Empresários doam quase 29 vezes mais para Flávio do que para Lula no 2º turno

É desespero dizer que as coisas vão piorar com Lula, porque ninguém acredita nisso

Lula e as pesquisas de popularidade | Jornal de Brasília

Charge do Baggi (Jornal de Brasília)

Vicente Limongi Netto

É muita canalhice e desespero, num jogo imundo e covarde, com a extrema-direita dizendo que com Lula vai piorar. Lembrem que Flavio é parasita, não tem serviços prestados ao Brasil e aos brasileiros, falando e arrotando grandeza com promessas mirabolantes.

Com Flávio liderando os milicianos, o Brasil vai retroagir, perder lá fora o respeito internacional, enquanto o trabalhador perde aqui dentro seus direitos sociais e econômicos.

No embalo, perderá sua soberania, porque vira colônia dos Estados Unidos. A camarilha de Flávio só pensa em vingança, em desmoralizar as instituições, em jogar os brasileiros contra si, para vingar a prisão e a humilhação do mito.

VEXAME? – Sim. Dois times argentinos eliminam, no Maracanã, em menos de 10 dias, dois grandes times brasileiros, Vasco e agora Flamengo. Pênalti é uma tortura, mas não é loteria. Requer muito treino. Pênalti bem cobrado, goleiro nao pega.

A cobrança do Jorginho marcou época até no exterior. Agora, ficou manjada. Nesta quinta-feira, a paradinha dele foi muito perto da bola, tirando a forca do chute.

Bruno Henrique já cobrou de cabeça baixa, porque que Paquetá e Jorginho haviam fracassado.

A eleição entra no limite: Flávio e Lula disputam cada voto até domingo

Nunes Marques dá 24 horas para Meta explicar atuação de Janones na campanha de Lula

Lula precisa conquistar eleitor que oscila entre esquerda e direita, diz estrategista britânica

Recorde de doações a Flávio indica fortalecimento da campanha dele

Pesquisa BTG/Nexus mostra Lula com 46% e Flávio 44% em um possível segundo  turno | Sobral em Revista

Charge do Sobral em Revista

Carlos Newton

Certos indicativos têm mais força eleitoral do que as famosas pesquisas, que os institutos vendem a alto preço aos partidos e aos candidatos. É o caso, por exemplo, das doações às campanhas do presidente Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Os números são oficiais e não permitem manipulações, porque são coletados e divulgados pelo próprio Tribunal Superior Eleitoral, através de seu programa Divulgacand, incluindo lançamentos de doações feitas diretamente por pessoas físicas e por financiamento coletivo até sexta-feira (16).

FLÁVIO NA FRENTE – Reportagem de Luana Lisboa na Folha mostra que o resultado de Flávio Bolsonaro no primeiro turno realmente entusiasmou seus eleitores, e os indicadores mais recentes mostram um impressionante crescimento do apoio à campanha dele, em comparação a seu rival Lula, nesta reta de chegada.

O valor doado em apenas 12 dias (de 5 a 16 de outubro) chegou a R$ 20,3 milhões de no segundo turno. O valor é quase o triplo dos R$ 7,5 milhões recebidos em todo o primeiro turno.

Nos mesmos 12 dias, diz a repórter Luana Lisboa, a campanha à reeleição do presidente Lula (PT) recebeu apenas R$ 772,5 mil em doações, uma quantia 26 vezes menor do que a ofertada ao senador do PL.

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P.S. 1 –
Um detalhe impressionante – todas as doações a Flávio no segundo turno (R$ 20,3 milhões) vieram diretamente de pessoas físicas, enquanto Lula recebia R$ 678,9 mil por financiamento coletivo e somente R$ 94 mil diretamente de eleitores.

P.S. 2 – Todas as pesquisas, sem exceção, estão indicando avanço de Lula nesta linha de chegada. Sinceramente, estou desconfiado de que, mais uma vez, os autodenominados “institutos” vão das mais um vexame no próximo domingo. (C.N. 

Lula deve ser “varrido” pela onda da direita, diz a revista The New Yorker

Lula's Last Dance | The New Yorker

Revista The New Yorker anuncia a última dança de Lula

Deu na BBC News

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está diante de uma possível derrota que pode representar o fim de sua carreira e alinhar o Brasil a uma onda de direita que tomou grande parte da América Latina, diz uma coluna na revista americana New Yorker publicada nesta quarta-feira (21).

As chances no segundo turno estão a favor de Flávio Bolsonaro (PL), um político da direita radical, diz o texto assinado pelo jornalista Ishaan Tharoor. Para sustentar essa perspectiva, é citado o resultado “surpreendente” do primeiro turno, em que Flávio ficou à frente de Lula, além do histórico brasileiro de que, desde 1989, todos os candidatos à presidência que venceram o primeiro turno ganharam também o segundo.

