
Advogado-geral da União foi derrotado por 42 votos
Andréia Sadi
G1
No entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), há quem defenda que Jorge Messias não volte para o cargo de advogado-geral da União, mas sim que ele assuma o Ministério da Justiça, pasta responsável por comandar a Polícia Federal (PF).
Como ministro da Justiça, Messias teria a PF sob seu comando num momento em que avançam as investigações do caso Master, com potencial de atingir lideranças do Centrão. No Supremo Tribunal Federal (STF), o caso Master está sob a relatoria de André Mendonça, aliado próximo de Messias e o maior apoiador de sua indicação dentro da Corte.
ALERTAS DE RISCO – Uma das muitas frentes da investigação trata de aportes de R$ 400 milhões do Instituto de Previdência do Amapá (Amprev) no Banco Master. Segundo apurações da PF, as operações foram feitas mesmo sob alertas de risco. O então presidente do Amprev, Jocildo Silva Lemos, é aliado de Alcolumbre e investigado pela PF por causa dessa operação. Ele foi alvo de buscas e pediu exoneração do cargo.
Messias foi derrotado na noite da última quarta-feira (29) no Senado, com 42 votos contra e apenas 34 a favor de que ele assumisse o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na vaga deixada por Luís Roberto Barroso em outubro do ano passado.
Indicado por Lula (PT) em novembro, desde que o nome de Messias foi oficializado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) demonstrou seu descontentamento, uma vez que o desejo do presidente do Senado era que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) fosse o indicado para o STF.
COMBINAÇÃO DE FAFORES – Fontes ligadas ao presidente Lula (PT) atribuem o resultado a uma combinação de fatores: traições de última hora, frustração com votos que eram considerados certos e, principalmente, a disputa política-eleitoral em curso no Senado.
Nesse cenário, o grupo de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, aparece como peça-chave. A avaliação é que houve uma articulação organizada para transformar a votação em um símbolo de enfrentamento ao governo. A estratégia que acabou bem-sucedida.
Esse Messias aí, ministro da justiça e chefe da PF vai mostrar as unhas.
Vamos ver então do que nos livramos no STF.
Traumatismo para todos os gostos.
Uma vivente lá da Folha, traumatizada pelo Regime Militar diz que o melhor remédio, é o voto.
Se o traumatismo dela é grande, o meu é maior. Fiquei traumatizado com a matança da família imperial russa pelos bolcheviques, com o a grande marcha do Mao, com a matança soviética de ucranianos no Holodomor, com o Paredão de Fidel Castro, com a intentona comunista, com a guerrilha do Araguaia e com a falta de comer picanha e andar de avião prometido pelo pai dos pobres.
Diante do espelho perguntei, espelho meu existe alguém mais traumatizado que eu?
“Existe sim, Dom Curro de Nove Dedos”
Está mais traumatizado que o fiscal de gafieira que foi espancado e teve uma perna amputada no ultimo baile.
Esqueceu de citar as o genocidio do Khmer Vermelho e também da Coreia do Norte
Se queriam um cargo vitalício, ainda resta o stj ou o tcu
Mas não era o “facista” que queria “mandar” na PF ?
“Ah, mas, indiretamente pode”, dirá o grupo.
a mal que vem par o bem , deus escreve certo em linhas tortas , messias comandando a PF vai poder investigar e mostrar pra sociedade a ligação corrupta entre acolumbre e o banco master , a ligação corrupta entre Flávio bolsominion e o banco master , vcs não perdem por esperar, tudo ao seu tempo , a verdade vai pro ventilador perto da eleição entre agosto e setembro pra ser mais preciso rsrssr