Fachin impõe cautela a relatório da PF sobre ministros
Pepita Ortega
O Globo
A Polícia Federal deve entregar em novembro ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o relatório sobre as menções a ministros da Corte no caso Master. O documento será encaminhado pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Em reunião na última terça-feira com o chefe da PF, Fachin disse que as citações deverão ser acompanhadas de seu contexto e “em caráter estritamente descritivo”.
Integrantes do STF haviam manifestado a preocupação de que a apresentação ainda durante o segundo turno pudesse ter reflexos no ambiente eleitoral, já que a crise no Supremo tornou-se tema das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Interlocutores da Corte lembram que a sessão em que foram analisadas as mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes deixou o clima conturbado, com discussões ásperas entre os magistrados.
CASO MASTER – O relatório que está sendo confeccionado pela PF atende a um ofício enviado por Fachin a Rodrigues no início do mês. O ministro determinou que fossem enviadas todas as informações relacionadas ao caso Master e a integrantes da Corte, “sem exceção de pessoa”. Conforme despacho expedido por Moraes e encaminhado a Fachin, o material teria menções ao próprio ministro e aos colegas André Mendonça, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques, atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral.
Nesta terça, em audiência com o chefe da PF, o presidente do STF lembrou que a investigação de ministros depende de autorização do plenário do STF, após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Nessa linha, Fachin destacou o dever da PF de encaminhar “todas as menções a ministros encontradas sem exceção, acompanhadas de seu contexto, em caráter estritamente descritivo”.
A orientação foi transmitida após Rodrigues apresentar questionamentos sobre o formato de encaminhamento de materiais relacionados às investigações do Banco Master. Durante o encontro, Fachin também teria cobrado celeridade da Polícia Federal em relação ao inquérito das fake news, aberto em 2019 e relatado por Moraes até o mês passado.
Pois é , de nada adiantou o juiz relator André Mendonça , causar um ” caos e escarcéu ” pré – eleitoral no STF em benefício de Flávio Bolsonaro e sua corja , investigando e acusando o juiz Alexandre de Morais , como beneficiário das bandalheiras do banqueiro Daniel Vorcaro , achando que ficaria imune , mas caiu do cavalo , como o agravante de que também expos seus colegas e comparsas do STF , ou seja , Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques .
Pois é , de nada adiantou o juiz relator André Mendonça , causar um ” caos e escarcéu ” pré – eleitoral no STF em benefício de Flávio Bolsonaro e sua corja , investigando e acusando o juiz Alexandre de Morais , como beneficiário das bandalheiras do banqueiro Daniel Vorcaro , achando que ficaria imune , mas caiu do cavalo , como o agravante de que também se expos como beneficiário dos crimes de Daniel Vorcaro e a seus colegas e comparsas do STF , ou seja , Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques .
Delicie-se com as cenas das elites cleptopatrimonialistas (muitos amiguinhos do Lula, o homem mais honesto) torrando a grana que lhe rouba.
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Qual a doença de quem passa a vida toda idolatrando psicopatas corruptos?