ESPERANÇAS – “Lula espera que milhões de brasileiros descontentes, que não votaram no primeiro turno, ainda compareçam às urnas para votar nele”, escreve Tharoor, lembrando no entanto das amplas vitórias da direita no Congresso e nos estados.

“Mesmo que Lula consiga uma vitória apertada, ele poderá passar seu próximo mandato bastante limitado por uma estrutura federal dominada pela direita.”

Com Flávio como favorito na disputa, o Brasil está “prestes a se tornar o nome mais importante em uma longa lista de países latino-americanos que se voltaram para a direita nos últimos dois anos”, uma “guinada” que vai ao encontro da visão ideológica da gestão do presidente americano Donald Trump para o hemisfério, diz.

ÚLTIMA DANÇA – A coluna sobre o petista tem como título “A última dança de Lula” (em tradução livre), uma referência ao trecho de uma música famosa de David Bowie e do Queen, “Under Pressure”, que vem sendo usada em vídeos de apoiadores do presidente.

O texto enumera conquistas dos dois primeiros mandatos de Lula, citando a redução do desmatamento na Amazônia, a liderança do Brasil em questões climáticas e uma política externa que colocou o país à frente do chamado Sul Global.

São mencionados também “vultuosos gastos sociais”, favorecidos por um ciclo de alta nos preços das commodities e que fizeram com que “dezenas de milhões de pessoas” saíssem da pobreza.

 

LAVA JATO – O texto então aborda a derrocada política de Lula após o impeachment de Dilma Rousseff (PT) e a Operação Lava Jato, que o fez ficar na prisão por 580 dias, entre abril de 2018 e novembro de 2019.

Mesmo com uma nova vitória em 2022, na qual Lula derrotou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na eleição presidencial, o petista não tem conseguido conquistar brasileiros impactados pelo alto custo de vida, preocupados com questões referentes à segurança e à Justiça e pessimistas sobre o futuro do país.

O texto também aborda brevemente o governo de Jair Bolsonaro, político descrito como um ex-membro do Exército que “via com bons olhos o período da ditadura militar”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O texto compara Lula a Joe Biden, que tinha 81 anos e já estava meio gagá quando foi proibido de disputar a eleição na matriz USA. Lula também não diz coisa com coisa e fala até em exame de próstata nos discursos políticos, para dizer que as mulheres gostam de levar dedadas, acredite se quiser. (C.N.)

Lula mira beneficiários do Bolsa Família e tenta reduzir vantagem de Flávio

Inquérito no STF acende alerta na campanha de Flávio às vésperas do 2º turno

Piada do Ano! DataFolha declara empate nesta eleição, a ser decidida nos pênaltis

Tribuna da Internet | Pesquisa evidencia que Flávio não subiu, porém desta  vez foi Lula que despencou

Charge do Babu (A Estância de Guarujá)

Carlos Newton

Não adianta afirmar que chegou a hora da verdade para quem acredita em pesquisa eleitoral, porque crença é um sentimento inteiramente desassociado do raciocínio e da lógica. Também não adianta lembrar que, desde a redemocratização do país, em 1989, todos os candidatos que venceram o primeiro turno também ganharam no segundo.

Da mesma forma, não perca tempo argumentando que nesta eleição todas as pesquisas erraram, ao colocar Lula da Silva à frente no primeiro turno. Na verdade, não adianta nada quando se trata de divinizar as pesquisas, esses bizarros levantamentos que são cada vez mais importantes, a ponto de ter hora certa de divulgação.

SUSPENSE TOTAL – E toda quinta-feira cria-se aquele clima – “Vem aí o Datafolha”, que começa a ser divulgada às 18 horas, aos pedaços, com dezenas de jornalistas e cientistas políticos imediatamente passando a fazer interpretações levadas na maior seriedade…

Desta vez, na chamada undécima hora, o Datafolha jogou água no chope ao divulgar nesta quinta-feira (dia 22) sua nova pesquisa sobre a intenção de voto no segundo turno da eleição presidencial, entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

O famoso instituto decretou que a eleição deu empate entre o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Lula da Silva, com 50% dos votos válidos, cada um.

LULA GANHA – Em tradução simultânea, o tal Datafolha está dizendo que Lula vai ganhar, porque o levantamento divulgado no último dia 15 apontou que o candidato do PL tinha 51% dos votos válidos no segundo turno, ante 49% do petista.

Portanto, o petista está em viés de alta e o liberal em baixa, configurando assim que Lula tende a passar Flávio, dentro da margem de erro.

