Carta divulgada ameaça domiciliar de Bolsonaro
Pedro do Coutto
A política brasileira voltou a demonstrar que, em períodos eleitorais, praticamente nenhuma decisão institucional permanece restrita ao campo jurídico. Cada ato do Judiciário, cada movimento dos protagonistas políticos e cada conflito entre Poderes passa a ser interpretado também sob a ótica da disputa pelo poder.
A suspensão das visitas do senador Flávio Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, é mais um episódio dessa crescente judicialização do ambiente eleitoral, que tende a intensificar a polarização e ampliar o debate sobre os limites entre a aplicação da lei e seus inevitáveis efeitos políticos.
MANIFESTAÇÃO POLÍTICA – Segundo a decisão, Moraes entendeu que a divulgação pública de uma carta atribuída ao ex-presidente, na qual Bolsonaro reafirma apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, representaria descumprimento das condições impostas à prisão domiciliar. O entendimento do ministro parte da premissa de que manifestações políticas produzidas a partir do ambiente da prisão configurariam utilização indevida do benefício concedido pela Justiça e poderiam interferir no processo eleitoral.
A defesa de Flávio Bolsonaro, entretanto, sustenta interpretação distinta. O senador argumenta que as visitas de familiares são asseguradas tanto pela legislação brasileira quanto por determinações anteriores do próprio Supremo Tribunal Federal. Sob esse ponto de vista, o conteúdo das conversas ou dos encontros não afastaria um direito inerente ao regime de prisão domiciliar. A divergência revela um debate jurídico relevante: até que ponto direitos garantidos ao preso podem ser restringidos quando existe o entendimento de que deles decorrem efeitos políticos?
A questão dificilmente permanecerá limitada ao processo específico. A defesa deverá buscar reverter a medida, sustentando eventual violação ao direito de convivência familiar, enquanto os apoiadores do ministro argumentam que a preservação das condições impostas pela Justiça exige rigor absoluto, especialmente quando o beneficiário continua exercendo forte influência sobre o cenário político nacional. Independentemente do desfecho, o episódio reforça a percepção de que as eleições de outubro serão marcadas por intensa atuação do Judiciário e por sucessivas controvérsias constitucionais.
EMENDAS – No mesmo momento em que o debate se concentra sobre Bolsonaro, outra frente política chama atenção em Brasília: a crescente influência atribuída ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha na destinação de recursos públicos por meio de emendas parlamentares. Mesmo sem exercer mandato eletivo, Cunha voltou ao centro das discussões após surgirem questionamentos sobre sua possível atuação na distribuição de verbas federais, especialmente destinadas a municípios mineiros.
Caso as investigações confirmem essa participação indireta, o caso ultrapassará a atuação de um personagem político e recolocará em evidência um debate mais amplo sobre a transparência e a governança do Orçamento. Nos últimos anos, o protagonismo assumido pelo Congresso na execução das despesas públicas transformou as emendas parlamentares de instrumentos de representação regional em um dos principais centros de poder da política brasileira. Esse redesenho institucional fortaleceu o Legislativo, reduziu a capacidade de coordenação do Executivo e ampliou a necessidade de mecanismos rigorosos de transparência, rastreabilidade e responsabilização na aplicação dos recursos públicos.
PREOCUPAÇÃO INSTITUCIONAL – É justamente nesse contexto que surgem as maiores preocupações institucionais. A eventual interferência de agentes sem mandato formal ou sem responsabilidade administrativa direta na definição do destino de verbas públicas amplia o risco de captura do processo decisório e fragiliza os mecanismos republicanos de prestação de contas. Não por acaso, o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal de Contas da União e a Controladoria-Geral da União vêm defendendo, de forma reiterada, maior publicidade, identificação dos autores das indicações e critérios objetivos para a distribuição das emendas.
O desafio, portanto, vai além da investigação de casos específicos. Trata-se de preservar a legitimidade de um instrumento constitucional de representação parlamentar sem permitir que a opacidade dos processos de decisão comprometa a transparência, a responsabilidade na gestão dos recursos públicos e a confiança nas instituições.
Flávio é o candidato mais rejeitado pelos eleitores (57%)
Mesmo sem nunca ter administrado sequer uma currutela na vida, Flávio Rachadinha tem uma rejeição (57%) maior do que a de Lula (50%), que já acumula três longos mandatos como presidente da República, revela pesquisa Genial/Quaest.
