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Breno foi flagrado deixando agência de banco
Patrik Camporez
O Globo
A Polícia Federal (PF) concluiu nesta semana o inquérito que apura suspeitas de fraudes em licitações e desvios de recursos em contratos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Amapá e indiciou o empresário Breno Chaves Pinto, suplente do senador Davi Alcolumbre (União-AP).
Flagrado pela PF quando deixava uma agência bancária após sacar R$ 350 mil em espécie e entrando em um carro ligado a primos do presidente do Senado, o empresário é apontado pela investigação como integrante de um núcleo suspeito de atuar para direcionar contratos públicos. Procurado, Chaves Pinto não se manifestou. Em ocasiões anteriores, ele negou ter cometido irregularidades.
SEM VÍNCULO – Já Alcolumbre afirmou, por meio de nota, que “não possui qualquer relação com a atuação empresarial de seu suplente, tampouco interfere na contratação de empresas ou em decisões administrativas do Dnit”. O relatório final da investigação foi encaminhado à 4ª Vara Federal em Macapá, capital do Amapá, onde tramita o processo.
O suplente foi indiciado pelos crimes de associação criminosa, tráfico de influência e corrupção ativa. Já Marcello Linhares, atual superintendente regional do Dnit no Amapá, também foi indiciado pela PF por crimes como associação criminosa, violação de sigilo funcional e fraude à licitação. Linhares também foi procurado por meio de sua defesa, que não comentou.
AÇÃO PENAL – O indiciamento é uma fase anterior à abertura de uma ação penal, quando a polícia verifica se há indícios suficientes para que o acusado seja processado. As provas encontradas pela PF agora serão analisadas pelo Ministério Público, que avaliará se há razões para que uma denúncia seja apresentada. Só então o Judiciário decidirá se torna os investigados réus pelos crimes apontados.
A apuração sustenta que o empresário exercia influência sobre a Superintendência Regional do Dnit no Amapá e teria se valido da condição de suplente de senador para interferir em tratativas envolvendo contratos e liberações orçamentárias.
O QUE DIZ A INVESTIGAÇÃO – Segundo os investigadores, mensagens obtidas durante a apuração indicam interlocução entre Marcello Linhares e Chaves Pinto sobre contratos, obras e pedidos de liberação de recursos. Em uma das mensagens citadas no relatório, Linhares pede a Chaves Pinto que pressione o governo por liberação de recursos junto a Alcolumbre. “Solicita a Breno que fale com o senador Davi Alcolumbre para postar uma foto, e para ‘dar uma pressão no governo para liberar nossos empenhos”, diz trecho da investigação.
Em relação a esta menção, o presidente do Senado afirma que “responde apenas pelos próprios atos, não tendo responsabilidade por alegações, conversas privadas, condutas atribuídas a terceiros ou supostas referências a seu nome, destituídas de prova de conduta indevida”.
A PF também encontrou diálogos e troca de documentos sigilosos entre o superintendente e representantes das empresas antes mesmo da publicação dos editais para obras no estado. Uma conversa de 25 de outubro de 2023, interceptada pelos investigadores, mostra o chefe do Dnit local agradecendo ao suplente de Alcolumbre pelo aumento nos recursos enviados ao órgão. Ele atribui a quantia às “tratativas do nosso senador”, referência, segundo a apuração, ao presidente do Senado.
DENÚNCIAS – A apuração teve início a partir de denúncias que indicavam favorecimento de empresas em quatro licitações realizadas pelo Dnit. Auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU) indicaram lentidão na execução das obras e possível desvio de recursos. Também foram apontadas transações financeiras com indícios de lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa composta por agentes públicos e empresários.
Auditorias da CGU apontaram indícios de irregularidades em contratos relacionados a obras da BR-156 que somam R$ 60,2 milhões. A estrada é a principal via rodoviária do Amapá, com 823 km de extensão entre Laranjal do Jari, no sul do estado, e Oiapoque, no extremo norte do país. A precariedade na manutenção da estrada afeta diretamente o acesso da população a serviços básicos.
Procurado, o Dnit não se manifestou sobre o indiciamento do superintendente no Amapá. Em julho, quando a PF deflagrou uma operação para investigar o caso, o órgão afirmou colaborar com a investigação e que as “instâncias de integridade da autarquia também estão apurando os fatos a fim de adotar as medidas administrativas que forem necessárias”. “O Departamento repudia qualquer prática fraudulenta ou ato de corrupção e conta com uma Política Antifraude e Anticorrupção que, entre outros aspectos, deixa clara essa premissa”, disse, em nota.