Bem, graças a Deus inventaram essa margem de erro, que serve de desculpa a qualquer patifaria, e agora só falta arranjar mais um apagão na contagem dos votos, como aconteceu durante 20 minutos no primeiro turno, para evitar a vitória de Flávio Bolsonaro.  

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P.S.
– Só falta agora dizerem que a eleição será decidida nos pênaltis, porque não há prorrogação. E ainda há quem acredite nessas bobajadas… (C.N.)

CNBB pede voto consciente e respeito às urnas no segundo turno

A batalha pelo voto dos ausentes entra na reta final entre Lula e Flávio

Mais de 600 juristas fazem alerta contra concentração de poder às vésperas da eleição

Fim da escala 6×1 conquista 66% dos eleitores e atravessa a polarização política

Até entre bolsonaristas prevalece o apoio à mudança

Luciana Casemiro
O Globo

O apoio ao fim da escala de trabalho 6×1 ultrapassou a polarização política e alcançou 66,3% dos eleitores brasileiros. Segundo dados da pesquisa BTG/Nexus, 26,4% desaprovam e 7,3% não souberam ou não quiseram responder. É entre os classificados como “bolsonaristas convictos” que está a maior taxa de rejeição à medida: 48,1%.

A aprovação da nova jornada por esse grupo, no entanto, está longe de ser desprezível: é de 42,4%. A resistência recua entre os eleitores menos radiais, que veem “Bolsonaro como alternativa”. Nesse grupo o apoio à escala com duas folgas semanais salta para 60,9%, enquanto a desaprovação cai para 32,6%.

“LULISTAS CONVICTOS” – Os eleitores “lulistas convictos” são os que lideram o entusiasmo pela redução da jornada de trabalho, com 88,9% de apoio e apenas 8,9% de rejeição. Entre os brasileiros que se dizem “anti-Lula e anti-Bolsonaro”, segundo a pesquisa, 67,9% são favoráveis ao fim da escala 6×1.

— Embora a base bolsonarista mais radical resista à regulação estatal da jornada, seis em cada dez eleitores moderados de Flávio Bolsonaro aprovam a mudança. Trata-se de um tema capaz de furar bolhas partidárias na reta final do debate político — afirma Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.

PAUTA HISTÓRICA – A mudança na escala é uma pauta histórica da esquerda brasileira, especialmente do PT, o que explica os maiores percentuais de aprovação da medida entre os eleitores alinhados a Lula, que é candidato do partido. Historicamente, a direita sempre se posicionou contrária à alteração da escala.

O senador Flávio Bolsonaro, inclusive, mudou seu posicionamento às vésperas da votação no Congresso, levando com ele a bancada do PL e dos partidos coligados, diante do risco de que um voto contrário à medida, que, como reforça a pesquisa, tem grande apoio popular, pudesse ter algum impacto nas urnas.

A Nexus — Pesquisa e Inteligência de Dados entrevistou, por telefone, 2.002 pessoas entre os dias 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%

Campanha de Flávio escala Deltan para analisar os sigilos de Lula, Lulinha e etc.

Homem de óculos e cabelo curto sorri amplamente enquanto aplaude com as mãos à frente do corpo. Ele veste suéter azul escuro e relógio com pulseira laranja. Fundo desfocado em tons de verde, azul e amarelo.

Deltan está vibrando com a possibilidade de pegar Lula

Fábio Zanini
Folha

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) designou o ex-procurador da Lava Jato e senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) para examinar os documentos entregues pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) referentes a seus sigilos fiscal e bancário.

O petista se comprometeu a abrir seus dados, além dos de sua mulher, Janja, do seu filho Fábio Luís, o Lulinha, e de seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, entre outras pessoas ligadas ao presidente.

Deltan foi escalado para a tarefa por já ter examinado, durante a Lava Jato, questões que envolveram o filho de Lula.

PENTE FINO – A campanha diz que ele vai analisar “cada extrato e relatório para desconstruir a narrativa petista e rastrear inconsistências”.

“A campanha de Flávio Bolsonaro defende que a sociedade brasileira tenha acesso à verdade e que nenhuma promessa de transparência seja tratada como prova antes de uma análise criteriosa dos fatos”, diz em nota.

