PF desmentiu deputado negou a autoria do documento
Bela Megale
O Globo
Os deputados Rogério Correia (PT-MG), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Alencar Santana Braga (PT-SP) acionaram o Ministério Público Eleitoral para pedir a inelegibilidade de Nikolas Ferreira (PL-MG) pelo uso e divulgação de um suposto documento falso atribuído à Polícia Federal.
Na petição, protocolada na última sexta-feira (4), os parlamentares afirmam que o material foi utilizado por Nikolas para contestar reportagens sobre mensagens e áudios trocados entre o deputado e o empresário Daniel Vorcaro, no âmbito da Operação Compliance Zero. Segundo a representação, a PF negou a autoria do documento e afirmou que a corporação não produziu a análise atribuída a ela.
DOCUMENTO REMOVIDO – A peça sustenta que Nikolas compartilhou o conteúdo em seus perfis oficiais no Instagram e no X, que somam mais de 27 milhões de seguidores. Os deputados afirmam ainda que o parlamentar teria republicado o material poucas horas depois de reportagens sobre o caso e que o documento acabou sendo removido posteriormente.
O grupo pede ao Ministério Público Eleitoral a abertura de procedimento preparatório e, ao final, o ajuizamento de uma ação de investigação judicial eleitoral por suposto uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político. Entre as sanções que podem ser aplicadas nesse tipo de ação estão a cassação do registro ou diploma e a declaração de inelegibilidade por oito anos.
A representação também pede que sejam apurados possíveis crimes eleitorais, entre eles falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documento falso e divulgação de fatos inverídicos durante a campanha.
RESPONSABILIDADE – Os parlamentares afirmam que a responsabilidade eleitoral de Nikolas deve ser analisada mesmo que ele alegue desconhecer a falsidade do documento, já que, segundo a petição, a legislação eleitoral impõe ao candidato o dever de verificar a fidedignidade de conteúdo de terceiros antes de utilizá-lo em propaganda.
A petição cita ainda um laudo técnico que teria comparado o documento divulgado com um relatório verdadeiro de 218 páginas produzido pela PF. Segundo os autores da representação, há divergências de conteúdo, cronologia, estrutura e identificação documental, além da ausência de assinatura, matrícula de servidor e número de procedimento.
FORNECIMENTO DE DADOS – Os deputados também pedem que a PF e as plataformas digitais preservem registros e forneçam dados sobre alcance e interações das publicações para dimensionar a repercussão do conteúdo.
A representação não significa, neste momento, que haja decisão da Justiça Eleitoral ou conclusão de que Nikolas tenha cometido os crimes apontados. O objetivo é provocar a apuração dos fatos e da eventual responsabilidade do deputado.
Provam que não tem condições de vencer no voto!
Rogério Correia :
Condenação por publicação de imagem falsa (IA)Em maio de 2026, a Justiça do Distrito Federal condenou Rogério Correia a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais ao ex-presidente Jair Bolsonaro. [1] (https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/05/28/deputado-do-pt-rogerio-correia-e-condenado-a-indenizar-bolsonaro-em-r-20-mil-por-manipular-foto-com-ia.ghtml)O erro: O parlamentar publicou em suas redes sociais uma imagem gerada por inteligência artificial (IA) que simulava de forma realista um encontro que nunca aconteceu entre Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. [1] (https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/120256/rogerio-correia-e-condenado-por-associar-bolsonaro-a-daniel-vorcaro), [2] (https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/05/28/deputado-do-pt-rogerio-correia-e-condenado-a-indenizar-bolsonaro-em-r-20-mil-por-manipular-foto-com-ia.ghtml)A decisão: A juíza do caso apontou que a montagem configurou uma “atribuição visual de realidade inexistente” com potencial de induzir as pessoas ao erro. O deputado apagou o post, fez uma retratação pública afirmando que se tratava de uma sátira/paródia e tentou recorrer, mas a condenação foi mantida em julho de 2026
Lindberg Farias:
Investigação sobre suposta armação na CPMI do INSS: Em 2026, Lindbergh passou a ser investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) após depoimentos à Polícia Legislativa da Câmara indicarem seu suposto envolvimento em uma tentativa de fabricar denúncias falsas contra o deputado Alfredo Gaspar (relator da CPMI do INSS). Lindbergh classificou as acusações como “fake news” e acionou o STF para suspender tal apuração policial, argumentando que o órgão legislativo não tem competência para investigar parlamentares sem autorização da Corte.
Duas santas de pau oco
A petezada não sabe mais o que fazer. O Ladrão despenca a cada pesquisa. O dólar cai e a Bolsa sober porque o mercado entendeu que o Ladrão vai para casa e colocar o pijama. Até os banqueiros da Paulista que sempre apoiaram o Pai dos Bancos, abandonaram o barco. A derrocada vem a jato
Que preguiça pra burrice!
Dólar caindo e bolsa subindo é o mercado falando que o país não vai virar merda. O Sr queria o quê? Dólar a 7 reais pra poder postar ‘tá tudo acabado’ e se sentir importante?
Vou desenhar:
Caiu o dólar = importação mais barata, inflação menos pesada, pobre comprando comida sem vender o rim. Isso é ruim na sua cabeça? Então o Sr. não quer o Brasil melhor, quer é o adversário lascado mesmo que o país afunde junto.
Derrocada a jato’ só existe na sua cabeça. Banqueiro da Paulista não abandonou porra nenhuma ele só calcula risco. Diferente do Sr. que reza por uma tragédia econômica pra ver se salva o jegue preto.
O mercado não liga pra pijama de ninguém. Liga pra números. E número de quem quer dólar nas alturas é número de quem não paga conta.
Só quer o caos!
Já ouviu essa:
É A ECONOMIA ESTÚPIDO!
José Luis