
E a política vai ficando cada vez mais esculhambada…
Carlos Newton
Ulysses Guimarães, Franco Montoro, Mário Covas, Auro Moura Andrade, Severo Gomes, Herbert Levy, Carvalho Pinto e Ranieri Mazzilli, entre muitos outros expoentes da política paulista na Câmara e no Senado, devem estar se perguntando onde erraram por estarem sendo substituídos por políticos que não representam São Paulo, mas são eleitos pelo voto dos paulistas.
A decepcionante indagação procede. Afinal, São Paulo elegeu Rosangela Moro, Eduardo Bolsonaro e Tiririca para a Câmara em 2022, e agora despontam como favoritas para o Senado as ex-ministras Marina Silva, do Acre (Meio Ambiente), e Simone Tebet, do Mato Grosso do Sul (Planejamento). As duas nada conhecem sobre São Paulo, jamais moraram lá, mas aceitaram esse falso papel de representar os paulistas no Senado Federal.
EXEMPLO DE SP – Marina e Simone deixaram em abril o governo para tentar conquistar essas importantes cadeiras e aumentar a votação em Lula e Fernando Haddad, além de fortalecer a base de apoio a mais um possível governo do PT, com Lula na Presidência pelo quarto mandato. Nesse caso, como ficarão os verdadeiros interesses do Estado de São Paulo?
O Estado de São Paulo tem 46 milhões de habitantes e 35 milhões de eleitores, responde por 31,5% do PIB nacional, enquanto o Acre de Marina Silva produz 0,2% do PIB e tem apenas 650 mil eleitores.
Já o Mato Grosso do Sul de Simone Tebet tem cerca de dois milhões de eleitores e 1,7% do PIB Nacional. Em 2022 foi candidata à Presidência da República e apoiou Lula firmemente no segundo turno, o que lhe garantiu um posto ministerial nas sombras do todo-poderoso ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de quem nunca discordou.
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P.S. 1 – Aliás, as duas futuras senadoras foram um fracasso como ministras. Simone Tebet deu força à política suicida de elevar a dívida pública irresponsavelmente, com o presidente Lula consagrando sua teoria de que “o dinheiro tem de sair de onde está, para ser aplicado onde deveria estar”. E Marina Silva não somente deixou o desmatamento da Amazônia se expandir, como também boicotou o licenciamento de projetos importantes para o desenvolvimento nacional.
P.S. 2 – É necessário pôr fim a essa situação vexaminosa de um político ser eleito por um Estado onde jamais morou. Isso demonstra que existe uma brecha indevida na legislação eleitoral, porque a representação parlamentar deve ser verdadeira, com cada um defendendo seu Estado de origem ou onde realmente reside.
P.S. 3 – Antigamente, não havia essa esculhambação. Lembro que o marechal Henrique Lott, ex-ministro da Guerra, foi impedido de disputar o governo do Estado da Guanabara, porque seu endereço eleitoral era em Petrópolis, uma cidade do antigo Estado do Rio. Mas a lei que valeu para Lott não vale para Marina, Simone, Rosangela, Eduardo e Tiririca. (C.N.)
E a política vai ficando cada vez mais esculhambada…
Sr. Newton
Depois a comunistalha (comunista+canalha) dizem que seu bandido de estimação, Don Defunto de Nove Dedos é um democrata.
A Academia da Fumaça e Pó, onde os intelectulóides das Big Mansões da Vila Mariana e Leblon ficam fumando maconha e cheirando pó o dia inteiro são os maiores defensores dessa mentira do Nine Fingers.
aquele abraço
PS
Sr. Newton, por isso que não voto mais, desde 1.996 ,estou de consciência limpa, e durmo tranquilo quando encosto a cabeça do travesseiro.
O Sistema Eleitoral está totalmente falido, podre e viciado.
O pior é aquele quociente eleitoral,, você vota no Joaquim e quem se elege é o Manuel….
Enquanto não mudar o sistema, estou fora, aliás, conheço várias pessoas que nem perde o domingo para sair e encostar o umbigo nas urnas eletrônicas idestrutíveis, que suportam até ataques nucleares, mas ficam de pé…
aquele abraço
Ainda bem que São Paulo é governado por um paulistano da gema. E parece que vai ser reeleito.
Simone Tebet é uma ótima candidata, eu votaria nela, caso se candidatasse a presidente..
