
Charge do Solda (Arquivo Google)
Vicente Limongi Netto
O Brasil venceu. A escória do mal, da arrogância, da petulância, do deboche, do rancor e da vingança foi derrotada pela fibra do ex-torneiro mecânico, de 80 anos de idade, Luiz Inácio Lula da Silva, que amanhã completa 81 anos.
Bravo e simples cidadão que perdeu um dedo trabalhando, insultado no debate pelo tosco e boçal Flávio Bolsonaro, Lula cavou seu destino com as próprias mãos. Destemido, de peito aberto, e respeitado no exterior.
QUARTA VITÓRIA – Foi a sétima disputa presidencial de Lula. Agora carrega no peito, com orgulho, a quarta vitória. A disputa presidencial foi árdua. Marcada por intrigas torpes, deboches e covardias. Campanha difícil.
Do princípio ao fim. Lula enfrentou adversários fortes, como governadores, senadores, deputados, donos da Fiesp, o ex-presidente golpista e presidiário, Jair Bolsonaro, deputados e ministros bolsonaristas do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça e Nunes Marques. Togados desprezíveis, serviçais do imundo bolsonarismo.
Lula mais uma vez saberá usar sua vasta experiência pessoal e profissional, em ações que engrandeçam a Nação, procurando acabar com desavenças políticas que deslustram a saudável atividade política.
DIFICULDADES – Lula sabe que terá dificuldades com o futuro Congresso Nacional. Sabe também que estará lidando e convivendo com senadores e deputados que precisam colocar os interesses coletivos em primeiro lugar.
Lula nunca deixou de dialogar com ninguém. Não é à toa que foi eleito para o quarto mandato presidencial. Foi reeleito agora com perto de 5 milhões de votos de diferença do adversário.
Todos precisam colaborar para o Brasil continuar crescendo. Lula estará com o espírito aberto. O povo deseja que os homens públicos juntem os cascos do embate político e trabalhem para melhorar a qualidade de vida dos brasileiros mais necessitados.
O que será que o miliciano rachado vai fazer com o terno da posse?
Será que vai vender pro Tarcísio?
🤣🤣🤣🤣🤣🤣
José Luis
José Kobori está certo em um ponto;
OU A GENTE INDUSTRIALIZA O BRASIL OU A GENTE MORRE.
Pena que todos no desgoverno saibam disso e não façam nada.
A China fará de tudo para nos escantear nessa dependência das commodities.
EUA são nossos concorrentes.
A Índia também não será suficiente a tempo em termos econômicos.
Nunca deixamos de ser colônias.
Mas escapamos, por enquanto, dos entreguistas declarados e assumidos.
Até a janela EUA X CHINA está se fechando.
Lula será superado.
NA BURRICE DO CAUDILHO, SEM SUCESSOR
SEM NENHUM SUCESSOR.
E, com os Podres Poderes e as negociatas mais caras da História,
Esses boletos vão para as nossas costas.
A pobreza e a miséria grassas no mundo, razão para o primeiro dos dez mandamentos calçados nas Pedras Guias da Geórgia:
“Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em um balanço perpétuo com a natureza”.
PS. Razões para as funestas ações de “Herodes Gates & Faucis e governamentais discípulos”!
Teclado independente e rebelde.
Fui lá IA e perguntei:
Quantas lutas, foram vencidas pelo mal? “Não existe um número ou contagem exata de “lutas vencidas pelo mal”, pois o conceito de “bem” e “mal” varia profundamente dependendo do contexto abordado (histórico, religioso ou ficcional).
Para entender como essa dinâmica se aplica, podemos analisar a questão sob três perspectivas principais:
1. Contexto Religioso e Espiritual
Na maioria das tradições teológicas (como o Cristianismo), a visão central é de que o mal pode vencer batalhas temporárias, mas já perdeu a guerra final.
• Vitórias temporárias: Histórias religiosas mostram momentos em que o mal prevalece momentaneamente devido a falhas humanas ou provações. Um exemplo bíblico é a Primeira Batalha de Ai (Estudos da Bíblia), onde o povo de Israel foi derrotado por conta de um pecado interno. Em relatos sobre santos, como os compilados no livro Saints Who Battled Satan (Aleteia), o diabo ocasionalmente consegue infligir danos físicos ou tentações temporárias, mas o desfecho espiritual é de vitória do bem (Aventuras na História).
• A vitória final: A teologia aponta que o sacrifício e a ressurreição (no Cristianismo) ou o equilíbrio cósmico (em outras religiões) garantem a derrota definitiva do mal a longo prazo.
2. Contexto Histórico
Na história real, a definição de “mal” é subjetiva, pois quase sempre os vencedores de uma guerra escrevem a história se colocando no papel do “bem”. No entanto, se associarmos o “mal” a regimes totalitários, cruéis ou opressores, vemos um cenário de altos e baixos:
• Impérios Opressores: Ao longo dos séculos, impérios violentos e ditaduras venceram milhares de batalhas, conquistando povos e expandindo a tirania por décadas ou séculos.
• A Queda Inevitável: Quase a totalidade desses regimes (como o Nazismo na Segunda Guerra Mundial ou o Império Romano após séculos de opressão) acabou colapsando ou sendo derrotada, mostrando que a estabilidade do que consideramos “mal” é historicamente insustentável.”
em 1933, Hitler ascendeu à Chancelaria alemã pelo povo… deu no que deu… aguardemos…
Hitler, 1964, 1988, Saddan, Gadaffi, Lula em:
https://www.oevento.pt/2017/08/30/mafia-khazariana-a-historia-oculta-rothschilds/