Isolado por Moraes, Bolsonaro perde capacidade de reagir à crise do caso “Dark Horse”

7 thoughts on “Isolado por Moraes, Bolsonaro perde capacidade de reagir à crise do caso “Dark Horse””

  1. 27/11/2012

    Valdemar Costa Neto pega 7 anos e 10 meses de prisão

    Folha de S.Paulo

    Brasília – O Supremo Tribunal Federal aplicou ontem penas ao deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) que, somadas, chegam a 7 anos e 10 meses de prisão por crimes no mensalão, além de R$ 1,08 milhão em multa.

    Com isso, ele vai ter que cumprir a pena inicialmente em regime semiaberto, podendo deixar a prisão para trabalhar.

    Por corrupção passiva, pelo fato de ter recebido dinheiro em troca de apoio ao governo Lula, o deputado federal foi punido com 2 anos e 6 meses de prisão.

    Por lavagem de dinheiro, Costa Neto recebeu 5 anos e 4 meses de prisão.

    O Supremo ainda definiu outras penas de políticos. O ex-deputado Pedro Corrêa foi o único a receber uma pena maior que oito anos de prisão (9 anos e 5 meses).

    Já os ex-parlamentares Carlos Rodrigues (PR-RJ) e Romeu Queiroz (ex-PTB-MG) receberam do STF penas superiores a seis anos de prisão (veja mais no quadro ao lado).

    Resposta

    Brasília – Marcelo Bessa, advogado de Valdemar Costa Neto e de Carlos Rodrigues, afirmou que não iria se pronunciar.

    Marcelo Leal, advogado de Pedro Corrêa, disse que o cliente dele “é inocente, e nesse sentido qualquer pena é elevada”.

    Já José Antonio Álvares, defensor de Pedro Henry, afirmou que vai recorrer contra a decisão. As defesas dos outros condenados não se manifestaram.

    https://agora.folha.uol.com.br/brasil/ult10102u1191776.shtml

  2. ESCÂNDALO DO “MENSALÃO”/ PREÇO DA ALIANÇA

    Ex-deputado diz que o presidente sabia do acordo fechado com José Dirceu para repassar R$ 10 milhões à legenda por apoio nas eleições

    Lula sabia de pagamento ao PL, diz Valdemar
    DA REPORTAGEM LOCAL

    O ex-deputado federal e presidente do PL, Valdemar Costa Neto, 55, afirmou que o PT pagou com malas de dinheiro o apoio de seu partido ao então candidato petista à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva.
    Valdemar renunciou ao cargo de deputado no dia 1º de agosto, após confirmar que recebeu dinheiro do publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como o operador do suposto “mensalão”.
    Em entrevista à revista “Época” desta semana, Valdemar afirmou que recebeu R$ 6,5 milhões de Marcos Valério -e não os R$ 10,8 milhões informados pelo publicitário à CPI. Disse ainda que o dinheiro viria de um acordo, fechado em junho de 2002, com o deputado José Dirceu (SP), então presidente nacional do PT.
    “Tudo começou nas negociações para fechar o apoio a Lula em 2002, com José Alencar, do PL, como vice. Tivemos muitas reuniões em Brasília, na casa do José Dirceu. Sempre participavam o [deputado] João Paulo [Cunha, do PT], quase sempre o [ex-secretário-geral do PT] Silvio Pereira, sempre o [ex-tesoureiro do PT] Delúbio Soares, além de José Alencar [hoje vice-presidente].”
    A aproximação entre PT e PL ficou mais difícil, disse ele, quando o Tribunal Superior Eleitoral aprovou a verticalização, vinculando as alianças estaduais às da disputa pela Presidência. O desafio do PL era conseguir 5% dos votos (mínimo exigido para garantir o fundo partidário) unindo-se apenas ao PT.
    “As nossas chances de chegar a 5% eram pequenas. Falei para o Zé: “Preciso de uma estrutura muito maior para segurar meu pessoal”. Ele falou: “Mas quanto?”. Eu falei: “R$ 15 milhões, R$ 20 milhões'”, disse Valdemar.
    No dia 18 de junho de 2002, Valdemar disse que foi a uma reunião no apartamento do deputado Paulo Rocha (PT-PA) com Lula, José Alencar, Dirceu e Delúbio -o nome de uma assessora de Rocha surgiu como sacadora de R$ 920 mil de Marcos Valério.
    O encontro era para decidir valores para o PL. Quando a conversa começou, disse Valdemar, Lula dirigiu-se a José Alencar: “Vamos sair porque esta conversa é entre partidos, não entre candidatos”.
    “Lula e Alencar ficaram na sala. Fomos para o quarto eu, Delúbio e Dirceu. Comecei pedindo R$ 20 milhões para levar uns R$ 15 milhões.” Depois, o acordo foi fechado por R$ 10 milhões.

