Flávio pensa ter virado um estadista, mas se tornou apenas um medroso fujão

Confira a charge de Fraga desta terça-feira. Veja outras em gzh.rs/fraga

Charge do Gilmar Fraga (Gaúcha/Zero Hora)

Vicente Limongi Netto

Imaginem um treinador de uma equipe rebelde e perdedora. Que não respeita mais as ordens do fraco, petulante, confuso e enganador técnico, já rouco e cansado de tanto berrar e ser xingado pela furiosa torcida. A saída do treinador de meia pataca para tirar o time da zona do rebaixamento é passar a usar um possante megafone. É a última tentativa para tentar ganhar de volta o respeito do time, mas a paciência já é nenhuma.
Será mais ou menos este o patético discurso do fujão Flávio Miliciano, agora na bela Flórida e encantadora Miami, na tentativa de recuperar a confiança de aliados que deixou no Brasil.

FUGA COVARDE – Todos chupando o dedo, perplexos com a fuga covarde de um moleque ainda senador que permanece se arvorando de líder da extrema-direita. Mas está de longe, sem o carisma de um autêntico estadista, apenas com a capa de um covarde derrotado fujão.

Assim,  será difícil que parte influente de senadores e deputados se unam em torno das bainhas das calças do desprezível Flavinho Miliciano. Além de tudo, Flávio foi burro e açodado.
Ficando no Brasil como verdadeiro democrata e correto homem público que sabe reconhecer a vontade das urnas, seria mais fácil para juntar os cacos da fragorosa e feia derrota e unir forças com a bandeira de uma verdadeira e necessária oposição.
Mas o menino que não cresceu, esperança do Partido Liberal do agora decepcionado Valdemar Costa Neto,  preferiu fugir para as barras das calças do maluco e estúpido Donald Trump.
Se dão bem. São todos da mesma laia podre e imunda. Os fujões do clã Bolsonaro estão juntos. Vão jogar golpe e debochar dos brasileiros. Nadando em boa grana do filme de terror do pai Jair. Vorcaro, bandido abonado do time estará por perto.
MENSAGEM DO IGNÁCIO – Recebi mais uma imagem do grande escritor e jornalistas Ignácio de Loyola Brandão, da Academia Brasileira de Letras. Diz ele:

Vicente,

De minha infância em Araraquara, ainda guardo um provérbio, hoje mais do que adequado, justo, perfeito: “Fugiu de medo, cagou no dedo”.
Saudações,

Ignácio

5 thoughts on “Flávio pensa ter virado um estadista, mas se tornou apenas um medroso fujão”

    • ELEIÇÕES 2026 E O VELHO DILEMA ENTRE REPRESENTADOS E REPRESENTANTES que vigora no país há 136 anos, imposto pela república do militarismo e do partidarismo que, ao que parece, chegou ao estágio derradeiro de casamento confirmado ou divórcio definitivo, que implica em cumprir ou não pelo menos a promessa majoritária de campanha que, no caso, foram as mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas pelo Novo Brasil de verdade, propostas coincidentemente por ambas as campanhas majoritárias, encabeçadas por Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, à moda esquerda versus direita, como nunca antes visto na história deste país, que, à evidência, ante a descrença generalizada da população na classe político-partidária-eleitoral, se inspiraram, se motivaram e se apegaram, como tábua de salvação, ao discurso das mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, representadas originalmente pelo megaprojeto novo e alternativo de política e de nação, o adulto na sala da política nacional, há cerca de 30 anos na estrada da vida, encarnado no HoMeM do Mapa da Mina do bem comum do povo brasileiro, que, a nosso ver, deve ser convidado pelos eleitos para conversarem sobre como levar a efeitos as mudanças que se fazem necessárias no país, na política e na vida da população há 136 anos, no mínimo, face ao qual Flávio Bolsonaro não precisa e nem precisava fugir do Brasil, até porque a anistia ampla, geral e irrestrita tb está prevista na mega solução, via evolução, porém condicionada à rendição pacífica do sistema político-partidário-eleitoral em prol da libertação e redenção do país, da política, da vida e da convivência pacífica do conjunto da população, a ser levada a efeito pelo congresso nacional eleito em 2026. https://www.facebook.com/reel/1469923165022897

  1. Carta encolhe ainda mais Flávio: Derrotado não estava preparado para o cargo

    Candidato derrotado virou uma caricatura de líder de oposição, autoexilado sob o sol de Miami Beach

    Flávio Bolsonaro conseguiu um feito impressionante. Em tempo recorde, se apequenou como líder da oposição e conseguiu produzir algo que parecia improvável: juntou setores da direita e do governo nas críticas a suas declarações golpistas.

    Para atingir tal façanha, não foi necessário nenhum fato novo revelado pela Polícia Federal nem a publicação de eventual conversa pouco republicana.

    Flávio precisou apenas de ausência de tino político, sinapse tortuosa e conselhos ruins de meia dúzia de aloprados. Como resultado, no curto prazo de três dias, fez evaporar parte considerável do capital político (do ex-mito) adquirido com 59 milhões de votos que recebeu.

    A jornada de erros começou com o não reconhecimento da derrota no domingo. Piorou com a fuga do Brasil, usando argumentos mal-intencionados sobre perseguição política.

    Atingiu o absurdo diante da carta precária e mentirosa, que, entre vários constrangimentos, comporta o erro no nome do próprio país (chamado numa primeira versão de Estados Unidos do Brazil, em vez de República Federativa do Brasil, com “s”, por sinal), a comparação com Rui Barbosa e a autoproclamação como “presidente” (que depois mudou para “líder”).

    Ele conseguiu produzir um strike entre seus próprios apoiadores.

    Integrantes do PL e do Centrão, pragmáticos que são, poderiam ter saído em sua defesa caso houvesse o mínimo de veracidade nos argumentos ou vantagem política em continuar apoiando as confusões da família Bolsonaro. Mas ninguém de relevância levantou o dedo para defendê-lo.

    Do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a presidentes de partidos que compõem o Centrão, não houve quem comprasse seu delírio.

    O presidente americano, Donald Trump, foi questionado sobre o cosplay de Guaidó e disse que não se envolveria. Aliás, Bolsonaro Júnior, como já foi chamado por Trump, hoje é um problema para ele.

    Às vésperas da importante eleição de meio de mandato, Trump vê a oposição surfar na concessão de visto para o candidato derrotado no Brasil.

    Flávio está isolado. Brasília é repleta de profissionais da política, e é sintomático que os maiores ph.D.s na matéria não tenham saído em sua defesa. Não o fizeram porque não querem mais os Bolsonaros.

    Entendem que hoje não existe perspectiva de poder em torno deles — e essa perspectiva é o principal feromônio político.

    Sabem que Flávio usa a carta como melhor ataque diante dos rolos pendentes com a Justiça envolvendo sua relação com Willer Tomaz, o advogado suspeito de lavar dinheiro para político.

    Na carta, Flávio agradece a Trump e a Javier Milei, cuja atuação parece ter sido fundamental para a execução do plano de fuga, com a ajuda de um jatinho (mais um) de um empresário enrolado com o governo de lá.

    Aqui os investigadores também têm dúvidas sobre os dados a respeito do ingresso pela fronteira argentina.

    Já está claro, porém, que o presidente argentino foi fundamental para a fuga, enviando um assessor para facilitar o plano e causando mais um ruído na relação com o Brasil — por mais que não houvesse mandado de prisão expedido contra Flávio, ele estava proibido de deixar o país.

    O candidato derrotado virou uma caricatura de líder de oposição, autoexilado sob o sol de Miami Beach. Mostrou que não estava preparado para a função de presidente da República e abriu espaço para que outro nome ocupe a liderança da direita. Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas já dão sinais de que estão a postos.

    Fonte: O Globo, Opinião, 29/10/2026 00h05 Por Julia Duailibi

  2. Flávio age como um Napoleão de hospício

    Qual um Napoleão de hospício, o candidato derrotado à Presidência da República no Brasil, Flávio Rachadinha, anuncia-se ao mundo como presidente eleito, depois que esse mesmo mundo, por meio dos principais países e organismos internacionais, cumprimentou o presidente Lula por sua reeleição.

    Até o partido (PL) do candidato derrotado aceitou o resultado, reconhecendo Lula como legítimo presidente eleito.

    No 2º turno, considerando a vitória consolidada, (Flávio) já negociava ministério, candidatos para o Supremo, toda a estrutura do seu pretenso governo, que acabou como a Viúva Porcina, “a que foi sem nunca ter sido”. Rachadinha não se cansa de fazer bobagem.

    Depois de ter enganado seus seguidores fugindo do país, ele faz um pronunciamento sem pé nem cabeça, de teor golpista, da mesma maneira que seu irmão Eduardo atuou junto ao governo americano para punir o Brasil com taxações exorbitantes.

    Fonte: O Globo, Opinião, 29/10/2026 04h30 Por Merval Pereira

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