O FATO É QUE PESQUISA NENHUMA, MANIPULAÇÃO NENHUMA, ALIENAÇÃO NENHUMA, por mais espertos que sejam os seus operadores, conseguem esconder o fato de que o país encontra-se dividido em três bandas sociais majoritárias, a saber: situação, oposição, impostas pelo sistema, e a banda apartidária, antissistema que se manifesta via abstenções e votos em branco e nulos, como reveladas nas ruas e nas urnas desde de 2010, passando pelas jornadas de Junho de 2013, chegando até os dias atuais, como serão confirmadas tb nas eleições de 2026, que segue exigindo da patota do enfadonho e cansativo continuísmo da mesmice dos me$mo$ projeto novo e alternativo de política e de nação, a verdade como ela realmente é, realidade essa contra a qual de nada adiantam os sofismas partidários, com prazo de validade vencido há muito tempo.
Face a um provável reeleição do jacu de gaiola neandertal Lula, que se situa, no máximo na Era da Pedra Lascada, pra terminar seu projeto de destruir o país, criando todas as condições pro seu impeachment, muito mais do as que levaram ao da Dilma(nta), explicitando que é a maior farsa e aberração da História levará a parte da sociedade, canalha ou imbecilizada, ao suicídio coletivo, como fora dos engalobados por Jim Jones?
https://www.camara.leg.br/radio/programas/344477-em-1978-o-fanatico-jim-jones-da-seita-templo-do-povo-induziu-914-fieis-ao-suicidio-na-fronteira-da-guiana-a-musica-de-hoje-e-pronto-para-o-suicidio0651/
O legado que o sujeito quer aprofundar.
1. Educação
📊 Posição: ~60–70/80 (PISA – OCDE)
➡️ Baixo desempenho global e alta desigualdade interna.
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2. Infraestrutura
📊 Posição: ~70–100/140 (World Economic Forum)
➡️ Gargalos logísticos e déficit em saneamento.
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3. Estado democrático
📊 Posição: ~40–60/167 (EIU Democracy Index)
➡️ Democracia “imperfeita”, com fragilidades institucionais.
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4. Tecnologia e inovação
📊 Posição: ~50–70/130 (WIPO – Global Innovation Index)
➡️ Ciência razoável, inovação produtiva limitada.
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5. Criminalidade (homicídios)
📊 Posição: entre os ~20 mais violentos do mundo (UNODC)
➡️ Altas taxas de homicídio e violência urbana.
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6. Desigualdade de renda
📊 Posição: top 10–20 mais desiguais (Banco Mundial – Gini)
➡️ Forte concentração de renda estrutural.
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7. Desenvolvimento humano
📊 Posição: ~70–90/190 (PNUD – IDH)
➡️ Desenvolvimento intermediário global.
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8. Eficiência estatal (governança)
📊 Posição: percentil ~50–60 (World Bank)
➡️ Capacidade estatal mediana-baixa.
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9. Desigualdade de gênero
📊 Posição: ~80–100 (PNUD)
➡️ Diferenças persistentes em renda, poder e violência.
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10. Desigualdade racial
📊 Sem ranking global direto
➡️ Um dos maiores contrastes raciais estruturais das Américas (IBGE).
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11. Desigualdade regional
📊 Sem ranking global direto
➡️ Um dos maiores desequilíbrios internos do mundo (IBGE).
Seu projeto é elevar a estagnação social, econômica e tecnológica do país de 50 pra 100 anos de solidão.
Cava sua cova.
Um sujeito deste precisa quer mesmo o seu “triste fim de policarpo quaresma”.
Até hoje não identifiquei uma farsa deste nível.
Embora o pai dos pobres tenha mesmo o poder de tornar bilionários, com seu toque, da noite pro dia.
https://www.youtube.com/watch?v=xRMcxECvHOA
Se depender da nossa mídia as caveiras dos bolsonaros estarão num museu de paleontologia junto com as ossadas dos mamutes pernetas.
Vão ser agourentos assim lá Transilvânia.
Ninguém percebe as semelhanças?
