Governo diz que fala de Flávio nos EUA reforçou o oportunismo eleitoral dele

7 thoughts on “Governo diz que fala de Flávio nos EUA reforçou o oportunismo eleitoral dele

  1. Ao que parece o oportunismo vitimista do jacu de gaiola neandertal, com sua causa-tampão, o idiossincrático anti-imperialismo é que está em baixa.

    – Império Romano: cerca de 500 anos (ou quase 1.500 anos considerando o Império Bizantino).

    – Império Mongol: cerca de 160 anos.

    – Império Otomano: cerca de 623 anos.

    – Império Espanhol: cerca de 480 anos.

    – Império Britânico: cerca de 400 anos, com seu auge entre os séculos XIX e XX.

    – União Soviética (superpotência, embora não um império colonial clássico): 69 anos.

    • Império Narcola-Soça-Comuna – 28 anos.

      Com um nano-mini-minúsculo-salário minimo de 1.621,00 contos de réis….

      100,00 contos não enche uma sacola nas feiras livres..

  2. O que aconteceria com a Economia Mundial, caso os amiguinhos medievais, misóginos, homofóbicos e canalhas iranianos do jacu de gaiola neandertal, conseguissem desenvolver a bomba atômica para fazer os EUA do mapa:

    Se os Estados Unidos falissem repentinamente ou fossem destruídos como potência econômica, o impacto seria provavelmente a maior crise econômica da história moderna. Os efeitos dependeriam da causa (falência financeira, guerra, desastre natural etc.), mas, em linhas gerais:
    • Colapso dos mercados financeiros: bolsas de valores despencariam no mundo todo. Grande parte dos investimentos globais está em ativos americanos.
    • Crise do dólar: o dólar é a principal moeda de reserva internacional. Seu colapso geraria enorme incerteza no comércio e nas reservas dos bancos centrais.
    • Recessão mundial: muitos países exportam para os EUA ou dependem de empresas e consumidores americanos. O comércio internacional sofreria uma queda brusca.
    • Quebra de cadeias produtivas: setores como tecnologia, medicamentos, aviação e semicondutores seriam gravemente afetados, pois empresas americanas são peças centrais dessas cadeias.
    • Aumento do desemprego: empresas exportadoras e multinacionais reduziriam produção, provocando demissões em diversos países.
    • Crise bancária internacional: bancos e fundos com títulos americanos poderiam enfrentar insolvência.
    • Alta volatilidade de preços: alguns produtos poderiam encarecer por escassez, enquanto commodities como petróleo e minério poderiam cair inicialmente devido à retração da demanda.
    E o Brasil?
    O Brasil provavelmente enfrentaria:
    • queda das exportações;
    • desvalorização dos ativos financeiros;
    • retração dos investimentos estrangeiros;
    • aumento do desemprego e desaceleração do PIB.
    Ao mesmo tempo, no médio e longo prazo, outras economias como a da China, União Europeia e Índia tenderiam a assumir parte do espaço econômico deixado pelos EUA, levando a uma reorganização da ordem econômica mundial. Entretanto, essa transição provavelmente levaria anos ou décadas e seria marcada por forte instabilidade.
    Em resumo, uma falência ou desaparecimento súbito dos EUA dificilmente significaria apenas a crise de um país; representaria uma crise sistêmica global, comparável ou superior à Grande Depressão e à Crise financeira de 2008, devido ao papel central dos Estados Unidos na economia mundial.

    ChatGpt

    • É tudo o que o jacu de gaiola quer: destruir o país para ser reeleito eternamente, ainda que conservado no formol.

      Como uma múmia representante da decadência moral, civilizacional e temporal da vagabundagem que se auto-intitula “esquerda progressista”.

      Tão progressista que está virando peça de museu da burguesia cleptopatrimonialista.

  3. parodiando, o imortal clássico:

    Vestiu uma camisa amarela e saiu por aí. Dizendo que era patriota e com a bíblia na mão.
    Em vez de Brasil, gritava USA, USA.

    Como pode um falso patriotismo, último refúgio dos canalhas, enganar tantos? O pior é que os incautos se acham entendidos, mas suas análises rasas só são repetidas mecanicamente (ajudadas pela tecnologia), tais como papagaios que repetem as palavras que ouvem.

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