“Se for Flávio contra Lula, Lula vence; se for Caiado, Caiado ganha”, diz Kassab

7 thoughts on ““Se for Flávio contra Lula, Lula vence; se for Caiado, Caiado ganha”, diz Kassab

  1. Kassab, assim como Valdemar, é dono de Partido

    E opiniões e pesquisas sobre intenções de voto no 2º turno com candidatos além do 1º e 2º lugar no 1º turno é empulhação

    Testar cenários de segundo turno com candidatos além dos dois primeiros colocados é um exercício metodológico inócuo, visto que apenas os dois líderes da disputa no primeiro turno avançam para a etapa seguinte.

    Empulhação para os eleitores entrevistados e em geral. Talvez possa ser de interesse de donos de Partido, como Kassab, Valdemar…

  2. O Kassab está mentindo pois já vendeu o apoio ao Lula em 2026 como o fez em 2022. Está só cativando eleitores para eleger uma grande bancada no Congresso, para o PSD, com a ajuda da direita. O Kassab consegue ser um bandido igual ao Lula pois, ser pior do que o Lula é impossível.

  3. Kassab se entrar ganha tudo de todo mundo, ganha de Peron, Nixon, Lenin, do General Motors, General Eletric, do Pedro Malasartes do Lampião e duvidar do que Luzia ganhou na horta.

  4. Ninguém percebe as semelhanças?
    “O exemplo mais notório e sinistro de perversão da lei ocorreu há muito mais de vinte anos, e ainda não provocou o alarme e a indignação que tais ultrajes necessariamente despertam em nações viáveis. A farsa obscena e trágica chamada ” Julgamento por Sedição ” começou em 1942 e só terminou em 1947. Foi um ato de terrorismo ao estilo soviético, perpetrado para intimidar os americanos. Trinta homens e mulheres de todo o país, a maioria dos quais nunca tinha ouvido falar uns dos outros e que tinham em comum apenas a crítica contundente à Conspiração Comunista, foram levados a Washington algemados e acorrentados, aprisionados em celas escuras para que não pudessem ler, e submetidos ao julgamento por “conspiração” mais fantástico já realizado fora da União Soviética. O julgamento em si, baseado em pretextos tão transparentes que não poderiam ter sido concebidos para enganar qualquer pessoa inteligente, foi orquestrado em 1944 pelo infame E.E. Eicher, um protegido de Félix Frankfurter e Juiz-Chefe do Tribunal Distrital do Distrito de Columbia, em conluio aberto com um incrível Procurador-Adjunto, Oetje J. Rogge, outro protegido de Frankfurter e admirador de longa data dos bolcheviques, cuja participação na perseguição lhe rendeu a distinção de ser convidado pessoal de Stalin no Kremlin alguns anos depois. O juiz desrespeitoso, Eicher, violou repetida e flagrantemente a Constituição dos Estados Unidos, inúmeras leis e os princípios elementares de equidade e justiça nos quais todas as leis se baseiam. Mas a criatura perversa que presidiu ilegalmente um tribunal federal não conseguiu cumprir a função para a qual fora nomeado. Ele morreu enquanto os artigos de impeachment por improbidade administrativa estavam sendo preparados e antes que pudesse ser levado a julgamento no Senado. Sua morte repentina, supostamente por causas naturais, evitou uma investigação e exposição que nossos inimigos em Washington estavam desesperadamente ansiosos para impedir. O caso absurdo — ridículo, não fosse o sofrimento e a perda irreparável infligida aos infelizes réus e até mesmo a seus advogados — finalmente chegou a um juiz honesto em 1946 e foi arquivado como uma “farsa da justiça”. Mas os elementos criminosos no que é chamado de nosso “Departamento de Justiça”, em um esforço para afligir suas vítimas em potencial o máximo possível, persistiram até que o caso fosse finalmente encerrado por ordem do Tribunal de Apelações no último dia de julho de 1947.[1]”
    Adendos, em: https://www.revilo-oliver.com/news/2015/02/oliver-on-homosexuality/

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