Brasil já venceu os EUA e poderia vencer novamente, mas Lula é ignorante demais

Tribuna da Internet | Lula se humilhou diante de Trump e mostrou ser  marionete de Joesley

Charge do Genildo (Arquivo Google)

Carlos Newton

Essa ridícula e perigosa crise diplomática com os Estados Unidos é de causar revolta em quem conhece a brilhante trajetória de nossa diplomacia, que soube travar e vencer disputas arriscadíssimas, como a anexação do Acre, em 1903, quando a então jovem república brasileira enfrentou os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, que era a maior potência mundial, onde o Sol jamais se punha, segundo seu orgulhoso lema imperialista.

Foi nessa época que se fortaleceu a cobiça internacional pela Amazônia, devido à estratégica importância da borracha, usada na fabricação de pneus para carros, caminhões, motos, bicicletas e aviões. Só existia borracha na região boliviana do Rio Acre, onde era extraída por colonos brasileiros e exportada pelo porto de Belém.

O OURO NEGRO – A riqueza produzida pela borracha era tanta que atraia cada vez mais migrantes brasileiros e do exterior. Nessa época, os Estados Unidos, com apoio do Império britânico, então fizeram um acordo com a Bolívia, pagando caro para criar chamado Bolivian Syndicate, destinado a gerir com leis norte-americanas a região, explorar a borracha e expulsar os brasileiros.

A reação foi fulminante. Liderados por Plácido de Castro, ex-major da Brigada Gaúcha, em 6 de agosto de 1902 os seringueiros atacaram a guarnição do Exército boliviano no principal vilarejo do Acre e assumiram o controle da situação.

A Bolívia mandou mais tropas e embarcações de sua Marinha, mas os seringueiros resistiram, apesar das numerosas baixas.

LUTA RENHIDA – Plácido de Castro era um grande estrategista e conduzia os seringueiros sem o menor apoio do Exército ou da Marinha do Brasil, que tentavam fazer com que se entregasse. Mas isso não aconteceu.

Após uma série de batalhas, Castro conseguiu dominar pontos estratégicos como Puerto Alonso (atual Porto Acre), e forçou a Bolívia a retirar suas tropas em 24 de janeiro de 1903.

A partir daí se iniciou a negociação diplomática, com mediação internacional, em que o Brasil foi representado  pelo Barão do Rio Branco, que saiu vitorioso ao conseguir um acordo de indenização à Bolívia, alternativa que teve ferrenha oposição dos governos dos EUA e da Grã-Bretanha, que foram derrotados no importante episódio.

NÃO ALINHAMENTO – O fato concreto é que os imperadores Pedro I e Pedro II souberam escolher grandes importantes para comandar a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros, que depois passou a ser conhecida como Itamaraty, nome do belíssimo palácio-sede no Rio de Janeiro.

Poucos se dão conta disso, mas foram os diplomatas brasileiros que criaram a diplomacia do não-alinhamento, que depois viria a ser adotada por outros países, como Suíça e Uruguai. A estratégia foi consolidada por figuras históricas como José Bonifácio de Andrada e Silva, José Joaquim Carneiro de Campos e José Maria da Silva Paranhos, o visconde de Rio Branco, membro da Academia Brasileira de Letras e principal articulador da Lei do Ventre Livre.

O não-alinhamento floresceu na gestão do filho de Paranhos, que Dom Pedro II transformou no Barão do Rio Branco, reconhecidamente o gigante da diplomacia brasileira, que derrotou os Estados Unidos e a Grã-Bretanha nas mesas de negociação em que fixou nossas fronteiras ocidentais.

TEMPOS MODERNOS – Essa independência na diplomacia foi preservada pelo regime militar e seguiu em frente, somente sendo desprezada a partir dos governos do PT. A culpa é do então ministro José Dirceu, que mandava em Lula no início do primeiro governo e entregou o Itamaraty aos chamados “barbudinhos”, liderados por Celso Amorim.

Desde então o Brasil abandonou o não-alinhamento e se uniu à Rússia, à China e à Índia no grupo BRICS, além de Cuba, Venezuela, Nicarágua etc.

