Decisão de Flávio Dino coloca campanha em alerta
Luísa Marzullo
O Globo
A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar o bloqueio de até R$ 119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, preocupa a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que teme uma nova frente de desgaste na corrida presidencial.
Integrantes da campanha avaliam que a medida atrapalhar por ocorrer justamente no momento em que a legenda tenta concentrar esforços na construção de alianças e na consolidação de sua estratégia eleitoral para 2026. PL e Valdemar ainda não se manifestaram.
CENTRO DO NOTICIÁRIO – A avaliação entre integrantes da campanha é que, independentemente do mérito da investigação, o episódio tende a recolocar o partido no centro do noticiário por razões alheias à disputa eleitoral. Reservadamente, dirigentes reconhecem que a sucessão de crises enfrentadas pela legenda exige um esforço permanente de contenção de danos e afirmam que a decisão contra Valdemar amplia esse cenário justamente quando o PL buscava direcionar o debate para a candidatura de Flávio.
Nos bastidores, interlocutores lembram que a campanha ainda tenta absorver os efeitos de uma sequência de episódios que dominaram a agenda política nas últimas semanas. Entre eles estão a crise aberta com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que culminou em sua saída da presidência do PL Mulher e os questionamentos em torno da relação de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do caso Banco Master.
DESGASTE – Na avaliação desse grupo, o bloqueio dos bens de Valdemar pode criar uma nova frente de desgaste justamente quando a campanha tentava retomar o foco na agenda eleitoral. Parte da cúpula da legenda também interpreta o momento da decisão como mais um fator de pressão sobre o partido. Dirigentes afirmam enxergar na medida uma tentativa de ampliar o desgaste político do PL em ano eleitoral e sustentam que o episódio reforça a narrativa de perseguição adotada pela legenda desde as investigações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A preocupação decorre, sobretudo, do papel desempenhado por Valdemar na condução do projeto eleitoral do PL. Além de presidir a legenda, é ele quem centraliza boa parte das negociações para formação de alianças, da montagem dos palanques estaduais e da estratégia nacional da campanha de Flávio. Integrantes do partido avaliam que qualquer investigação envolvendo o dirigente inevitavelmente produz reflexos sobre a candidatura presidencial.
Um exemplo dessa atuação ocorreu nesta semana, quando Valdemar se reuniu com os presidentes do Podemos e do Republicanos para discutir uma aproximação das legendas em torno do projeto presidencial de Flávio. O dirigente também tem participado diretamente das negociações para a composição de palanques estaduais considerados estratégicos pela campanha.
DEFESA JURÍDICA – Apesar da preocupação, a orientação dentro do PL é evitar alterações na estratégia eleitoral. A expectativa é concentrar a reação na defesa jurídica de Valdemar, preservando a agenda política de Flávio. Um aliado resumiu o sentimento interno ao afirmar que qualquer investigação em ano eleitoral “sempre é complexa”, embora reconheça que o partido convive há anos com sucessivos episódios de desgaste político e judicial.
Na decisão desta sexta-feira, Dino afirmou que há “múltiplos indícios” de que Valdemar atuava na indicação e no redirecionamento de emendas parlamentares mesmo sem exercer mandato eletivo. Com base em mensagens extraídas de celulares apreendidos, planilhas e outros elementos reunidos pela Polícia Federal, o ministro sustentou que o presidente do PL teria exercido influência direta sobre a distribuição de recursos públicos, utilizando servidores da Câmara dos Deputados para operacionalizar as indicações e atribuindo formalmente as emendas a parlamentares para conferir aparência de legalidade ao procedimento.
ARRANJO PARALELO – Segundo Dino, a investigação aponta a existência de um “arranjo decisório paralelo” para a destinação das verbas, no qual assessores ligados ao esquema compilavam e organizavam planilhas com as emendas antes de encaminhá-las aos ministérios responsáveis pela liberação dos recursos. Para o ministro, os elementos reunidos indicam que Valdemar possuía autonomia para direcionar parte das emendas de comissão em razão de sua posição como presidente nacional do PL, mesmo sem ocupar cargo no Congresso.
Diante desse conjunto de indícios, Dino determinou o bloqueio de até R$ 119 milhões em bens de Valdemar. O valor corresponde ao montante de 21 emendas cuja indicação, segundo a investigação, teria passado pelo dirigente partidário e que tiveram a execução suspensa no curso das apurações.
Teve emenda do Valdemar da Costa Neto, para show sertanejo. É para isso que servem as Emendas Parlamentares?
Esse Congresso que vive de Emendas Parlamentares não me representa. Deputados e Senadores só pensam em seus interesses.