    Presidente Lula
    Questionado se Lula sabia que a conversa no quarto era sobre dinheiro, Valdemar disse: “Ele sabia. O presidente sabia o que a gente estava negociando. O Lula sabia o que o Dirceu estava fazendo, foi lá para bater o martelo.”
    Valdemar disse que o PL não recebeu o dinheiro durante a campanha e, por isso, passou a cobrar Dirceu e Delúbio, sem sucesso. No início do governo Lula, a situação mudou. Delúbio teria comentado sobre o empréstimo.
    “Em fevereiro de 2003, ele [Delúbio] falou que ia me dar a primeira parcela. Falou para eu mandar meu pessoal até a SMPB [da qual Valério é sócio].”
    O enviado por Valdemar, Jacinto Lamas, voltou a São Paulo com um envelope com cheques da SMPB para a empresa Guaranhuns que somavam R$ 800 mil.
    Os cheques foram trocados por dinheiro por um segurança de Delúbio, disse. Segundo ele, o dinheiro estava em “malinhas com rodinhas, de levar no aeroporto”.
    Valdemar disse que a situação se repetiu duas ou três vezes. Depois, o repasse passou a ser feito por meio do Banco Rural.
    “Foram R$ 6,5 milhões. Não chegou aos R$ 10,8 milhões que estão falando.” Para saber onde está a diferença, somente a Guaranhuns, disse. A empresa é destinatária de mais de R$ 6,3 milhões transferidos por Marcos Valério.

    https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1308200520.htm

  3. Para refrescar a memória dos esquecidos.

    O ex-ministro José Dirceu e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, dividiram cela no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, após serem condenados no escândalo do mensalão.Ambos ficaram detidos na mesma ala e conviveram diretamente durante o cumprimento de suas penas

  4. Após petista ser preso com dólares na cueca, Genoino deixa presidência do PTEm julho de 2005, José Adalberto, que viajava com US$ 100 mil, era chefe de gabinete do deputado José Guimarães, eleito pelo partido no Ceará e inocentado pelo STJ em 2012

  5. A derrubada das urnas de voto impresso.
    Vou recorrer a Pavlov, aquele da teoria do Reflexo Condicionado. Ele chegou a conclusão depois de verificar o motivo daquele cachorro te medo de linguiça.
    O caçador tinha um bom cão de caça, até que um dia uma cobra venenoso o picou durante uma caçada, depois de muito sofrimento o cachorro sarou mas ficou com um pavor tremendo de linguiça, ele associava a figura da linguiça a uma cobra.
    Daí veio a famosa frase filosófica sobre o trauma canino. Foi ai que Pavlov pontificou, “CACHORRO MORDIDO DE COBRA TEM MEDO DE LINGUIÇA”.
    Nota de esclarecimento sobre minha tese filosófica, como licença poética afirmei que foi Pavlov que disse isso, eu então vou corrigir, “Se ele não disse, deveria ter dito”.

  6. Outro esclarecimento sobre o trauma, na dinastia da Coreia do Norte, Kim Jong-un sempre se elege com mais de cem por cento dos votos.
    Kim Jong-un é o atual ditador e Líder Supremo da Coreia do Norte, cargo que ocupa desde dezembro de 2011 após a morte de seu pai, Kim Jong-il. Ele representa a terceira geração da dinastia familiar Kim, fundada por seu avô Kim Il-sung, que governa o país sob um regime de partido único altamente centralizado e totalitário.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *