
Flávio Bolsonaro tem ataque de ‘sincericídio’
Julia Duailibi
G1
A carta enviada por Flávio Bolsonaro (PL) às autoridades americanas tende a causar mais prejuízos do que benefícios à sua estratégia política. Ao pedir que um eventual tarifaço sobre produtos brasileiros seja adiado para depois das eleições, o senador expõe uma articulação que joga contra os interesses do próprio país.
A principal falha da carta está em antecipar publicamente uma estratégia de negociação. Em qualquer processo desse tipo, revelar previamente a intenção de negociar reduz o poder de barganha. Além disso, ao sinalizar que a discussão sobre as tarifas deveria ficar para depois do pleito, Flávio deixa explícita a preocupação com os impactos eleitorais da medida.
“SINCERICÍDIO” – Há um trecho considerado um “sincericídio” político, ao admitir que o objetivo não seria encerrar definitivamente o tarifaço, mas apenas adiar sua implementação. Essa posição reforça a percepção de que a preocupação central é evitar desgaste eleitoral, e não solucionar o impasse comercial.
A carta acaba favorecendo, indiretamente, a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O documento transmite a mensagem de que as tarifas estariam beneficiando o adversário político e sugere um pedido de intervenção para alterar esse cenário.
Outro ponto de destaque é a relação entre o tarifaço e a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro. Embora aliados neguem qualquer vínculo entre os dois temas, o deputado federal Eduardo Bolsonaro comemorou o anúncio das tarifas e participou de articulações nos Estados Unidos em defesa de sanções, o que enfraquece esse argumento.
Puseram o ministro no meio
Aliados de Flávio suspeitam de influência de ministro em ataque de Michelle
O entorno de Flávio está convencido — seja teoria da conspiração ou não — de que a investida de Micheque contra Rachadinha foi influenciada por informações que vieram de André Mendonça, relator do caso Master no STF, a quem cabe autorizar novas operações da PF.
Michelle, lembram aliados, foi a principal madrinha da indicação do ministro “terrivelmente evangélico”, assim como ela diz (supostamente) ser.
O Globo, Opinião, 05/07/2026 06h20 Por Gustavo Maia — Brasília / Lauro Jardim
“Mas se alguém me desafia e bota o ‘ministro’ no meio
Eu dou porrada a três por quatro e nem me despenteio
Que eu já estou de saco cheio.”
Em alusão ao samba “Partido Alto”, de Chico Buarque.
Nada como defender a nossa “soberania” não é mesmo?
STJ solta mais traficante do PCC!
https://www.youtube.com/watch?v=OSOA0C-2MHQ
Assim é, se assim lhe parece.
Flavio é um traidor infiltrado que joga pra sua derrota.
Flavio joga pra eleger Loola.
Do sincericídio ao suicídio é um passo.
Com a inteligência artificial temos várias modalidades de arremesso de bosta, á curta, média e longa distância, mas com a burrice ideológica temos o menosprezo pela verdade dos fatos.
O freguês escolhe.