O resultado é que o governo de Lula comprou uma briga dura com os Estados Unidos, ao invés de estar se beneficiando com uma diplomacia que defenda os interesses do Brasil, ao invés de se guiar por posições falsamente ideológicas.

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P.S.
Com seu despreparo, Lula colocou o Brasil num caminho perigoso e acha que se trata de um problema de soberania, quando a causa é uma política diplomática totalmente equivocada. E ninguém sabe o que esses erros do governo do PT podem provocar. (C.N.)

17 thoughts on “Brasil já venceu os EUA e poderia vencer novamente, mas Lula é ignorante demais

  1. Impacto de Rubio nas relações entre o Brasil e os EUA

    Trump não se interessa pela América latina, e as decisões sobre a região ficam a cargo de Marco Rubio

    A maior parte das autoridades políticas dos EUA e mesmo dentro do jornalismo e da academia não se interessa pelo que os americanos costumam chamar de América Latina, que basicamente inclui todos os países do Rio Grande no México à Terra do Fogo na Argentina.

    Independentemente de serem democratas ou republicanos, o tal establishment de Washington e aqui de Nova York prefere temas ligados a Europa, Oriente Médio e Leste Asiático.

    América Latina e África? Nem passa pela cabeça deles.

    Vou até usar como exemplo o jornal The New York Times. Seus principais colunistas de política internacional, como Thomas Friedman e Nicholas Kristof, raramente escrevem sobre o que ocorre na região, com raras exceções como temas de imigração, México e eventualmente Cuba e Venezuela. Brasil não entra na lista.

    O ex-secretário de Estado Anthony Blinken, assim como o então presidente Joe Biden, ignoravam completamente a América Latina e em especial a América do Sul. Mal sabiam dizer “buenos dias”, apesar de viverem em um país onde parcela expressiva da população fala espanhol.

    Donald Trump não é diferente da maioria em Washington. O presidente, apesar dos elogios ao colega brasileiro, praticamente nunca fala o nome de Lula. Talvez não lembre. Simplesmente, o Brasil não está no radar dele.

    Flavio Bolsonaro? Trump certamente (…) tampouco dá muita importância ao pai e aos filhos. Uma relação de ídolo com fãs — similar à relação com o argentino Javier Milei.

    No meio deste deserto de desinteresse pela América Latina, há uma figura que desde a infância demonstra enorme interesse pela região.

    Naturalmente, falo do secretário de Estado e assessor de Segurança Nacional, Marco Rubio. Filho de cubanos, é fluente em espanhol, entende português, identifica-se como latino-americano, adora política externa, tendo sido presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, e estuda a política e a economia do continente.

    Rubio conhece a história, o contexto atual e sabe quem são os principais atores políticos nos principais países da América Latina, incluindo o Brasil.

    Quando começa um debate no Salão Oval sobre algo relacionado ao Brasil, Rubio já seria uma das vozes mais importantes por exercer os dois mais importantes cargos de política externa dos EUA.

    Imagine se alguém que sequer sabe direito quem é Lula e Bolsonaro vai questioná-lo numa reunião? Trump possivelmente, com a cabeça em mil outros temas, deve delegar a Rubio as decisões sobre questões ligadas a nações latino-americanas como o Brasil.

    Conservador e republicano, Rubio tem uma agenda clara e pública de buscar ajudar a eleger figuras da direita nas eleições deste ano, como na Colômbia, no Peru e naturalmente no Brasil.

    Nas eleições brasileiras, o candidato de Rubio é Flavio por ser o representante da direita. O próprio secretário de Estado deixou clara a sua insatisfação com o atual governo brasileiro em depoimento ao Congresso nesta semana, quando pôs o Brasil no bloco de Nicarágua, Cuba e Venezuela — todas ditaduras.

    A química entre Lula e Trump é verídica, mas insuficiente para melhorar as relações entre o Brasil e os EUA. No fim das contas, quem tem poder em temas sobre questões brasileiras é Rubio.

