Charge do João Spacca (Canal Meio)
Dora Kramer
Folha
A defesa de reformas faz parte do roteiro habitual em momentos de conturbação como o atual. Dessa costumeira toada discursiva dão notícias as propostas de mudanças no Judiciário, nas regras de indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e até no rito de processo de impeachment de magistrados da corte.
Quando as pessoas não sabem direito o que fazer nem o que dizer, mas precisam se posicionar de alguma forma, costumam sugerir pactos e reformas. Os pactos desmoralizaram-se pelo excesso de uso retórico com zero de efetividade e tendência de degenerar para acordos de impunidade. Na crise em curso, então, sobraram as reformas às quais aderem o presidente da República, congressistas, juristas, candidatos e curiosos em geral.
FALAR E FAZER – Ocorre, porém, que uma coisa é falar e outra, localizada a léguas de distância, é fazer. No momento, essa história como via de solução para a balbúrdia em tela limita-se ao campo do palavrório e das boas intenções, cujas residências sabemos onde sentam praça: no inferno da desordem.
Na teoria, tais reações soam como resposta à altura, mas na prática são totalmente interditadas pela inclinação generalizada ao descumprimento de quaisquer regras. Se as vigentes são desacatadas pelo tribunal guardião da legalidade, não há de se esperar reverência a novas normas.
DESCONFIANÇA – O mesmo tipo de desconfiança alcança os Poderes Legislativo e Executivo, que cobram mudanças nos protocolos, mas fazem letra morta dos ritos impostos pela Constituição.
Os presidentes, em sua prerrogativa de indicação, substituem os critérios de reputação ilibada e notório saber jurídico pelo dever de lealdade pessoal. Os senadores não exercem a contento a tarefa de escrutinar com rigor técnico os indicados.
O pecado de origem não está no aludido sistema, cuja reformulação não fará seus operadores alterarem as respectivas condutas questionáveis diante de um quadro apenas formalmente modificado. De nada adianta a regra forte se a carne permanece fraca.
Edificação condenada.
Precisa demolir.
E construir do zero.
Mas a reforma para acabar com as regalias dos imperadores, ditadores, marajás de toga é algo urgente e indispensável para o país.
Uma casta que suga recursos do país e não produz nada.
Não entrega segurança jurídica.
O que seria a razão da sua existência.
Retirar a capa de intocáveis funciona.
Falava-se tanto em “reforma administrativa” para retirar todos os direitos dos trabalhadores peões que servem ao Brasil, os servidores públicos.
Os primeiros da lista precisam ser os togados.
Avaliação periódica, Exame Nacional da Magistratura, a cada dois anos, para todos os magistrados, como requisito para continuarem no cargo.
Exigência permanente de conduta ilibada.
Autoridades sem moral, viciadas, “donas do poder” vitalício e ilimitado, são contrárias a qualquer ideia mínima de república.
O cargo não deve lhes pertencer.
Precisam ser e se manter dignos dele.
A imoralidade vai desde a PGR até o STF.
Os pilantras agarram os cargos sem vergonha nenhuma.
Pobre mulher de César.