Simone Tebet é uma ótima candidata? Uma pessoa que critica o molusco e depois vai lamber a bota de um bosta, não serve para nada
Marina, Simone, Rosangela, Eduardo e Tiririca.
Sr. Newton
Faltou o FHCorrupto, Eduardo Cunha e o atual Governador Dionisio…
aquele abraço
A Fadinha da Floresta e Simone Tablet aquela que disse que o Narco-Ladrão é o grande orquestrador do Petrolão, não sabem onde fica a Avenida Sapopemba na Zona Leste, considerada a maior avenida de são Paulo com quase 45 km…..
PS
Avenida Sapopemba na Zona Leste, deve ter mais habitantes do que os Estados do Acre e Mato Grosso das respectivas Sinistras…
aquele abraço
Nestes tempos macunaímicos até que guarda uma certa lógica, jogador de futebol vai jogar onde lhe pagam mais.
Os políticos também são assim, ganham fama jogando na ponta direita e depois vão roubar na ponta esquerda. E lá na ponta esquerda estão sempre na banheira sabendo que o bandeirinha não vai marcar impedimento.
Juiz, bandeirinha e VAR estão sempre atentos para anular gol adversário.
Os bons tempos do Mario Vianna com dois enes já se foram, hoje é martelada na cabeça e foice no pescoço.
Depois que li Crime e Castigo cheguei a desconfiar que Dostoiévski foi um profeta, os governadores do Rio de Janeiro cometeram crimes e foram presos ou afastados para algum Gulag tupiniquim. Teve um que confessou que era gostoso roubar de tão fácil que era, chegou a ficar viciado em roubar.
Estou ficando chegado nos russos, depois que li Guerra e Paz, concluí que Trump e Loola estão tentando engambelar Tolstoi naquela guerra da Ucrânia.
Ah… Depois que li Karl Marx cheguei a conclusão que aquele cara que disse que devemos a ele o fantástico despertar dos idiotas estava prenhe de razões.
Tenho que parar com esses escritores, senão volto para Piripiri.
Oi Jaime! Parabéns pelo seu comentário! Acertastes na mosca! Assino embaixo tudo o que escrevestes! Obrigado! Nelson Giulietti.
A eleição de 2026 parece ser a pior desde a redemocratização
O debate da Band e do Estadão foi importante por exibir uma síntese triste, dolorosa, de como a eleição de 2026 tende a entrar para a história como a pior entre as nove desde a primeira direta na redemocratização.
Ao chegar ao debate, nos estúdios da Band, Caiado resumiu com uma frase, não apenas os motivos para a ausência de Lula e Flávio, mas principalmente a grande tragédia desta eleição.
Os dois “fujões”, segundo ele, “não têm nada a mostrar, mas muito a esconder”.
Lula encerra o terceiro mandato sem marca, uma lufada de esperança ou uma projeção de futuro e com o risco de deixar uma grave crise fiscal como herança “maldita”.
Sua bandeira mais emblemática é a que os Bolsonaro lhe deram de presente: a defesa da soberania nacional. O resto são os projetos sociais, financiados pelo Tesouro. Dá para abafar o “fator Lulinha”?
Se Lula não tem marca para mostrar, Flávio não tem marca, passado, biografia, experiência, equipe e relações internacionais expressivas (sobra Trump, mas só para fotos).
Nem um vice assimilável ele arranjou e sua única credencial é o sobrenome, é ser “o filho do Bolsonaro”.
Quem é Flávio para se candidatar à Presidência de um País rico e complexo como o Brasil?
O que ele fez na vida, além de passar pela Alerj, chegar ao Senado na onda do pai e se envolver em suspeitas e escândalos, inclusive a inacreditável história da medalha legislativa para um chefe de milícia dentro da cadeia?
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 24/08/2026 | 21h29 Por Eliane Cantanhêde
“É necessário pôr fim a essa situação vexaminosa de um político ser eleito por um Estado onde jamais morou.
Isso demonstra que existe uma brecha indevida na legislação eleitoral, porque a representação parlamentar deve ser verdadeira, com cada um defendendo seu Estado de origem ou onde realmente reside.”
A solução, no caso, não seria o chamado “voto distrital”?
Sr. Panorama
Tudo acontece nos bairros e não em Brasília.
Exatamente.
