PL leva guerra contra Lula ao TSE e tenta transformar eleição em batalha judicial

3 thoughts on “PL leva guerra contra Lula ao TSE e tenta transformar eleição em batalha judicial

  1. Assim não dá, assim não é possível suportar, é muita guerra e muito desperdício de dinheiro público por nada de bom, novo e alvissareiro para o conjunto da população. DAÍ, A IMPORTÂNCIA DO RECADO DO ALÉM, DO “MENESTREL DAS ALAGOAS”, profundo conhecedor das duas faces revanchista da mesma moeda que há décadas e até séculos se digladiam e se alternam no comando do poder da república dos me$mo$. Recado, aliás, mais atual do que nunca, chamando às falas e responsabilidades históricas todos os políticos de plantão, da situação e da oposição, da direita, da esquerda e do centro, e de todos os operadores da república do militarismo e do partidarismo, e seus tentáculos velhaco$, bem como do executivo, legislativo, judiciário, econômico, imprensa…, e, em especial, todos os “políticos” , inclusive os que para esconder e se esconderem do fracasso do militarismo e do partidarismo no comando do poder político (constatado na vida real e nas ruas do país em Junho de 2013, aos gritos de “sem partidos, sem violência, sem corrupção, sem golpes, sem ditaduras, sem estelionatos eleitorais, vocês não nos representam) tiraram o nome partidos das suas agremiações, inventaram e inventam novas nomenclaturas, mudam de siglas, mas que, infelizmente, não mudam de mentalidade, nem de conduta e nem de compostura. E será que alguma mente engenhosa deste país se deu ao trabalho de ver com olhos de ver e ouvir com ouvidos de ouvir com paciência, boa vontade, atenção e respeito o pedido do saudoso Dr. Teotônio Vilela, captar e conceber o projeto de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, evolutivo, para o bem da libertação, da evolução e do sucesso da nação brasileira perante o mundo, que nem ele e os políticos da época foram capazes de conceber, compatível com o expressivo e histórico pedido do conjunto da sociedade, apartidária, nas ruas do país em Junho de 2013 ? SIM, agora “Habemus Papa”, podem dizer urbe e et orbe, que, agora, temos no banco de reservas da política nacional a RPL-PNBC-DD-ME, há mais de 30 anos na estrada da vida ( valendo lembrar que nesse ínterim que, aliás, foi suficiente para a China espiritualizada se reinventar, acreditar no impossível, sair da pobreza para a riqueza e até superar o todo-poderoso EUA, tornando-se inclusive um dos seus maiores credores, não obstante da ditadura mundial do dólar), desenvolvendo-se, tal seja o megaprojeto novo e alternativo de política e de nação, a Revolução Pacífica do Leão, que, indo direto ao ponto, corta na carne as despesas gigantescas inúteis que precisam ser cortadas, realmente resolve o país, a política e a vida do conjunto da população, para os próximos 500 anos, com a projeção do Brasil na possível vanguarda democrática do necessário novo mundo civilizado, com Democracia Direta, Meritocracia e Deus na causa, com eleição geral e direta dos nossos representante, via concurso público padrão, o mais rigoroso do país, inclusive para moralizar todos os demais concursos públicos, com mandatos de 5 anos, sem reeleição, para que as pessoas mais qualificadas nos nossos municípios, estados e da nova união, confederativa, possam chegar lá, ascender ao poder, pelos seus próprios méritos, sem que sejam impostos lá via poder e força do dinheiro em profusão, sem o aparelhamento partidário, ideológico e religioso das instituições, formando-se assim uma nova classe política, mais intelectualiza, mais séria e mais responsável para comandar o poder Político e a Democracia, enquanto ciência da governança pública, do poder e do governo do povo para o povo, libertando assim o conjunto da população da fogueira de apenas ser usado como bucha de canhão, massa de manobras e da rotulação de a besta do apocalipse eleitoral, mudanças essas das quais os partidos, o establishment dominante e a imprensa mercenária, falada, escrita e televisionada dos me$mo$, estão fugindo igual o diabo foge da cruz, cheios de sofismas, enganações, factoides, alienações e imbecilizações que impedem o povo de sequer pensar em algo realmente novo e diferente de tudo isso que ai está há 136 anos, não obstante o prazo de validade dos me$mo$ vencido há muito tempo. O TEMPO passa, o tempo voa, as gerações e as pessoas tb passam mas algumas delas deixam soluções e ensinamentos que as novas gerações devem conhecer e mantê-los vivos, até para tb não se perderem no tempo e no espaço, rendidas e dominadas pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, alimentada pelo velho sistema de gastança, comilança e impostança, insustentável a médio e longo prazo, sem perspectiva de futuro novo e alvissareiro para o avanço do país e a evolução da Humanidade. Por isso, a nosso ver, neste 7 de Setembro, valeu a pena lembrar os ensinamentos e recado de suma importância do saudoso Senador Teotônio Vilela, chamando a classe político-partidária-eleitoral às falas e responsabilidades históricas. https://www.youtube.com/watch?v=wC6-9w2Wrms

  2. Poxa , estamos diante de um baixíssimo nível de ” honradez, honestidade e decência ” das pessoas públicas , sendo que nenhum dos atuais pretendentes á presidência da república do Brasil preenchem os quesitos acima mencionados .

  3. Flávio não avança, Lula é que anda de marcha ré

    A pesquisa Quaest traz uma sucessão de dados ruins para Lula, que deixa de ser o favorito e vai para empate numérico com Flávio no segundo turno: 41% a 41%, com tendência de queda.

    Ou seja, a possibilidade de ser ultrapassado por Flávio nas próximas rodadas, ou semanas, é real.

    Lula tinha 45% em julho, vem perdendo um ponto percentual a cada pesquisa da Quaest e chega na reta final da campanha beirando os 40% no segundo turno, e tendo a desaprovação do seu governo como o principal empecilho para o seu quarto mandato.

    A expectativa de que esse indicador melhoraria a esta altura não se confirmou. Ao contrário, piorou. A desaprovação bateu em 50% e a aprovação recuou para 43%, com uma diferença de 7% que apavora a equipe de campanha de Lula.

    O professor Felipe Nunes, da Quaest, disse que Lula não consegue subir a aprovação do governo pelo seguinte fator: a economia.

    Ele fala (…) de algo que bate no bolso e no coração do eleitor e das famílias, que é o endividamento. O que importa na campanha são as contas e a percepção da sociedade.

    A esta altura, mais importantes não são os percentuais em si, mas as curvas e tendências, que só vêm captando más notícias para Lula, PT, esquerda e o antibolsonarismo difuso.

    Quanto mais a eleição se aproxima, mais o favoritismo de Lula vai se esvaindo, com uma especificidade intrigante: Flávio não avança, Lula é que anda para trás.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 07/09/2026 | 19h49 Por Eliane Cantanhêde

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