    O secretário de Estado precisa engolir algumas decisões de Trump quando o assunto é Ucrânia, Irã e China. Ao mesmo tempo, sabe que se for Cuba, Brasil ou Colômbia, suas opiniões tendem a prevalecer. E ele quer Flávio Bolsonaro.

    O Globo, Opinião, 04/06/2026 00h00 Por Guga Chacra – Nova York

    Leitura relevante para melhor compreensão de como o Brasil é visto politicamente pelos Estados Unidos.

  2. O anti-imperialismo é uma não-causa.

    Um império só é superado por outro.

    Pensar que um país, em plena Quarta Revolução Tecnológica, cujo domínio determinará qual império hegemonizará a Nova Ordem Mundial, desgovernado por um jacu de gaiola ignorantes, reacionário, atrasado, um verdadeiro homem das cavernas, tem chance zero de se posicionar , pelo menos, razovelmente.

    Vencer um império é fruto de sua cabeça senil e, quicá, demente. Vejam bem o nível do sujeito.

    https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE

    É tão doidaço que, junto com o STF, querem é censurar e obstar o avanço das forças produtivas via regulamentação, taxação e censura.

    Querem nos tirar da periferia e nos jogar na periferia da periferia da borda do capitalismo.

  3. Ademais impérios costumam durar século.

    Se a pergunta é sobre quanto tempo duraram alguns dos principais impérios da história, os períodos aproximados são:
    • Império Romano — cerca de 503 anos no Ocidente. Se incluirmos o Império Romano do Oriente (Bizantino), a tradição romana durou aproximadamente 1.480 anos (27 a.C. – 1453).
    • Império Bizantino — cerca de 1.123 anos.
    • Império Otomano — cerca de 623 anos.
    • Império Persa Aquemênida — cerca de 220 anos.
    • Império Mongol — cerca de 162 anos como império unificado.
    • Império Chinês — cerca de 2.133 anos de sucessivas dinastias imperiais.
    • Sacro Império Romano-Germânico — cerca de 844 anos.
    • Império Espanhol — aproximadamente 484 anos, dependendo do critério adotado.
    • Império Português — cerca de 584 anos.
    • Império Britânico — cerca de 414 anos.
    • Império Russo — cerca de 196 anos.

    ChatGpt

  4. Lula obedece uma agenda vermelha/ fraterna/khazariana, de entreguismo e desmantelamento generalizado de tudo que a muito custo ainda se mantém de pé!
    Impera, a traição à Pátria!

  5. O Brasil está agindo bem. (s EUA estão aplicando tarifas a rodo. Por interesses econômicos, para barganhar nos diversos negócios que interessam aos americanos.
    A China é a grande rival dia EUA, pois teve avanços extraordinários, incluindo as áreas tecnológicas.

    O Brasil, como um grande exportador de commoditiies se tornou um rival dos EUA, especialmente no agronegócio de exportação.

    Os EUA precisam diminuir o seu déficit comercial com o mundo. Necessitam que o dólar continue como moeda mundial. E quer diminuir as importações. Como fazer isso, sem taxar as exportações dos outros países? E como manter a hegemonia do dólar, sem pressionar os países que pensam em transações comerciais, sem que os dólares sejam necessários?
    E as alternativas às bandeiras de cartões de crédito, como o Pix? E se outros países copiarem esse sistema?

    Pressionar o Brasil para que ceda na sua independência é uma maneira de tentar obter uma submissão aos desejos econômicos do EUA.
    E prefiro que o Brasil permaneça assim, sem se ajoelhar para Trump.

  6. E impérios só são superados por outro e não por país subdesenvolvidos governados por jacus de gaiola.

    Alguns exemplos:

    • O Império Persa Aquemênida foi derrotado por Alexandre, o Grande.

    • O Império Macedônico fragmentou-se após a morte de Alexandre.

    • O Império Romano tornou-se dominante no Mediterrâneo, mas depois foi gradualmente substituído por novos reinos e impérios.

    • O Império Otomano substituiu o Império Bizantino em parte de seu território.