SAQUE DE 350 MIL – Um dos episódios descritos pela PF, revelado pelo GLOBO, ocorreu em novembro de 2024, quando Breno foi monitorado ao deixar uma agência bancária após sacar R$ 350 mil em dinheiro vivo. Em seguida, segundo a investigação, ele entrou em uma SUV registrada em nome de uma empresa ligada a primos do presidente do Senado.
Agentes passaram a seguir os passos de Chaves Pinto após receberem um alerta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre saques em espécie em valores considerados altos. A PF identificou que essas retiradas de dinheiro ocorriam pouco tempo após o recebimento de recursos provenientes de contratos públicos, configurando indícios de “lavagem de capitais”.
RETIRADAS – Ao longo das apurações, os investigadores identificaram saques sucessivos em espécie nas contas de Chaves Pinto que ultrapassam R$ 3 milhões. As retiradas eram feitas em diferentes agências bancárias do Amapá.
Anteriormente, o suplente de Alcolumbre afirmou que os saques flagrados pela PF eram referentes a pagamentos a funcionários e prestadores de serviços de sua empresa. “O presente processo tramita sob segredo de Justiça, razão por que as manifestações da defesa ocorrem exclusivamente nos autos, em estrita observância às determinações legais”, afirmou, em nota, a defesa.
ALVO EM 2022 – Em dezembro de 2022, Chaves Pinto já havia sido alvo de uma operação da Polícia Federal. Na ação, os agentes apreenderam cerca de R$ 800 mil em dinheiro vivo na sede da empresa durante a investigação que apura fraudes e superfaturamento na mesma obra rodoviária no Amapá.
A investigação começou em razão de um inquérito sobre a inserção de informações falsas no sistema do Ibama para a movimentação de créditos florestais para “esquentamento” de madeiras de origem ilegal. A PF verificou a ocorrência de suposto superfaturamento no valor de R$ 6,1 milhões nas obras tocadas pela firma do segundo suplente do senador, que é investigado pelos crimes de organização criminosa, peculato, corrupção ativa e passiva, fraude à licitação, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
Procurado em março de 2023, o empresário afirmou que a Justiça havia autorizado a devolução dos bens apreendidos e disse que a acusação de compra de madeira ilegal aconteceu em razão de um erro na aquisição do produto, com a compra endereçada para a sede da empresa e não para o local da obra, o que contrariaria as regras do Ibama. Ele também negou irregularidades ou conflito de interesses nas contratações envolvendo as empresas que comanda.
ÍNTEGRA DA NOTA DE ALCOLUMBRE:
“A assessoria do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, esclarece que o senador não possui qualquer relação com a atuação empresarial de seu segundo suplente, tampouco interfere na contratação de empresas ou em decisões administrativas do DNIT, que competem exclusivamente aos órgãos responsáveis.
Davi Alcolumbre responde apenas pelos próprios atos, não tendo responsabilidade por alegações, conversas privadas, condutas atribuídas a terceiros ou supostas referências a seu nome, destituídas de prova de conduta indevida.
A própria reportagem reconhece que não há qualquer indício de participação do senador Davi nas supostas irregularidades investigadas.
Caso seja identificado algum desvio na apuração conduzida pelas autoridades competentes, o presidente Davi Alcolumbre defende que os envolvidos sejam rigorosamente responsabilizados na forma da lei”.
O pior de tudo é que as respostas emitidas pelo congresso são as piores possíveis em direção à esperança de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas. Que tipo de “sociedade” o establishment da república do militarismo e do partidarismo, copilotada pelo congresso, forjou e continua forjando ao longo dos seus 136 anos de existência ? Idem em relação à China, Rússia e EUA. O QUÊ SERÁ dos nossos filhos, netos, bisnetos…, num mundo sem amor, dominado pela loucura por dinheiro ? DEUS DO CÉU, quem vai parar esse congresso, chamá-lo às falas e às responsabilidades, porque, salvo exceções, tb parece rendido à loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, operando assim 100% em função dos seus próprios interesse$, na contramão dos interesses da população que dizem representar, mas só da boca pra fora, insensíveis ao sofrimento da população, de modo que até por isso não se dão ao trabalho de fazer o que tem que ser feito tal seja apresentar solução para o país, a política e a vida da população. E o que dizer então da loucura dos supersalários, muito além da realidade financeira brasileira caótica e deficitária, quem vai parar isso ? https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2026/05/malandragem-de-deputados-tenta-fazer-o-publico-de-mane.shtml
O Dnit é um dos`òrgãos da administração pública onde se tem mais casos de corrupção…
A Facção está com 5 mandatos nas costas e até hoje não resolveu o problema da corrupção nesse ´órgão….
Por que será que o Presidiário Narcola não dá atenção para os casos de corrupção.??
