O teste da moderação dos bolsonaristas terminou com fracasso em Miami

9 thoughts on “O teste da moderação dos bolsonaristas terminou com fracasso em Miami”

  1. Foi o antibolsonarismo que venceu a eleição presidencial, e não o antipetismo, contrariando as projeções da mídia e das pesquisas durante o período eleitoral.

    A famiglia Bolsonaro e seu modus operandi são extremamente rejeitados por eleitores conscientes, à exceção de bolsotários abduzidos politicamente.

  2. Nikolas é chamado de ‘Carla Zambelli’ de Flávio Bolsonaro

    Adversários dizem que vídeo do deputado prejudicou Flávio no Nordeste, onde Lula ampliou sua votação em relação ao primeiro turno

    O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) virou alvo de críticas por causa do vídeo sobre as dificuldades enfrentadas por moradores do Nordeste e tem sido apontado, entre políticos da esquerda e até mesmo entre aliados, como um dos responsáveis pela derrota de Flávio Bolsonaro (PL) em Minas Gerais e no Nordeste.

    Após largar na frente no primeiro turno das eleições, o senador e candidato do PL foi derrotado pelo presidente Lula (PT) no segundo turno das eleições.

    Lula ampliou sua votação no Nordeste e reverteu a desvantagem contra Flávio em Minas Gerais, vencendo as eleições pela quarta vez.

    Memes que circulam nas redes sociais afirmam que o deputado seria a “Carla Zambelli” do Flávio na disputa pela Presidência da República, em referência ao ocorrido, em 2022, quando a então deputada perseguiu um homem com uma arma em punho, na véspera do segundo turno das eleições entre Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Na época, bolsonaristas acusaram Zambelli de ter colaborado para a derrota de Jair, que buscava a reeleição.

    (…).

    Fonte: Estado de Minas, Política, Repercussão, 26/10/2026 16:09 Por Alessandra Mello

  3. A fuga do amarelão, Flávio Bolsonaro

    Não faltam sinônimos para definir Flávio como covarde, mentiroso e incapaz de encarar a lei

    Qual você prefere? Amarelão, covarde, medroso, pusilânime, frangote, maricas, desertor, foragido, poltrão, peidão, pipoqueiro, frouxo, trêmulo, borrão, arregão? Ou, numa palavra, cagão — digo, fujão?

    Se você for um dos meus fiéis leitores bolsonaristas ou um dos 59.826.041 eleitores que cravaram o número de Flávio Bolsonaro na urna neste domingo (25), a escolha é farta.

    Todas definem o caráter do ‘preposto’ do ex-mito que, não fosse por outros 64.256.232 brasileiros, poderia ser agora o presidente da República.

    Derrotado e sujeito a investigação e processo por uma quantidade de acusações — a escolha também é farta —, preferiu escafeder-se a enfrentar a Justiça. Onde está o machão que ele fingia ser?

    Menos de 12 horas depois de produzir um vídeo em que bateu no peito e desmentiu a possibilidade de fugir do país — ao contrário, entregaria os passaportes e ficaria para liderar a oposição, retomar o Brasil e fazer e acontecer —, meteu-se na escuridão, tomou um avião na moita ou atravessou de cócoras a fronteira e foi se esconder sob a gravata vermelha de seu chefe, Donald Trump.

    Como ficaram seus seguidores que assistiram ao vídeo e acreditaram nele? Como passaram a vê-lo depois desta?

    Se quiserem, aqui vão sugestões: falso, embusteiro, fingido, enganador, trapaceiro, mendaz, pérfido, perjuro, desleal, simulado, charlatão, cascateiro, impostor, xavequeiro, patureba, trambiqueiro. Ou, também, em uma palavra, mentiroso.

    É uma atitude decepcionante para alguém que, assim como seus adeptos, fala grosso, faz arminha, ronca motocicletas e se exibe sob camisetas amarelas, mas é incapaz de enfrentar uma Justiça armada apenas com fatos, números e provas.

    A contrapô-los com seus próprios fatos, números e provas, escolheu vazar, escapar, ciscar, dar o pira, cair fora, dar no pé, picar a mula. Em resumo, fugir.

    Ao abandonar seus eleitores — na verdade, traí-los —, Flávio Bolsonaro apenas repetiu o que levou toda a campanha fazendo: mentir para eles, iludi-los, ludibriá-los, fazê-los de otários.

    Fonte: Folha de S. Paulo, Opinião, 28.out.2026 às 8h00 Por Ruy Castro

  4. Contato dos Bolsonaro nos EUA é o sub do sub Jason Miller, e não Trump ou Rubio, como tentam fazer parecer

    Ao contrário do que se poderia pensar, descobriu-se que o contato direto da família Bolsonaro nos Estados Unidos não é Donald Trump nem Marco Rubio, mas sim o ajudante de Trump, Jason Miller, que viabilizou o avião no episódio da fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil para os EUA no início da semana.

    Trump e Rubio têm mais o que fazer e não dispõem de tempo para perder com candidatos derrotados em eleições presidenciais, como Jair e Flávio, que não lhes trazem perspectivas de futuro.

    Por isso, delegaram o contato com os dois a um subalterno como Jason Miller.

    Acorda, Brasil! Presta atenção!

  5. Derrotado, Flávio não deve esperar muita coisa de Trump

    Quando Jair Bolsonaro, também derrotado por Lula, fugiu para os Estados Unidos, no final de 2022, ele imaginava que Trump o abrigaria em seu resort Mar-a-Lago, em Palm Beach.

    No entanto, Trump nem tomou conhecimento da presença de Bolsonaro em solo americano.

    Diante disso, o ex-mito teve que se hospedar em Orlando, na casa de um ex-lutador de MMA, onde permaneceu por três meses e depois voltou, talvez por já não o suportarem mais por lá.

    Durante esse período, ele não recebeu nenhum telefonema, nem mesmo do motorista de Trump, segundo o jornalista Wilson Moherdaui, comentarista do Jornal da Cultura (TV Cultura).

    Flávio, portanto, talvez não deva ter grande expectativa quanto à sua estada e recepção de Trump nos EUA.

  6. Valdemar é só alegria com a derrota de Flávio

    O ‘Boy’ de Mogi temia que, se eleito, Flávio Rachadinha pudesse lhe tomar o PL, partido do qual se acha dono; por isso, está tão exultante.

    Além disso, Michelle, Tarcísio, Malafaia e outros bolsonaristas também não conseguem conter a alegria com a derrota do preposto do ex-mito.

    Obviamente, correram para não chegar na campanha eleitoral de Rachadinha.

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