    • O Império Britânico foi a principal potência global do século XIX, mas perdeu essa posição para os Estados Unidos ao longo do século XX.

    O interessante é que a “superação” pode ocorrer de diferentes formas:

    Militar

    Uma potência derrota outra em guerra.

    Exemplos:
    • Guerras Napoleônicas
    • Primeira Guerra Mundial
    • Segunda Guerra Mundial

    Econômica

    Um país passa a produzir mais riqueza, tecnologia e capacidade financeira.

    Por exemplo, os Estados Unidos ultrapassaram o Reino Unido economicamente no final do século XIX e início do século XX.

    Tecnológica

    Novas tecnologias alteram a distribuição de poder.

    Exemplos:

    • Navegação oceânica favoreceu impérios europeus.

    • Industrialização favoreceu Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos.

    • Computação e inteligência artificial estão mudando o equilíbrio de poder atualmente.

    Institucional

    Às vezes o império não é derrotado externamente; ele entra em crise interna.

    O Império Russo, por exemplo, caiu principalmente devido a problemas internos agravados pela guerra.

    A União Soviética herdou grande parte de seu território e influência.

    Uma observação importante

    Na história moderna, muitos estudiosos argumentam que o poder deixou de depender apenas de impérios territoriais. Hoje, fatores como:

    • economia,
    • tecnologia,
    • finanças,
    • controle de cadeias produtivas,
    • capacidade militar,
    • influência cultural,
    podem ser mais importantes do que simplesmente controlar vastos territórios.

  7. Só mesmo os jumentos, que ficam relinchando pro jacu, que acham que jogando pedra na Lula e dando surtos esquizoides, está vencendo o Império.

    A questão que muitos analistas discutem hoje é se os Estados Unidos permanecerão a principal potência do século XXI ou se veremos uma transição para uma ordem mais multipolar, com maior peso de países como a China e a Índia.

    O Brasil desgovernado por um homem das cavernas será sempre da periferia.

    • Uma “Fênix/potência”, cujos criados e expostos símbolos a levarão a programada destruição?
      “Simbolicamente, os pais fundadores maçons pretendiam comunicar que parte do plano da Nova Ordem Mundial estipulava que no momento certo da história, os EUA, que fielmente conduziram o restante do mundo por tanto tempo rumo ao novo sistema global do Anticristo, iria repentinamente irromper em chamas e ser totalmente consumido pelo fogo. Entretanto, das cinzas da antiga América surgirá o novo sistema global do Anticristo. Abordamos a forma como acreditamos que esse cenário ocorrerá, e cumprirá as profecias bíblicas de Daniel 2 e 7 e de Apocalipse 18.

      O autor Ovason, citado anteriormente, revela que a seleção da águia foi, de fato, uma “dissimulação ocultista”, definida pelos maçons, rosa-cruzes e alquimistas como um símbolo “desenhado para carregar um simbolismo aberto aceitável para os não-iniciados, mas ao mesmo tempo esconder um significado mais profundo acessível apenas àqueles familiarizados com o simbolismo arcano”. [Ibidem, pág. 218].”
      PS. Continua, em: https://www.espada.eti.br/seminario2.asp

      • Do mesmo link.:
        “O Iluminismo Criou o Comunismo Como a Antítese Dialética.”
        “Outra premissa fundamental do Seminário 2 é que o mesmo Iluminismo que criou os EUA como a Nova Atlântida em 1776, também criou o comunismo entre 1846-48! Depois que você compreender este fato, entenderá inúmeras questões históricas que nunca fizeram sentido anteriormente. Por exemplo, entenderá:

        Por que a ação americana de “combater o avanço comunista” na verdade fortaleceu o comunismo;

        Por que enormes somas de dinheiro americano e europeu fluíram todas as décadas para a URSS para manter sua economia estável, muito embora a doutrina e a retórica comunistas declaravam inflexivelmente que sua meta era destruir todo o sistema capitalista;

        Por que o presidente Franklin Roosevelt cedeu a Europa Oriental aos soviéticos quando não existiam razões práticas para isso;

        Por que a superpotência EUA, liderada pelo presidente republicano Eisenhower, permitiu que Fidel Castro chegasse ao poder e se mantivesse nele, quando todos sabiam desde o início que Castro era comunista. Mais tarde, o presidente democrata Kennedy deliberadamente interrompeu a invasão da Baía dos Porcos, garantindo assim que Fidel Castro continuasse como ditador indefinidamente. Agora você aprenderá a verdade que os EUA queriam o comunismo em Cuba para prosseguir com o processo de conflito dialético.

