Lula mobiliza R$ 283 bilhões para estimular a economia e ganhar a eleição

8 thoughts on “Lula mobiliza R$ 283 bilhões para estimular a economia e ganhar a eleição”

  1. É profundo, avassalador, desanimador e até assustador o desânimo social, apartidário, contra a classe político-partidária-eleitoral em geral, nacional e internacional, com a sensação generalizada de que todos, direita, esquerda e centro, oposição e situação, capitalismo, comunismo e cia, fracassaram no dever e missão política da realização do sucesso pleno do bem comum do conjunto da população, não obstante a abundância de chances que todos tiveram para mostrar a que vieram, inclusive com a ascensão de Donald Trump arvorado em aparente representação de besta do apocalipse político-partidário-eleitoral e até do possível fim do mundo, ou do ser humano, da vida e da Humanidade, tendo em vista a possível 3ª guerra mundial, nuclear, face à loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, mundo este polarizado e rivalizado entre a plutocracia norte-americana e a autocracia chinesa. O pior de tudo é que ele$ não se fazem de rogados e nem se dão por achados, nem mesmo pegos no flagra de calças curtas com as respectivas bocas nas botijas… Aliás, ao vivo e em cores, via Canal Livre da Band TV, há mais de 40 anos, ao fim e ao cabo da vida, 100% conscientizado sobre a real situação do país, o saudoso Senador, Teotônio Vilela, avisou a todos os navegantes, inclusive ao FHC, que, posteriormente, no poder, por sua vez, tb deu as costas para a necessária mega solução, via evolução, deturpou e usou o “plano real” em benefício próprio, introduzindo inclusive, ardilosamente, o famigerado instituto da reeleição que tornou muito pior o que em si já era muito ruim, abrindo por conseguinte o regulete do sistema de gastança, comilança e da impostança, não obstante avisado que foi, por Teotônio, de que seria impossível libertar o país da encalacrada em que se encontrava metido desde 1889, com os mesmos métodos até então utilizados, tais sejam golpes, ditaduras e estelionatos eleitorais. O problema, portanto, continua sendo como combinar saídas lúcidas, honradas e honrosas, mais evoluídas, mais humanas e mais civilizadas, para o país, a política e a vida do conjunto da população com a índole e a mentalidade do establishment dominante dominado pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$ ? Eis a questão. Quem sabe, agora, com a intercessão sábia e pacífica das Igrejas fiéis a Jesus Cristo, com Deus na Causa, seja possível conscientizar a classe político-partidária-eleitoral face às mudanças de verdade, inadiáveis e improrrogáveis, sérias, estruturais e profundas, que se fazem necessárias há muito tempo ? https://www.youtube.com/watch?v=wC6-9w2Wrms https://tribunadainternet.com.br/2026/08/07/o-brasil-troca-a-esperanca-pelo-ressentimento-na-corrida-presidencial/?fbclid=IwY2xjawTlbEVwZG9mAWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkEDIyMjAzOTE3ODgyMDA4OTIAAR6ufVIrGJqugZYi_vtp7HVXJfWyDgbKxudRW-I2uNHNM_dyGjtvTOuurLno5Q_aem_v8EbQga1FEQvkN2zKWJFxQ#comments

    • Ressocializado só se foi num manicômio. O Lula continua o mesmo alcoólatra, ladrão e agora está senil e com Alzheimer. Sem falar dos outros predicados negativos que ele tem. Um verdadeiro encantador de jumentos.

  2. A dança de Lula e Flávio na lama

    Escândalos de ambos os lados sequestram o debate eleitoral, transformam a PF em grande eleitor e empurram para segundo plano a discussão sobre os desafios e o futuro do País

    A Polícia Federal (PF) tornou-se um grande eleitor da disputa presidencial deste ano.

    São as investigações da PF nos escândalos que se multiplicam ao redor dos dois principais candidatos, Lula e Flávio, que têm o potencial de decidir quem vai presidir o País a partir de 2027.

    O que os candidatos têm a propor para enfrentar questões relevantes e prementes, como o alto endividamento público, a asfixia financeira das famílias e dos empresários, a baixíssima produtividade, as imensas carências da educação pública, o papel do Brasil num mundo em grande transformação tecnológica e geopolítica e as mudanças drásticas no comércio internacional?

    Tendo em vista que Lula não tem nada de novo a oferecer ao Brasil, depois de tantos anos de governos medíocres, e que Flávio é declaradamente um figurante na sua própria campanha, sem ter a mais remota ideia do que fazer caso se torne presidente, teremos pela frente uma das campanhas eleitorais mais sofríveis da história brasileira.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 09/08/2026 | 03h02 Por Editorial

  3. A tempestade vem de fora

    Nunca a geopolítica pesou tanto na definição do futuro presidente

    A eleição deste ano traz ingredientes antigos — escândalos, denúncias, investigações — e um novo, de peso inédito na cena tupiniquim neste século: a geopolítica.

    Porém, nunca, na história recente, a geopolítica pesou tanto em uma eleição.

    Pela primeira vez, o resultado da eleição pode ser decidido por fatores externos.

    Nada se compara ao momento atual, marcado por tarifaços e trocas de farpas entre Lula, Javier Milei e Trump. Tudo em meio a um tarifaço que atinge severamente nossas exportações.

    O que muda é a procedência da tempestade que não é apenas made in Brazil. Antes, ela nascia dentro do país. Agora, parte expressiva vem de fora, escapando do controle dos próprios candidatos.

    A novidade de 2026 não é haver drama, o que já é tradição nacional. É que, pela primeira vez o resultado da eleição pode ser decidido por fatores externos.

    Fonte: Revista Veja, Política, 7 ago 2026, 11h07 Por Murillo de Aragão

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