
Pré-candidato do PL tem agendas em São Paulo
Luísa Marzullo
O Globo
O senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) embarca para São Paulo nesta semana para uma rodada de encontros com empresários e investidores da Faria Lima numa tentativa de reduzir a tensão no mercado financeiro após a crise envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. A estratégia da campanha é preservar a imagem do senador como principal nome da direita para a disputa presidencial de 2026.
Depois de passar os últimos dias mergulhado em reuniões de crise em Brasília, Flávio viajou na sexta-feira para o Rio de Janeiro e participou até sábado de agendas políticas em Sorocaba e Campinas voltadas ao lançamento da chapa bolsonarista no estado. Em seguida, o senador retornou a Brasília antes de embarcar novamente para São Paulo, onde terá encontros reservados com representantes do setor financeiro ao longo da semana. A previsão é que a viagem ocorre entre terça e quarta-feira.
REPERCUSSÃO – Segundo interlocutores ouvidos pelo O Globo, a agenda com empresários já vinha sendo organizada antes da divulgação da reportagem do Intercept Brasil sobre as negociações entre Flávio e Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, produção sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A repercussão do caso, porém, transformou os encontros em parte importante da estratégia de reação da campanha.
A avaliação dentro do entorno do senador é que Flávio precisa agir rapidamente para evitar que o episódio amplie dúvidas no empresariado justamente no momento em que adversários e setores da própria direita passaram a questionar sua viabilidade eleitoral após o caso Master.
Aliados afirmam que o senador continuará defendendo junto ao empresariado uma agenda liberal na economia, baseada em redução de impostos, desburocratização e aproximação com o setor privado.
PREOCUPAÇÕES – Nos bastidores, integrantes da pré-campanha admitem preocupação com a repercussão da crise entre investidores e operadores financeiros. A relação entre Flávio e Vorcaro dominou conversas durante a Brazil Week, em Nova York, e ampliou dúvidas dentro de setores empresariais que vinham enxergando o senador como o nome mais competitivo da direita para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A turbulência ganhou ainda mais repercussão após a forte reação do mercado financeiro na última quarta-feira, dia da divulgação da reportagem do Intercept. O dólar disparou mais de 2% frente ao real e encerrou o dia próximo de R$ 5, enquanto o Ibovespa registrou queda superior a 1,8%, movimento que operadores e analistas passaram a relacionar diretamente ao aumento da instabilidade política em torno da principal aposta eleitoral do bolsonarismo.
Segundo interlocutores próximos ao senador, parte das críticas vindas do mercado também reflete a preferência de grupos empresariais por alternativas como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Nos últimos dias, interlocutores do setor financeiro também passaram a mencionar com mais frequência o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), como alternativa da direita para a disputa presidencial.
AGENDAS PÚBLICAS – A estratégia da campanha, porém, é evitar qualquer sinal de retração política após a crise. Auxiliares afirmam que Flávio pretende ampliar viagens pelo país, reforçar agendas públicas e aumentar a presença em entrevistas e encontros com empresários para transmitir uma imagem de estabilidade política após a primeira grande turbulência da pré-campanha presidencial.
Nos bastidores, aliados também passaram a defender uma ofensiva mais agressiva contra o governo Lula, tentando deslocar parte do desgaste para supostas conexões entre empresários ligados ao Banco Master e grupos políticos próximos ao PT, especialmente na Bahia.
Sr. Newton
Enquanto o Don Narcoleone Nove Dedos brinca de Plano de Segurança, a Facções Amigos deitam e rolam nos Estados….
Cartão-postal de Natal, Morro do Careca amanhece com sigla de facção do RN…
https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2026/05/18/cartao-postal-de-natal-morro-do-careca-amanhece-com-sigla-de-faccao-do-rn.htm?cmpid=copiaecola
AMÉN
DOIM
Ocorrência natural…
Aspergilus Flávius
Potente
Hepato
Carcinogênico
Mutação de TP53
Aflaviotoxina Bolsonaro1
Depois da picanha , que não chegou no prato do preto, branca pobre e favelado, agora chegou a vez do filé, alcatra e maminha…..
Mais uma diárreia oral no palanque das mentiras..
Lula volta a falar em “picanha” e inclui alcatra e maminha; veja
https://pleno.news/brasil/politica-nacional/lula-volta-a-falar-em-picanha-e-inclui-alcatra-e-maminha-veja.html
PS.
Os comunas psicopatas doentes piram….
eh!eh!eh!eh
Carcinogênicos químicos.
Sem falar nas nitrosaminas e amidas dos velhos MORTADELAS
Salsicha tem tanto nitrito quanto corante
Os nitritos do PT são conservantes: transformam-se em nitrosaminas no estômago (estão no picles, nas salsichas e em alguns tipos de enlatados, inclusive americanos)
São importantes porque podem ser formados no trato gastrointestinal.
Mantém forte relação com o carcinoma gástrico.
E é duro de digerir a entrega das nossas Terras Raras como preço neocolonialista pago por Lula e seus Mortadelas pela reeeeeeeeeeleição.
Ao que parece, a jacuzada que disputa a Presidência consensuam que devamos permanecer no Quinto dos Infernos, digo, no quinto Mundo, pois até agora estão caldos em relação a como enfrentarão nosso problemas estruturais, herdadados ainda de República Velha .
Corrupção
Brasil aparece na metade inferior do Índice de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional.
Geralmente entre as posições 90–110 de ~180 países.
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Patrimonialismo
Confusão histórica entre público e privado na estrutura do Estado brasileiro.
Não há ranking global; é uma categoria clássica da ciência política comparada.
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Clientelismo
Troca de favores, cargos e recursos por apoio político.
Também sem ranking internacional direto, mais comum em países de baixa institucionalização.
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Paternalismo
Relações políticas baseadas na tutela de elites ou do Estado sobre grupos sociais.
Fenômeno estrutural qualitativo, sem índice global.
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Educação
No PISA da OCDE, Brasil fica entre 60–70 de ~80 países.
Desempenho abaixo da média global com forte desigualdade interna.
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Infraestrutura
No World Economic Forum, o Brasil aparece entre 70–100 no mundo em qualidade de infraestrutura.
Deficiências em logística, saneamento e transporte.
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Estado democrático
No Democracy Index da Economist Intelligence Unit, o Brasil é classificado como democracia “imperfeita”.
Posição global aproximada 40–60, com instabilidades institucionais.
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Tecnologia / inovação
No Global Innovation Index da World Intellectual Property Organization, Brasil fica entre 50–70 no ranking mundial.
Boa produção científica, mas baixa inovação aplicada.
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Criminalidade
Segundo a United Nations Office on Drugs and Crime, o Brasil está entre os 20 países com maiores taxas de homicídio do mundo.
Violência concentrada em áreas urbanas e periféricas.
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Desigualdade de renda
No índice de Gini do World Bank, o Brasil figura entre os 10–20 países mais desiguais do mundo.
Concentração de renda estruturalmente elevada.
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Desenvolvimento humano
No IDH do United Nations Development Programme, Brasil ocupa posição aproximada 70–90 global.
Classificado como “alto desenvolvimento humano”, mas abaixo de países desenvolvidos.
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Ineficiência estatal
Indicador de efetividade governamental do World Bank coloca o Brasil em posição intermediária global.
Percentil aproximado 50–60, com baixa capacidade de entrega de políticas públicas.
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Desigualdade de gênero
No Gender Inequality Index do United Nations Development Programme, Brasil fica entre 80–100 no mundo.
Diferenças em renda, representação política e violência.
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Desigualdade racial
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram forte disparidade entre brancos, pardos e pretos.
Sem ranking global, mas entre os maiores contrastes raciais das Américas.
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Desigualdade regional
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil tem uma das maiores desigualdades regionais internas do mundo.
Um pateta assim como seus seguidores.
Não existisse um Lula dividindo o país, jamais haveria qualquer um dos Bolsonaros para atormentar.