Esses togados perversos transformam a imagem da república em um decadente “repúbliCABARÉ”
PRECISEI DAR A CARA A TAPAS E APANHAR MUITO NO FRONT, da vida e da política-partidária-eleitoral, para atingir o discernimento, o desprendimento e a humildade de aprender para concluir que apenas a Democracia de Verdade, Direta, com Meritocracia e Deus na causa, pode projetar o Brasil na vanguarda democrática da Humanidade, adiante da autocracia chinesa e da plutocracia putrefata norte-americana, e, por conseguinte, abrir caminho para um possível e necessário novo mundo mais humano, mais justo e mais civilizado. O BRASIL É DE FATO UM PAÍS GIGANTE, como disse o sábio, C.N., editor-chefe da Tribuna da Internet, porém, a nosso ver, trata-se de um gigante desnorteado, posto que disputado politicamente, há 136 anos, por anões, em termos de ideias, ideais e projetos nobres, típicos de estadistas, de modo que se todos juntos e misturados, pacifica e consensualmente, não mudarmos esse estado de coisa$ e coiso$, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, futurista, proponente de uma possível e necessária mega solução, via evolução, capaz de resolver o país, a política, a vida e a convivência pacífica do conjunto da população, para os próximos 500 anos, libertadora da nação capturada, há 136 anos, pela maldita e nefasta polarização que prefere destruir o país, a sociedade brasileira e a consciência nacional a entregá-lo à mega solução, via evolução, jamais teremos futuro novo e alvissareiro, e seremos para sempre o país do futuro promissor que nunca chega, dominado pela república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, condenado a eterno fundo de quintal dos EUA e da China, rendidos à loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$. Portanto, vale lembrar que “quem não vive para servir não serve para viver, não serve à evolução da civilização e, sobretudo, da Humanidade. Isso significa que o verdadeiro sentido da vida está em ajudar o próximo. A existência humana ganha valor quando usamos nossos talentos para ajudar a Humanidade evoluir, propiciando aos seres humanos métodos que o ajudem a encontrar de dentro si mesmo a suas melhores versões, tendo em conta que o ato de servir traz união, empatia e paz para a sociedade e, sobretudo, para a Humanidade.” E isso não é ser comunista e nem ser contra o dinheiro, sem o qual, aliás, afeiçoa-se impossível a realização do socialmente desejável, tal seja o sucesso pleno do bem comum do conjunto da população, como previsto inclusive em nossa Constituição enquanto finalidade precípua do estado brasileiro, tese essa tb de impossível realização com o país rendido e dominado pela loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, como sucede em nosso Brasilzão, “um país gigante governado por anões”, como diz C.N., o nosso decano e editor-chefe da nossa T.I, ou seja, um país dominado em grande medida por máfias com o crime organizado infiltrado até mesmo em instituições de estado, sistema esse que, aliás, domina o mundo, via EUA e via China. Portanto, trata-se de uma questão cuja melhor resposta só pode ser futurista, tipo em que o Brasil pode ser diferente, mais humano, mais evoluído e melhor que China, com a sua autocracia, e os EUA com a sua plutocracia putrefata superada até mesmo pela autocracia chinesa, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar a tola freguesia de inocentes úteis, copiada há 136 anos pelo Brasil, mal e porcamente, até esta parte da história ? Daí a nossa Resposta Propositiva, genuinamente brasileira, que acredito, piamente, seja a Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na causa, para o bem de todos e, sobretudo, para o bem da evolução civilizada da Humanidade. https://tribunadainternet.com.br/2026/09/26/ameacas-de-trump-ao-brasil-devem-ser-levadas-a-serio-pelo-proximo-presidente/?fbclid=IwY2xjawUk1-hleHRuA2FlbQIxMQBwZG9mAXNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR4Nrf9Aa-AufN84N4KQSxMd8baMG7hz3jELhgSqRBjaKgWvble4seaoMBiOJw_aem_KI5bjcu5EUHSA9KkpDGuBQ#comments
O problema do Supremo só se resolve prendendo todos os ministros. Enquanto isso, os covardes comandantes das FFAA dormindo em berço esplêndido.
Caro PauloDB .. . entendo serem 2 vertentes militares – a que segue o Marechal Deodoro que pediu para ser enterrado com trajes civis e a que seguem o Marechal Floriano de linha dura.
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Desde Geisel que demitiu o Frota a linha do Deodoro está prevalecendo.
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Tudo leva a crer que Bolsonaro tentou reafirmar a linha de Floriano … porém a linha de Deodoro é majoritária inclusive apoiando a Constituição CIDADÃ elaborada por maioria de históricos do MDB sob comando do grande herói nacional Ulysses Guimarães e sem teor revanchista, porém de afirmação verdadeiramente democrática … tanto que nós do MDB nunca fizemos presidente da República.
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Saudações amigáveis do chegamais.
O grande problema é que colocaram pessoas que não tem capacidade de estarem lá, o toffoli, zanin e o dinossauro são os exemplos mais marcantes