PGR defende sigilo sobre visitas de Vorcaro e mulher de Moraes ao Senado

2 thoughts on “PGR defende sigilo sobre visitas de Vorcaro e mulher de Moraes ao Senado”

  1. Lideranças do PL entram em campo para convencer Flávio Bolsonaro a reconhecer a derrota o quanto antes

    Uma ala expressiva de lideranças do PL e de apoiadores de Flávio Bolsonaro tem trabalhado para que o senador reconheça o quanto antes a derrota para o presidente Lula.

    O discurso de Flávio, de questionar o resultado das urnas após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciar a vitória do petista, foi visto como um erro por lideranças do partido.

    Um dos mandachuvas do PL que estava presente no QG da campanha durante as apurações afirmou que a expectativa era a de que o senador adotasse um tom mais ameno do que teve na sua primeira manifestação pública.

    Flávio foi aconselhado a reconhecer a derrota e dizer que os fatos envolvendo a ampliação do horário da votação deveriam ser investigados. O candidato do PL, no entanto, resolveu dobrar a aposta e afirmou que pedirá a anulação das eleições.

    Aliados de primeira hora do presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, afirmaram à coluna que ele não cometerá os mesmos erros do passado e que não vai abraçar a iniciativa de contestar o resultado das urnas.

    Em 2022, Valdemar atendeu aos apelos de Jair Bolsonaro e a legenda apresentou um pedido ao TSE para anular parte dos votos no segundo turno. A iniciativa rendeu um inquérito contra Valdemar por tentativa de golpe, além de uma multa de mais de R$ 20 milhões ao PL.

    Desde a manhã desta segunda-feira (26), lideranças do partido estão se articulando para tentar fazer o senador rever a postura que adotou. Para eles os 4,4 milhões de votos a mais de Lula sobre Flávio esvaziam qualquer iniciativa de contestação.

    O Globo, Política, Opinião, 26/10/2026 13h13 Por Bela Megale

    Quando se é um estrupício, se é um estrupício.

  2. Flávio Rachadinha ficará sem cargo eletivo pela primeira vez em mais de 20 anos

    Filho do ex-mito vinha de eleições seguidas na esteira da influência de seu pai

    Derrotado por Lula, neste domingo, na disputa pela Presidência da República para o mandato de 2027 a 2030, o ainda senador Flávio não terá um cargo público para ocupar após mais de 20 anos.

    O filho mais velho de Jair Bolsonaro vem ocupando cargos eletivos desde 2003, na esteira da influência do pai, que decidiu fazer da política o ganha-pão da família. Também há o registro de que Flávio tenha ocupado cargos comissionados na Câmara dos Deputados antes das eleições que obteve.

    Flávio exerceu quatro mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, de 2003 a janeiro de 2019. Nas eleições de 2018, quando o pai foi eleito presidente, o advogado foi eleito senador da República.

    Seu mandato no Senado ia de 2019 a 31 de janeiro de 2027. Como decidiu concorrer à Presidência — e não se elegeu —, Flávio dará lugar a Carlos Jordy como um dos senadores a representar o Rio de Janeiro. Os mandatos de Jordy e Carlos Portinho começam em 1º de fevereiro de 2027.

    Fora da política, Flávio é formado em direito. O ex-senador também diz que é empresário. Rachadinha fica sem cargo público pela primeira vez em mais de 20 anos

    Fonte: O Globo, Rio, 25/10/2026 21h14 Por Nelson Lima Neto / Ancelmo Gois

    Será, politicamente, uma nota de três reais.

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