“O exemplo mais notório e sinistro de perversão da lei ocorreu há muito mais de vinte anos, e ainda não provocou o alarme e a indignação que tais ultrajes necessariamente despertam em nações viáveis. A farsa obscena e trágica chamada ” Julgamento por Sedição ” começou em 1942 e só terminou em 1947. Foi um ato de terrorismo ao estilo soviético, perpetrado para intimidar os americanos. Trinta homens e mulheres de todo o país, a maioria dos quais nunca tinha ouvido falar uns dos outros e que tinham em comum apenas a crítica contundente à Conspiração Comunista, foram levados a Washington algemados e acorrentados, aprisionados em celas escuras para que não pudessem ler, e submetidos ao julgamento por “conspiração” mais fantástico já realizado fora da União Soviética. O julgamento em si, baseado em pretextos tão transparentes que não poderiam ter sido concebidos para enganar qualquer pessoa inteligente, foi orquestrado em 1944 pelo infame E.E. Eicher, um protegido de Félix Frankfurter e Juiz-Chefe do Tribunal Distrital do Distrito de Columbia, em conluio aberto com um incrível Procurador-Adjunto, Oetje J. Rogge, outro protegido de Frankfurter e admirador de longa data dos bolcheviques, cuja participação na perseguição lhe rendeu a distinção de ser convidado pessoal de Stalin no Kremlin alguns anos depois. O juiz desrespeitoso, Eicher, violou repetida e flagrantemente a Constituição dos Estados Unidos, inúmeras leis e os princípios elementares de equidade e justiça nos quais todas as leis se baseiam. Mas a criatura perversa que presidiu ilegalmente um tribunal federal não conseguiu cumprir a função para a qual fora nomeado. Ele morreu enquanto os artigos de impeachment por improbidade administrativa estavam sendo preparados e antes que pudesse ser levado a julgamento no Senado. Sua morte repentina, supostamente por causas naturais, evitou uma investigação e exposição que nossos inimigos em Washington estavam desesperadamente ansiosos para impedir. O caso absurdo — ridículo, não fosse o sofrimento e a perda irreparável infligida aos infelizes réus e até mesmo a seus advogados — finalmente chegou a um juiz honesto em 1946 e foi arquivado como uma “farsa da justiça”. Mas os elementos criminosos no que é chamado de nosso “Departamento de Justiça”, em um esforço para afligir suas vítimas em potencial o máximo possível, persistiram até que o caso fosse finalmente encerrado por ordem do Tribunal de Apelações no último dia de julho de 1947.[1]”
Adendos, em: https://www.revilo-oliver.com/news/2015/02/oliver-on-homosexuality/
MIJOIA BOLSONARO: HUMANIDADE TÃO OU MAIS ENLOUQUECIDA DO QUE SEMPRE FOI! Eva, a mãe da humanidade não passa de uma prostituta, que traiu seu Criador e o marido com uma cobra falante, um réptil fundamentalista, negacionista, anticientífico. Sara expulsa de casa a escrava Agar, por motivos fúteis, tornando a Bíblia motivo e justificativa para expulsão de filhas e esposas do sistema bíblico patriarcal. Jezebel era idólatra e assassina! Depois do acordo de Jesus Cristo com Constantino, a propaganda cristã antiescravista desapareceu do discurso dessa nova mitologia; somente nas Américas foram 400 anos de escravidão de indígenas e negros. As mulheres brancas cristãs tinham o direito de maltratar, torturar e assassinar suas escravas e suas ama de leite, principalmente as escravas estupradas pelo marido patriarca cristão ‘’conservador’’ dos valores cristãos! As filhas de Ló são as mais estúpidas da história da humanidade, mesmo assim são referência no Livro sagrado de 2 bilhões de cristão do século 21! A imperatriz Teodora, esposa de Justiniano I, Império Cristão Romano (532 d.C., Constantinopla) convenceu o marido cristão a massacrar 30 mil cidadãos que não suportavam mais a tirania cristã romana. Michele Bolsonaro, uma oportunista mercenária incutiu o cristianismo evangélico anticientífico, negacionista, antivacina na cabeça de Jair Bolsonaro, que nunca foi cristão, católico, ou ateu, e sim o oportunista mais ‘’atoa’’ do planeta. Com isso Micheque promoveu o massacre de 700 mil pessoas de covid-19! Eu poderia ficar aqui narrando bilhões de exemplos assim, da humanidade cristã ou bíblica holística. Mas, hoje estou com muita preguiça! As jornalistas, influenciadoras, formadoras de opinião, etc., até a primeira-dama comunista Janja estão enaltecendo a Mijoia Bolsonaro nazista, correndo assim os brasileiros de terem uma ‘’presidenta’’ da Nova Idade das Trevas cristãs em pleno século XXI. ‘’Que tempos, que costumes’’! Brasil da República das Diretas-Já, o último brasileiro honesto a enlouquecer com tanta corrupção, violência, criminalidade, impunidade, que tranque bem a porta do hospício! Mas é tudo por uma causa nobre, caros leitores: Direitos humanos para corruptos, facínoras sanguinários, estupradores, furtadores, ladrões, falsários, etc. Princípio da presunção da inocência, etc. Compreensão, pessoal, assim os nobres advogados não vão necessitar assaltar, roubar, saquear os cofres públicos; isto é função de seus nobres clientes! São valores cristão! Amém Jesus? LUÍS CARLOS BALREIRA. PRESIDENTE MUNDIAL DA LEGIÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA