
Cury e Renan Santos criticam saída de Flávio
Rafaela Gama
O Globo
Terceiro colocado na eleição presidencial, o escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante) criticou a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil após a derrota para o presidente Lula (PT) no final de semana. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que o parlamentar decidiu “abandonar o barco” e que “não há tempestade que dure para sempre”. Ele, no entanto, apagou o vídeo em seguida e o substituiu por uma nova gravação, em que disse não ter expressado suas ideias “adequadamente” antes.
— Na minha opinião, um piloto jamais deveria abandonar o barco por mais dramática que seja a tempestade que ele enfrenta, até porque não há tempestade que dure para sempre — declarou Cury no primeiro vídeo, apagado logo depois em meio a críticas de seguidores deixadas nos comentários.
“RESPEITO” – Em resposta, Cury publicou uma nova gravação pedindo “respeito” e afirmando que “a radicalização política é tão cruel que as pessoas não podem mais expressar suas opiniões”. O escritor também tenta justificar o conteúdo do vídeo anterior e diz ter cometido um erro ao comentar sobre o tema.
— Eu não expressei adequadamente as minhas ideias. Só não muda de ideia quem não tem ideia. Eu queria dizer que, no ano que vem, ele perde o foro privilegiado e vai para a Justiça Comum. Se ele se sente pressionado nas instâncias superiores, ele tem muito mais liberdade de se expressar e de se defender na Justiça comum. Então, por favor, respeitem a opinião dos outros, não sejam cruéis. A nossa paz tem que valer ouro. A sociedade brasileira precisa entender que somos uma só família — disse Cury.
APOIO – Após terminar o primeiro turno em terceiro lugar, o psiquiatra declarou apoio à candidatura presidencial de Flávio após conversar com o senador. “A decisão foi tomada após uma longa conversa entre os dois e a assinatura, por Flávio, de um compromisso público com propostas defendidas por Cury durante sua campanha, voltadas à transformação social, à modernização do país e à pacificação nacional”, informou o presidenciável do Avante em nota.
Antes dele, os ex-governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que também concorreram ao Planalto, também declararam apoio a Flávio. Após a fuga do senador do país, ambos não se manifestaram.
CONTORNOS POLÍTICOS – Já Renan Santos, que terminou o pleito em quarto lugar, disse em um vídeo nas redes sociais que a postura de Flávio não condiz com a esperada para um líder político. O presidente do Missão também afirma que o processo judicial envolvendo o senador tem contornos políticos, mas não justifica uma fuga do país.
— Eu também, quando fui atacado pelo Dias Toffoli, que acabou com a minha campanha, bati de frente, não recuei uma vírgula e não fugi do Brasil. Tem um padrão que você tem que ter. Fuja se você for fraco e encare o problema se você for homem e pague pelas consequências, mesmo quando inocente. Não é o caso do Flávio. O Flávio não é inocente, mas pague pelas consequências — afirmou Renan.
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/10/29/bens-detidos-pelo-governo-serao-oferecidos-ao-setor-privado-e-aos-antigos-proprietarios-diz-presidente-da-venezuela.ghtml
Brizola, não sem razão, afirmou em debate, perante o próprio Lula, que desconfiava dessa liderança falsa.
“Tudo pareceu montado para recebê-lo e alçá-lo”
Nenhuma privatização abjeta foi desfeita.
A indústria nacional continua a ser destruída.
A sabotagem da infraestrutura é o Estado atrapalhando os negócios.
A única diferença entre Lula e Bolsonaro é o fato de um ser assumidamente entreguista e o outro ser um traidor na prática.
Quando se trata de questões ideológicas prevalece o sentido de que assim é se assim lhe parece.
Ninguém convence um pinheiro altaneiro no alto da colina que ele pode ser um arbusto na baixada.
As coisas que permanecem arraigada numa mentalidade não mudam sua natureza.
Assim como é da natureza dos escorpiões picar os outros com o ferrão da cauda, ele não vai morder ninguém com as pinças
Adendos, em:
https://youtu.be/AUnOjWphvC8?is=2SypMYIRccGGhuA-
A coisa mais sadia que podemos e devemos fazer em favor da política enquanto carro-chefe da sociedade é libertá-la da loucura representada pelo sistema político-partidário-eleitoral que contamina a sociedade. A única fraude que ainda poderá acontecer por conta das eleições de 2026 é a fraude do desrespeito à vontade livre e soberana do povo brasileiro que, em número superior a 120 milhões de eleitores, foram às urnas que não mentem, seduzidos pelo mote das mudanças, usado tanto pela situação quanto pela oposição. ELEIÇÕES 2026 E O VELHO DILEMA ENTRE REPRESENTADOS E REPRESENTANTES que vigora no país há 136 anos, imposto pela república do militarismo e do partidarismo que, ao que parece, chegou ao estágio derradeiro de casamento confirmado ou divórcio definitivo, que implica em cumprir ou não pelo menos a promessa majoritária de campanha que, no caso, foram as mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas pelo Novo Brasil de verdade, propostas coincidentemente por ambas as campanhas majoritárias, encabeçadas por Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, à moda esquerda versus direita, como nunca antes visto na história deste país, que, à evidência, ante a descrença generalizada da população na classe político-partidária-eleitoral, se inspiraram, se motivaram e se apegaram, como tábua de salvação, ao discurso das mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, representadas originalmente pelo megaprojeto novo e alternativo de política e de nação, o adulto na sala da política nacional, há cerca de 30 anos na estrada da vida, encarnado no HoMeM do Mapa da Mina do bem comum do povo brasileiro, que, a nosso ver, deve ser convidado pelos eleitos para conversarem sobre como levar a efeitos as mudanças que se fazem necessárias no país, na política e na vida da população há 136 anos, no mínimo, face ao qual Flávio Bolsonaro não precisa ser um foragido do Brasil, até porque a anistia ampla, geral e irrestrita, na única fórmula capaz de realmente pacificar o país, tb está prevista na mega solução, via evolução, porém condicionada à rendição pacífica do sistema político-partidário-eleitoral apodreico em prol da libertação e redenção do país, da política, da vida e da convivência pacífica do conjunto da população, a ser levada a efeitos pelo congresso nacional eleito em 2026. https://www.facebook.com/reel/1469923165022897
NO ÂMBITO DE UM SISTEMA APODRECIDO SER CAMPEÃO NA CONQUISTA DE VOTOS É UMA COISA, ter o desprendimento e a humildade de um Sancho Pança para servir de ponte para o futuro, rumo à realização do “Sonho Impossível”, e não de pinguela para o passado, é outra coisa, muitíssimo diferente, própria de espíritos superiores. https://www.facebook.com/reel/308588792972446