        Para ilustrar que os mesmos Mestres dos Illuminati criaram tanto os EUA como o comunismo, Warner colocou o martelo do proletário comunista na garra direita da águia, junto com ramo de oliveira, e a foice comunista na garra esquerda, junto com as flechas. Demonstramos que os EUA são o sistema Tese do processo dialético, enquanto o comunismo é o sistema Antítese. O conflito resultante — conhecido no século 20 como Guerra Fria — foi projetado para produzir o novo sistema Síntese, a Nova Ordem Mundial, o reino do Cristo.

        Esperamos que você aprenda os muitos detalhes dessa fascinante história descrita no Seminário 2, “America Determines the Flow of History” [Os EUA Determinam o Fluxo da História]. Quando você compreender a verdade, a maioria dos eventos atuais repentinamente faz sentido.”

  8. Boa lembrança de tempos gloriosos da nossa diplomacia.

    Sobre a atual disputa comercial, a Daniela Lima, uma militante de aluguel da facção PT/STF, teve um lapso de honestidade e revelou em detalhes, no UOL, que o narco-traficante Luladrón deliberadamente negou-se a negociar com os USA a questão da Seção 301, por motivos eleitoreiros.

  9. Prezado Carlos Newton, com sua permissão compartilho o Filme KAROL-O HOMEM QUE SE TORNOU PAPA, onde testemunhamos a Vida do Jovem Karol Wojtyla o SÃO JOÃO PAULO II que foi Papa e teve a experiência em sua vida na sua Polônia Amada, de sobreviver ao Nazismo e ao Comunismo. Neste filme , precisamente aos 38.40 minutos de sua projeção uma cena real do Nazismo que o Jovem Karol assistiu , em que o Hans Frank, Advogado e Nomeado General por Hitler para Governar a Polônia a partir de sua Invasão em 1939, onde este Tirano convocou Professores Universitários e Intelectuais da Polônia para na Universidade ouvir o Comando do Nazismo sobre o que aconteceria com o Ensino e Educação ao Povo Polonês…as palavras marcantes, fora o assassinato em plena sala de aula de Professores e Estudantes que não aceitaram sua decisão, foi ouvir daquele Tirano Sanguinário… “Vocês poloneses são Incivilizados, nós vamos Civilizar o Povo Polonês….”. Lembram-se do Ministro Barroso falando que ia Recivilizar o Brasil e seu Povo na comemoração da vitória de Lula em 2022 ? Tudo igual. Sugiro que assistam esse Filme e compreendam os motivos da luta do Santo João Paulo II quando Papa, contra o Nazismo e o Comunismo. Ele conheceu a miséria humana desses Regimes, o Filme retrata muito bem tudo isso.

    https://www.youtube.com/live/5iuDmLu2NsA?si=f5ONPzXk0fo3wRFS

  10. “Com seu despreparo, Lula colocou o Brasil num caminho perigoso e acha que se trata de um problema de soberania”

    Parece que a fase política atual nas Américas será lembrada no futuro como a dos DESPREPARADOS (Lula e Flávio aqui e Trump lá).
    É nessas horas que aparece um Salvador!

  11. Consolidação da República

    Quando da Revolta da Armada, ocorrida em 1893, perguntado sobre como receberia os navios estrangeiros que se encontravam no porto do Rio de Janeiro, caso decidissem agir para proteger as propriedades de estrangeiros, no Brasil, o Marechal Floriano Peixoto teria respondido: – À Bala !.

    O Ladrão™ responderia ” – Vamos todos tomar uma cervejinha na Praça Mauá”.

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