
STF abre duas frentes de apuração sobre produtora
Teo Cury
Matheus Teixeira
CNN
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a Polícia Federal a investigar o repasse de emendas parlamentares a empresas vinculadas à produtora do filme Dark Horse e largou na frente de André Mendonça nas apurações sobre a produção no tribunal.
Dino concentra no STF a relatoria de uma série de processos que investigam suspeitas em repasses de emendas parlamentares a empresas, entidades e ONGs. Já o colega é responsável por conduzir as investigações sobre as fraudes do Banco Master e de Daniel Vorcaro no STF.
IRREGULARIDADES – Mendonça assumiu recentemente um pedido para investigar possíveis irregularidades no financiamento do filme sobre Jair Bolsonaro (PL). A solicitação foi feita em um primeiro momento a Alexandre de Moraes, mas logo foi redistribuída a Mendonça.
Ao receber o processo, o ministro o enviou à PGR (Procuradoria-Geral da República) para que o procurador-geral, Paulo Gonet, apresente sua manifestação. Somente após o parecer de Gonet, Mendonça vai decidir se uma investigação deve ou não ser aberta.
Dino, por sua vez, autorizou a Polícia Federal a investigar a suspeita de irregularidades no repasse de emendas parlamentares a empresas ligadas à produtora do filme sobre Bolsonaro.
REPASSES DE EMENDAS – A investigação teve início antes das suspeitas sobre a produção surgirem e mira repasses de emendas parlamentares feitos por cinco deputados federais a empresas e ONGs. Uma das empresas pertence à mesma dona da produtora de Dark Horse.
Os casos que estão sob a relatoria dos dois ministros têm potencial de se chocar em algum momento. O que está sob relatoria de Mendonça pede para que o financiamento do filme seja investigado. Já o que está sendo conduzido por Dino busca saber como foi utilizado o dinheiro repassado a empresas ligadas à produtora do filme.
Essa turma do stf deu diversos habeas-corpus corpus para a turma do roubo dos velhinhos do INSS. Nenhum deles pediu que i vestigassem os roubos, para uns investigação, para outros a proteção
Dino, nosso bom comunista faz o que sabe fazer.
Nosso Loola está feliz, “nunca na história desse país um presidente colocou no STF um ministro comunista, só eu”.
Nosso Dino, em seu mister operacional ideológico vai fazer de Bolsonaro o escabelo de todas as misérias mundanas.
A picaretada à moda Stalin vai ser a proibição do filme aqui no Brasil.
Nota do comentarista.
Para os comunistas que sabem ou fingem não saber sobre a picaretada, me refiro ao caso do Stalin ter mandado ao México onde Trotsky vivia, um jagunço seu e lá privando da intimidade do fundador do Exercito Vermelho aproveitou um descuido e com uma picareta de alpinistas o executou pelas costas.
Ramon Mercader é o nome do executor e não é tal lobo solitário da facada na barriga.
* Ramón Mercader foi o responsável pela execução de Leon Trotsky. Mercader era um espião espanhol a serviço de Josef Stálin. Ele cometeu o crime em 20 de agosto de 1940, em Coyoacán, no México.
O golpe: No dia do crime, Mercader pediu para Trotsky ler e corrigir um artigo. Enquanto Trotsky lia, Mercader cravou um golpe de piolet (uma pequena picareta usada por alpinistas) na cabeça dele. (Wikipédia)