“REVOLTA NA ÁFRICA: O FIM DO EXPERIMENTO DE BILL GATES!”
“O embate geopolítico definitivo entre o poder das armas de um povo e os interesses de bilionários estrangeiros disfarçados de filantropia. A imagem estabelece uma divisão clara de propósitos: do lado esquerdo, com cores quentes e vivas, vemos o perfil firme e determinado de um líder militar de Burkina Faso focado na proteção da sua pátria. Do lado direito, em tons frios de preto e branco, está o rosto de Bill Gates observando a distância.
No centro da cena, a ação militar drástica priorizou a soberania e a segurança da saúde nacional acima do dinheiro e dos interesses das grandes corporações internacionais. Ao fechar e lacrar as instalações do laboratório, o exército de Burkina Faso interrompeu e frustrou um polêmico experimento biológico que envolvia a liberação em massa de mosquitos geneticamente modificados na região, mandando um recado claro de que o continente não aceitará mais ser usado como laboratório de testes do globalismo.
O livro “A Narrativa do Controle” escrito por Asier Magán explodiu minha cabeça, você já leu? Baixe no link do nosso perfil ou comente “LIVRO” e descubra a verdade agora.”
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Desgoverno Corrupto da Facção Criminosa.
Corrupção no Dnit . Desgoverno da Dilmanta.
Edição do dia 15/07/2011
15/07/2011 21h16 – Atualizado em 21/07/2011 15h01
Suspeitas de corrupção no Ministério dos Transportes derrubam diretor interino do Dnit
José Henrique Sadock de Sá foi afastado poucas horas após divulgação de reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”, que informa que a construtora da mulher dele ganhou R$ 18 milhões em obras do Dnit. São obras em três rodovias federais de Roraima.
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/07/suspeitas-de-corrupcao-no-ministerio-dos-transportes-derrubam-diretor-interino-do-dnit.html
No 1º turno, Flávio cai para 31% e Lula sobe para 40%
E, no 2º turno, Flávio cai para 43% e Lula sobre para 47%.
Pesquisa Datafolha, 22/05/2026 | 16h37
No 1º turno, Flávio cai para 31% e Lula sobe para 40%
E, no 2º turno, Flávio cai para 43% e Lula sobe para 47%.
Pesquisa Datafolha, 22/05/2026 | 16h37
Um histórico de escândalos no Ministério dos Transportes
https://oglobo.globo.com/politica/um-historico-de-escandalos-no-ministerio-dos-transportes-2721117
Desgoverno do Narcola…
Governo paga R$ 196 milhões sem licitação a empresa de réu por desvios
Governo federal celebrou seis contratos sem licitação com a LCM Construção e Comércio para obras do Dnit. Dono é acusado de superfaturamento
https://www.metropoles.com/colunas/paulo-cappelli/governo-reu-desvios
O negócio está bom demais…
Bombando
A amiga do Casal Marginal tentou sacar um milhão na boca do caixa, como se dizia antigamente
O suplente do Alcoolumbre saca 350 mil contos na maior facilidade….
E o preto, branco, pobre e favelado saca apenas 1.651,00 (103,00 de aumento)., todos os meses e ainda paga milhões de impostos para sustentar essas quadrilhas….
O Brasil de ponta cabeça
Pérolas do comunismo bostileiro….
Dilma: “Guardar esses R$ 110 milhões, digo, R$ 110 mil, não tem nenhum problema”
https://veja.abril.com.br/coluna/reinaldo/dilma-8220-guardar-esses-r-110-milhoes-digo-r-110-mil-nao-tem-nenhum-problema-8221/
HA!HA!HA!HA!HA!Ha!HA!HA!HA!HA
Vão indo que vou depois.
Acho que já chegamos no fim do poço. Nunca vi tanta podridão na política e com uma justiça que em uma grande parte está preocupada em proteger corruptos e uma pequena parcela é séria
Sr. Newton
Noticia saindo do forno…
Parece que a Zamboba reverteu a situação.
Passou o rodo na careca do ‘mandão” da Rè-pública.
Justiça da Itália anula decisão que autorizou extradição de Carla Zambelli
Decisão da Corte de Cassação de Roma, última instância da Justiça italiana, foi divulgada e comemorada pela defesa da ex-deputada federal
https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/justica-da-italia-anula-decisao-que-autorizou-extradicao-de-carla-zambelli,26c3c8628e6dca7647aff8184b69cb05ud4iaszr.html?utm_source=clipboard
Justiça da Itália nega extradição e manda soltar Carla Zambelli…
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/05/22/italia-decide-extradicao-zambelli.ghtm?cmpid=copiaecola