
Modelo proposto encarece a entrada de novos políticos
Deu na CNN
A proposta de voto distrital misto, em debate no Congresso, fortalece as lideranças partidárias e aumenta o poder central do presidente do partido, avaliou João Henrique Hummel, diretor-executivo da Action Consultoria.
O argumento é que o voto distrital misto tornaria a entrada na política progressivamente mais cara e mais dependente das lideranças. “Cada dia mais forte a presença do líder do partido, que vai ter o caixa e o controle dos diretórios nacionais”, concluiu o especialista.
AVANÇO – Segundo Hummel, na atual conjuntura, a proposta tem chances de avançar. Isso porque existe um grupo de líderes partidários que busca, cada vez mais, consolidar seu poder — movimento impulsionado pelo financiamento público da política por meio do fundo eleitoral e do fundo partidário.
O especialista destacou que a reforma política realizada em 2018, ao reduzir o número de partidos, já contribuiu para fortalecer as lideranças. Com o voto distrital misto, essa tendência se aprofundaria ainda mais. “Com o voto distrital e os diretórios estaduais não sendo definitivos e não eleitorais, aumenta mais ainda o poder central”, afirmou Hummel.
MAIOR CONTROLE – No modelo proposto, metade dos representantes seria eleita pelo voto distrital e a outra metade por lista pré-estabelecida, o que ampliaria o controle das cúpulas sobre as candidaturas.
Hummel também apontou que o contexto atual — marcado por questionamentos sobre as emendas parlamentares, que haviam dado maior liberdade aos parlamentares, e pelo envolvimento de parte das lideranças no escândalo do Master — reforça a motivação dessas lideranças para se fortalecerem por meio da reforma. “Eles querem se fortalecer”, disse o especialista.
Na avaliação de Hummel, a resistência à proposta não deve vir apenas do PT e do PL. Partidos menores que ainda têm chance de sobreviver no atual cenário também devem se posicionar contra o modelo.
Penso que a rendição do sistema apodrecido em prol da mega solução, via evolução, custará infinitamente mais barato para todos. https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2026/11/05/master-e-ueno-paraguai-e-brasil-irmanados-na-perversao-bancaria.htm
https://revistaoeste.com/mundo/eisenkot-supera-netanyahu-na-disputa-pelo-governo-de-israel/
Com a derrota esmagadora do partido de Trump, aliados de Dudu Bananinha acham que o ex-deputado deve deixar o Texas e mudar para a Flórida.
O estado do Texas, onde Bananinha vive desde o ano passado, foi um dos que passaram pela chamada “onda azul”, com a eleição da governadora Gina Hinojosa e do senador James Talarico, ambos democratas.
O Texas vinha sendo governado pelo Partido Republicano, de Trump, há 31 anos consecutivos.
A nova governadora toma posse no dia 19 de janeiro de 2027, e o novo senador no dia 03 de janeiro de 2027.
Ajudante de Bananinha nos EUA, o ex-comentarista da Jovem Pan Paulo Figueiredo disse que o ex-deputado deve, alternativamente, se mudar do Texas para a Flórida.
O professor Lucas Souza Martins, que leciona história dos EUA na Temple University, na Filadélfia avalia que a vitória democrata nos EUA fragilizou a presença de tanto Eduardo e quanto de Flávio nos EUA.
Dudu Baninha e Flávio Rachadinha estão com o cu na mão. E Rachadinha nem sabe ainda onde vai ficar.
Sinceramente, substituiria essa palavra cacique por mafiosos
Rubio avalia renunciar e abandonar governo Trump após midterms
Fontes dizem à Bloomberg que secretário de Estado cogita renunciar ao cargo
Político natural da Flórida buscaria se afastar de Trump
Fonte Folha de S. Paulo, Mundo, 5.nov.2026 às 20h33
Amiguinho dos Bolsonaros parece em maus lençóis.
Rubio pode também estar sendo descartado por Trump, por fracassos como no Brasil com os Bolsonaros.