Texto pede que país não detenha adversários políticos
Marcos Hermanson
Mariana Brasil
Isabella Menon
Folha
O governo Trump exigiu, durante as negociações do primeiro tarifaço de 50% contra o Brasil, que o país permitisse a participação de “dissidentes políticos” nas eleições presidenciais de 2026. A exigência consta de um documento enviado às autoridades brasileiras pela contraparte americana em outubro de 2025. A mensagem foi revelada pelo jornal O Estado de S.Paulo, e a Folha confirmou o conteúdo da comunicação.
“O Brasil se compromete a realizar eleições presidenciais livres e justas em 2026 e não deterá, prenderá nem limitará arbitrariamente, de qualquer outra forma, a participação de dissidentes políticos no processo eleitoral”, diz a minuta proposta pela Casa Branca no formato de uma declaração conjunta, segundo o documento revelado pelo jornal.
EXIGÊNCIAS – No total, foram 21 exigências listadas pelo governo americano ao Brasil. Boa parte dos temas incluídos não tinham relação com aspectos comerciais, que deveria ser o tema do documento. De acordo com um funcionário do governo brasileiro que teve acesso ao conteúdo, o documento trazia exigências de âmbito político e eleitoral. Em sua avaliação, no entanto, o material era menos grave do que a carta enviada pelo presidente Donald Trump meses antes para anunciar o tarifaço.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não é citado nominalmente na minuta e os americanos não especificam se o consideram um dissidente político, mas a ofensiva tarifária contra o Brasil tinha o processo penal do ex-presidente como pano de fundo.
Quando Donald Trump anunciou o primeiro tarifaço contra o Brasil, com alíquotas de 50%, a principal justificativa foi o que ele chamou de “caça às bruxas” contra Bolsonaro, então réu por tentativa de golpe de Estado.
“VERGONHA” – “A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar imediatamente!”, escreveu Trump na ocasião.
Além das exigências de cunho eleitoral, o documento também pedia que o Brasil se comprometesse a não introduzir regime de competição digital que restringisse o comércio americano, numa possível menção ao Pix, e não multasse, detivesse ou congelasse ativos de cidadãos americanos por questões relativas à liberdade de expressão. A mensagem foi enviada pelos americanos a uma comitiva brasileira que estava em Washington para negociar com representantes da Casa Branca.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, liderava a missão brasileira. “O embaixador Greer, o secretário Rubio e o ministro Mauro Vieira concordaram em colaborar e conduzir discussões em múltiplas frentes num futuro próximo, estabelecendo um caminho de trabalho conjunto”, disse uma declaração conjunta sobre o encontro, divulgada na ocasião.
DEVOLUÇÃO – O documento circulou pela área técnica do Itamaraty, segundo disse à Folha um membro da chancelaria sob reserva, mas foi devolvido por ordem do ministro Mauro Vieira.
Vieira mandou devolver os papéis dizendo que os termos não faziam sentido, pois não há dissidentes nem presos políticos no Brasil. O tema não surgiu na reunião com Rubio e Greer.
De acordo com membros da diplomacia brasileira, o conteúdo da mensagem americana foi considerado inaceitável pelo governo Lula, e os EUA foram comunicados que o Brasil não negociaria sob aqueles termos.
Com a ameaça de drones sobre a América do Sul, Lula precisará contratar a consultoria dos narcotraficantes que dominam os territórios do Rio de Janeiro.
Eles estão muito à frente nessa tecnologia militar.
FACE AO RABO PRESO DOS PARTIDOS MAJORITÁRIOS, dominantes, com os fundões partidários bilionários, mais as emendas bilionárias impositivas, mais os Vorcaros da república dos me$mo$ e seus esquemas, mais os etc$ e tais, acampados na ‘Ilha da Fantasia” dos me$mo$, proibir candidaturas dissidentes do sistema, é impedir o possível surgimento do OUTSIDER tão esperado, há décadas, pelo povo brasileiro, com porte de Estadista, munido de projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação. “SER UM DISSIDENTE é discordar ativamente das regras, ideias, crenças ou orientações de um grupo, partido ou sistema estabelecido.” Detesto a interferência estrangeira na disputa eleitoral do Brasil, bem como tenho nojo de sofismas, distorções, deturpações, manipulações tendenciosas de fatos, mentiras e enganações, mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, de modo que a julgar pelas emblemáticas Manifestações de Junho de 2013, com aquela imensa população nas ruas do Brasil aos gritos de “sem partidos, sem violência, sem corrupção, sem golpes, sem ditaduras, sem estelionatos eleitorais, vocês não nos representam”, que, decerto, encontrou inspiração no megaprojeto novo e alternativo de política e de nação, antissistema, que propõe ao país uma nova política de verdade, que atende pelo nome de democracia direta com meritocracia e Deus na causa, na estrada da vida há mais de 30 anos, além da democracia norte-americana que, estribada no poder e força do dinheiro em detrimento do mérito, não há como negar que no Brasil existe dissidentes políticos, pessoas que, aliás, em grande quantidade, não concordam mais com o continuísmo da mesmice do sistema político-partidário-eleitoral que detém o monopólio eleitoral sob o controle de donos de partidos, com todas as suas consequências nefastas, instabilidade, insegurança, gastanças, comilança, tributação excessiva, golpes, ditaduras, estelionatos eleitorais, polarização, guerra tribal primitiva, permanente e insana por poder, dinheiro, vantagens e privilégios, sem limite$, modelo de congresso, fundões partidários bilionários, emendas bilionárias impositivas, Vorcaros, eleições caras demais da conta de dois em dois anos, avesso à maioria de mulheres nos executivo, legislativo, judiciário, etc. etc e tal, de modo que, até por isso, são pessoas obrigadas a se abster de votar nos me$mo$, ou votar em branco ou nulo, por falta de opções dissidentes a tudo isso que aí está e que mantém o país capturado, há 136 anos, não obstante o prazo de validade vencido há muito tempo. Portanto, no caso, com conhecimento de causa, e de cátedra, somos obrigados a dizer que, neste aspecto, Donald Trump tem razão, e até autoridade moral para criticar, construtivamente, a ausência de dissidentes nas eleições, até porque ninguém pode negar que lá nos EUA são permitidas as candidaturas avulsas, antissistema, à disposição inclusive dos dissidentes. E cadê no Brasil, o mesmo direito aos dissidentes brasileiros, por falta dos quais mais de 1/3 dos eleitores, como restará demonstrado mais uma vez, nas próximas eleições, a exemplo das eleições anteriores, continuarão sendo obrigados a optar pelas abstenções e pelos votos em branco e nulos, tendo em vista a dissidência face ao sistema que consideram apodrecido, em que pese a imprensa falada, escrita e televisionada, ligada à famigerada ditadura militar, avessas à liberdade de expressão dos dissidentes, continuar fazendo de tudo, vistas grossas, ouvidos moucos, cancelamentos, etc., etc e tal, para esconde-los e sufocá-los, imprensa paga a peso de ouro para tapar o sol com a peneira, e conservar tudo como dantes no velho quartel de Abrante$, como se fosse possível enganar todos a vida toda ? https://www.facebook.com/reel/924852446939251
Aguarda-se, Rusty e o Rin Tin Tin.