistirá da candidatura. A depender dos números, aliados e financiadores podem desistir por ele. Sem meia conversa.
SCREEN GEMS Apresenta:
Screen Germes – A Saga Bozolada.
Bernardo Mello Franco
O Globo
Com a palavra, Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente pelo PL: “Irmão, estou e estarei contigo sempre. Não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz!”.
O irmão era Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e pivô do maior escândalo de fraude bancária do país. A luz que o senador pedia era dinheiro: uma bolada de R$ 134 milhões, a pretexto de financiar um filme sobre o pai.
Só quero ver como o mago Lula irá centrar sua candidatura no mote anticorrupção.
Creio que nem quererá centrar neste tema.
Pra si é preferível o filho do homem desistir.
Ou haverá um acordão do tipo não-me-toque?
Embora amorais não tenham lá estes milindres.
E, se psicopatas, feridos, não têm qualquer constrangimento em enfiar o dedo na ferida alheia.
Devida Vênia aos demais consagrados comentaristas dessa Tribuna Imprensa.
Digo,o BARBA já está eleito com todas as mazelas que cerca o seu Governicho.
O BARBA,já saia com o taxímetro de vantagem. Ora,14 milhões de eleitores recebe bolsa família,mais o auxílio reclusão em torno 10 milhões “eleitores”. Francamente,esses eleitores vão votar em quem. ????????
Outra,a ” dita direita”, tá cheio de telhados de vidro 🫗.
A meu ver,os candidatos que estão na Ribalta pela direita o único que tem “BAGAGEM 🛄’ é o RONALDO CAIADO,que pode fazer frente ao BARBA.
O resto, é blá blá blá do PT para inflar o Flávio,um medíocre..
“DIREITA” tem que tomar juízo, não pode ir rachada.
Senhor Luiz Fernando/POA e Carlos Newton e Jorge Beja , quando foi ” criado e institucionalizado ” no país o auxilio reclusão e qual é o seu principal público alvo ?
Pois suponho que não seja tão abrangente , quanto é propagado na base da má-fé no país .
Senhor José Carlos,o público alvo tem família.
Logo,essas,votará no Barba.
OBS: Não é meu desejo,nem adesão.
Mas é que vez por outra esse assunto do ” auxilio reclusão ” vem á tona , sendo atribuindo na base da ” má-fé ” sua criação e institucionalização no país ao governo de fulano ou ciclano , principalmente nas sucessivas campanhas políticas eleitorais Brasil afora , visando ludibriar o público em geral e angariar votos dos incautos.