Voto Distrital Puro…
aquele abraço
Interessante que não citam os dois filhos do antamitiloko que saíram das trincheiras de suas bases no Rio de Janeiro e serão candidatos para senador e deputado federal por Santa Catarina, fora o governador de nosso estado que aprendeu a conhecer om estado de São paulo, após ser eleito. Então não há justificativas plasíveis para que as duas candidatas não possam concorrer, pois há candidatos piores que elas em outros estados que não são de origem. Ou seja se elas correm o risco enorme de serem eleitas por São Paulo é que o Estado não tem candidatos para concorrerem ao pleito.
É tipo falar mal da Universidade Pública e o playboy que estou anos em colégio particular perder a vaga para quem veio da periferia sem recursos.
As mesmas que disseram que o Defunto de Nove Dedos é um ladrão corruPTo hoje estão de mãos dadas com o ladrão…..
Marina diz ver Lula como corrupto e não se arrepende de apoio ao impeachment de Dilma
Candidata da Rede disse em sabatina dos jornais O GLOBO, Valor Econômico e revista Época que política de segurança de Bolsonaro ‘foi desmoralizada por um ato’
Simone Tebet chamou Luiz Inácio Lula da Silva de o “grande orquestrador” do
“Petrolão” durante a campanha eleitoral de 2022, quando concorria à Presidência da República pelo MDB
Agora durma num travesseiro de pedra..
eh!eh!eh!eh
“”..pois há candidatos piores que elas..”””
Ponte que cai em Paris…..
HA!HA!HA!H!HA!HA!HA”
*O PESO DE VIVER MUITO. JÁ FEZ O SEU DEVER?*
“Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta dela.
Por Kika Gama Lobo
Veja Rio
18 ago 2026
“Há uma nova religião circulando por aí: a longevidade.
Vivemos fascinados pela ideia de chegar aos 90, aos 100, aos 110. Celebramos a nova régua do tempo como quem descobre uma terra prometida. Nas redes sociais, envelhecer virou quase um privilégio estético: cabelos brancos charmosos, corpos sarados, viagens, vinhos, sexo, pilates, skincare, trilhas, empreendedorismo depois dos 60 e aquela frase perigosíssima: a idade está apenas na cabeça.
Não. A idade também está na conta bancária. No plano de saúde. Na solidão de uma terça-feira à noite. Na memória que falha. Na filha que mora em outro país. No filho que trabalha 12 horas por dia e não consegue cuidar de ninguém. No cuidador que custa uma fortuna. No aluguel que sobe. No remédio que não cabe no orçamento.
Precisamos falar do peso de viver muito.
Porque viver muito é uma conquista extraordinária — mas pode também ser uma operação logística, financeira, emocional e familiar de proporções gigantescas.
A medicina ampliou o prazo de validade. A sociedade, porém, ainda não aprendeu a financiar, cuidar e acolher esse novo tempo.
Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta
dela.
E não estou falando apenas de dinheiro.
Estou falando de planejamento.
Quem pretende viver até os 90 precisa começar a pensar nisso muito antes dos 70. Precisa construir patrimônio, cuidar do corpo, cuidar da cabeça, cultivar amizades, aprender a pedir ajuda, organizar documentos, discutir herança, pensar em moradia, entender como funcionará seu cuidado futuro e, sobretudo, construir uma rede.
Porque ninguém envelhece sozinho.
Mesmo quando mora sozinho.
A grande mentira contemporânea é essa fantasia de independência absoluta. Como se envelhecer bem significasse não precisar de ninguém. Como se pedir ajuda fosse fracasso.
Como se uma mulher de 82 anos pudesse resolver tudo pelo celular, marcar consulta pelo aplicativo, autorizar procedimento por biometria, conversar com robô de atendimento e ainda sorrir para a câmera dizendo que está “vivendo sua melhor fase”.
Estamos criando uma geração de longevos sem rede.
Filhos moram longe. Famílias diminuíram. Casamentos terminam. Amigos morrem. As pessoas mudam de cidade, de país, de continente. A vida profissional exige mobilidade. A economia exige produtividade. E o cuidado — esse trabalho invisível que durante séculos foi empurrado para as mulheres da família — ficou caro.
Muito caro.
A chamada economia do cuidado está se transformando em um dos grandes
desafios deste século. Cuidador, enfermagem, residência assistida, fisioterapia, acompanhamento médico, alimentação adequada, transporte, adaptação da casa. Tudo custa dinheiro.
E quem não tem?
Quem não construiu uma reserva?
Quem depende exclusivamente de um benefício previdenciário?
Quem pagou plano de saúde durante décadas e agora descobre que o preço ficou quase incompatível com sua renda?