A maioria dos 119 milhões de recursos públicos de emendas parlamentares não têm planejamento e são usadas sem levar em conta as necessidades dos cidadãos. Valdemar é ecumênico, pois a maioria dessa grana toda foi para São Paulo, mas, também foi para o Paraná, Amazonas, nos lugares de interesse político do PL. Desse jeito, usando dinheiro público esse camarada vai eleger mais de 120 deputados e a metade dos senadores. É isso que Valdemar, dono do PL mais deseja, ou seja, não lhe interessa a eleição do Flávio, o foco está no Fundo Partidário e nas presidências da Câmara e no Senado. O Poder emana desses cargos do Legislativo.
Mais uma década perdida para o país, por causa da corrupção endêmica, que assola os Poderes da República.
Aqui, a farra da compra de mansões, coberturas na Orla e bilhões em contas secretas nos paraísos fiscais, impedem o país de crescer e gerar emprego para os jovens. O país se perde nessa desgraça, nessa tragédia que não termina nunca.
O presidente da Câmara, Hugo Motta , se pronunciou em defesa de Valdemar da Costa Neto, criticando o ministro Flávio Dino, que vem botando ordem nessa farra das emendas parlamentares. Disse que Dino criminaliza a política. Tá errado Motta, são os políticos que estão cometendo crimes em série , usando os recursos públicos das Emendas sem transparência e sem critério. Legislativo não pode ocupar as funções do Executivo, porque fere de morte a Constituição. O dever do Parlamentar e legislar e ponto. Pelo menos façam isso pelo país.
Que tristeza
O problema não é o desgaste do Flávio Bolsonaro, nesse caso o Valdemar é que está na berlinda.
A cadeia espera essa cobra criada, que por ora, preside o PL.
Ou só o pobre mofa na cadeia neste país injusto, que protege suas castas endinheiradas?
Eu ‘si divirto’ lendo as tiradas da esquerda avestruz, esse animal esconde a cabeça e deixa as outras ‘partes’ a descoberto.
A boa China empurra 67% sobre nossas carnes, A União Europeia retirou o Brasil da lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal, incluindo carne bovina e de frango, para o mercado europeu, em junho.
O avestruz não gosta de ver isso, esconde a cabeça.
E o desgraçado de sempre é o Bicho Papão do Trump.
A Esquerda Avestruz é como a trave bíblica, só enxerga o argueiro nos olhos dos outros.
E os respiradores do Dom Dino, quando governador do Maranhão comprou pagou adiantado e não recebeu e quem matou de covid foi o Bolsonaro.
Essa cepa de petista só tem munheca e mão grande para Mensalão e Petrolão e velhinhos.
NA MINHA OPINIÃO, É AGORA OU NUNCA, A HORA E A VEZ DAS IGREJAS FIÉIS A JESUS CRISTO intercederem em favor da salvação do que ainda resta de Humanidade, tendo em vista a política, os partidos, a democracia dos me$mo$ e até mesmo o próprio estado rendidos à loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, em detrimento do sucesso pleno do bem comum do conjunto da população enquanto finalidade precípua de todo estado que se preza como tal. ORA ESSA, SE DE FATO, EM 1971, NO BRASIL, TODOS ESTAVAM SURDOS, como capturado pelo então jovem compositor e cantor, Roberto Carlos, agora, em 2026, 55 anos depois, com a ascensão de Donald Trump ao comando dos EUA, enquanto QG mundial da plutocracia putrefata, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar a tola freguesia da dita-cuja, copiada mal e porcamente no Brasil há 136 anos, elevando à enésima potência a loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, a impressão é que todos ficaram isto sim surdos, cegos e mudos, de modo que, a nosso ver, não resta outra coisa para salvar o que ainda resta de Humanidade senão a intercessão de Jesus Cristo e as suas Igrejas, caso resolvam atuar no sentido de estancar a loucura mundial pelo vil metal, e, por conseguinte, libertar a Humanidade que se encontra reduzida à condição de vítima, refém, súdita e escrava do dito-cujo, mostrando assim a que e a quem vieram ao mundo e de qual lado realmente estão: da loucura por dinheiro ou da Humanidade, em sendo o aqui e agora a hora e a vez da redenção do ser humano e da salvação da própria Humanidade pela intercessão e intervenção propositiva das Igrejas fiéis a Jesus Cristo e os seus fieis escudeiros, até porque é dever de todos que operam na boa-fé, principalmente da sociedade civil organizada, exigir que o Estado, enquanto conjunto da sociedade juridicamente organizado, cumpra o seu papel constitucional, porque do resto, “data venia”, a esta altura do campeonato da vida no planeta apelidado de terra que urge ser resgatado e rebatizado como Planeta Vida, não há mais nada de bom, novo, humano, promissor e alvissareiro a esperar no sentido da redenção, da evolução humana e da empatia. https://www.facebook.com/reel/459489214761492 https://www.facebook.com/photo?fbid=27303562289338666&set=a.124138644374398