Quem tem 78 anos e uma filha em Lisboa?
Quem tem 91 e nenhum filho?
A longevidade não é democrática.
E essa talvez seja uma das frases mais importantes que precisamos dizer neste momento.
Não existe um único envelhecimento.
Existe o envelhecimento de quem tem dinheiro e o de quem não tem. O de quem mora perto dos filhos e o de quem mora sozinho. O de quem tem plano de saúde e o de quem depende exclusivamente do SUS. O de quem envelhece com amigos, amor e propósito e o de quem envelhece empilhando perdas.
Na internet, entretanto, parece que todos envelhecemos iguais.
Uma espécie de Disney grisalha.
Todo mundo ativo. Todo mundo desejável. Todo mundo viajando. Todo mundo fazendo musculação. Todo mundo começando uma segunda carreira. Todo mundo sexualmente potente, emocionalmente resolvido e financeiramente organizado.
É bonito.
É inspirador.
E é profundamente insuficiente.
Porque existe uma indústria poderosa vendendo a ideia de que envelhecer bem é uma questão de atitude. Tome colágeno. Faça exercício. Medite. Coma proteína. Tenha propósito. Faça terapia. Viaje. Ame. Dance.
Ótimo.
Mas quem paga?
Quem prepara a comida?
Quem leva ao hospital?
Quem fica quando a autonomia começa a escorrer pelas frestas?
A romantização da velhice pode ser tão cruel quanto o próprio preconceito contra os velhos.
Porque ela transforma uma questão coletiva em responsabilidade individual.
Se você envelhecer mal, a culpa será sua.
Não se cuidou.
Não guardou dinheiro.
Não fez terapia.
Não se exercitou.
Não teve propósito.
Ora, façam-me o favor.
É claro que escolhas individuais importam. Autocuidado importa. Saúde mental importa. Educação financeira importa. Resiliência importa.
Mas sorte também importa.
Genética importa.
Classe social importa.
Acesso à saúde importa.
Políticas públicas importam.
O problema é que não estamos preparados para essa vida.
Precisamos urgentemente de uma nova cartilha do bem viver. E ela deveria começar na adolescência.
Não para ensinar adolescentes a “envelhecer”, mas para ensinar que o tempo tem consequências.
Educação financeira deveria falar de longevidade.
Educação emocional deveria falar de perdas, solidão e dependência.
A escola deveria discutir cuidado.
A sociedade deveria discutir moradia para idosos.
As cidades deveriam ser pensadas para quem tem mobilidade reduzida.
O mercado de trabalho deveria considerar carreiras mais longas.
O sistema de saúde deveria se preparar para uma população que viverá décadas depois da aposentadoria.
E as famílias deveriam conversar sobre dinheiro, cuidado, herança, moradia e decisões de fim de vida antes da emergência.
A pergunta, portanto, não deveria ser apenas: “Como viver mais?”
Essa pergunta já está velha.
A pergunta que precisamos fazer agora é:
“Como vamos sustentar os anos que conquistamos?”
Porque chegar aos 100 pode ser maravilhoso.
Mas chegar aos 100 sem dinheiro, sem vínculos, sem assistência, sem saúde mental e sem uma rede de cuidado pode transformar o tão celebrado presente da longevidade em uma longa travessia de abandono.
Não quero uma sociedade obcecada por acrescentar anos à vida.
Quero uma sociedade preparada para sustentar a vida que esses anos acrescentaram.
Até quando vamos romantizar envelhecer sem discutir o preço de continuar vivo?
Porque viver muito é maravilhoso.
Desde que a gente consiga viver — e não apenas durar.”
Parabéns, Schossland !
Excelente artigo.
Começou com Sir Ney (Millor). E não mais parou.
Nossas cidades, tidos e havidos “refugiados” suplantam em números os habitantes naturais, razão para injeções desses captadores e alí radicados, considerados respeitosos “enxertos” e no caso Acreanos e Mato-grossenses!
Sr. Newton
Veja o sistema eleitoral viciado, onde votamos no Joaquim e quem é eleito é o Manuel…..
Só 28 dos 513 deputados se elegeram apenas com os próprios votos. Veja lista
Apenas um em cada 18 deputados federais eleitos no último domingo (2) conseguiu se eleger ou renovar o mandato somente com os próprios votos.
https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/10993/so-28-dos-513-deputados-se-elegeram-apenas-com-os-proprios-votos-veja-lista