As duas campanhas se envolveram nos últimos dias em uma “guerra de sigilos”. Lula primeiro desafiou Flávio a que ambos abrissem seus dados, durante debate na Band, no domingo (18). Depois, o senador disse que concordava e rebateu, dizendo que o presidente deveria fazer o mesmo com familiares e assessores próximos, o que foi aceito pelo petista.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
– Em sua ignorância “sesquipedal” (de cento e cinquenta pés), com dizia o general João Figueiredo, Lula caiu numa tremenda armadilha que algum idiota do PT sugeriu, e talvez a ideia tenha sido de sua própria mulher, Janja da Silva. Sabe-se que Flávio Bolsonaro não é flor que se cheire, porém é muito mais preparado em lavagem de dinheiro do que Lula. A quebra de sigilo dos dois será proveitosa ao país, mas é provável que jamais ocorra. Ou seja, eles ficarão embromando, embromando, e nunca entregarão realmente os dados. (C.N.)

Rejeição e disputa por protagonismo afastam Marçal da campanha de Flávio

Alegre ou triste, amor é a coisa que Adélia Prado mais quer

A vida é tão bonita, basta um beijo e... Adélia Prado - PensadorPaulo Peres
Poemas & Canções

A professora, escritora e poeta mineira Adélia Luzia Prado de Freitas, no poema “Simplesmente Amor”, afirma que, alegre ou triste, o amor é o seu maior desejo na vida.

SIMPLESMENTE AMOR
Adélia Prado

Amor é a coisa mais alegre
Amor é a coisa mais triste
Amor é a coisa que mais quero
Por causa dele falo palavras como lanças

Amor é a coisa mais alegre
Amor é a coisa mais triste
Amor é a coisa que mais quero
Por causa dele podem entalhar-me:
Sou de pedra sabão.

Alegre ou triste
Amor é a coisa que mais quero.

Nordeste vira campo decisivo na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro

Batalha pelo Nordeste expõe estratégias opostas

Malu Gaspar
Rafael Moraes Moura
O Globo

Segunda região mais populosa do país, o Nordeste se transformou na arena mais disputada na reta final da campanha de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) pela Presidência da República. A região reúne 43,5 milhões de pessoas aptas a votar e concentra 27,42% do eleitorado, um contingente que pode fazer a diferença num cenário em que os dois presidenciáveis aparecem tecnicamente empatados nas pesquisas.

Do lado de Lula, que já teve 63,77% dos votos válidos na região no primeiro turno, a meta é aumentar a dianteira para Flávio, aproveitando a base fornecida por governadores e senadores eleitos no primeiro turno. Nos últimos dias, o presidente da República visitou Bahia, Maranhão, Pernambuco e Sergipe.

IMPULSIONAMENTO – Além disso, a campanha aposta no impulsionamento de vídeos produzidos especificamente para a região. Muitas dessas peças sugerem que Flávio Bolsonaro quer acabar com o Bolsa Família – algo que o próprio senador nega que vá fazer –, enquanto Lula não só defende o programa social, como reajustou o valor do benefício.

Para Flávio Bolsonaro, que no primeiro turno já obteve 1,6 milhão de votos a mais do que o Jair Bolsonaro em 2022, a meta é tentar conquistar os eleitores de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) – juntos, os três obtiveram mais de 5,6 milhões de votos.

Como não elegeu nem governador e nem senador nesses estados–chave onde Lula é forte, a campanha destacou para visitar a região deputados influenciadores que atraem público mesmo sem a presença de Flávio Bolsonaro e contratou trios elétricos para promover comícios e manifestações em formato de bloco de carnaval. Foram para estados como Piauí, Bahia e Pernambuco o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), os deputados federais eleitos Lucas Pavanatto (PL-SP) e Mariana Carvalho (PL-MA) e o senador eleito Gustavo Gayer (PL-GO) .

VISUALIAÇÕES – De olho no eleitor de direita e no indeciso do Nordeste, Nikolas também gravou um vídeo em que moradores da região manifestam desilusão com o que chamam de “promessas não cumpridas” de Lula. Até a noite de terça (20), ou seja, em poucas horas, o vídeo teve 108 milhões de visualizações no Instagram e 6,6 milhões no X.

O coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro e senador pelo Rio Grande do Norte, Rogério Marinho (PL), vai a Mossoró (RN) para um ato de campanha. O Rio Grande do Norte é o único dos nove estados nordestinos que terá segundo turno na disputa pelo governo estadual, entre o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) e o ex-secretário de Fazenda Cadu de Lula (PT).

Lá, Lula obteve 59,75% dos votos válidos no primeiro turno, ante 34,77% de Flávio, uma diferença de aproximadamente 25 pontos percentuais, menos ampla que a registrada no Nordeste como um todo, que foi de 32 pontos percentuais.

Amigo de Flávio Bolsonaro pagou para retirar reportagens que ligavam advogado ao senador

Flávio tem 82% de chance de vencer, preveem especialistas internacionais

Pesquisa eleitoral📊 https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm1dlv13yql9o O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece quatro pontos à frente do atual presidente ... - YouTube

Quem chega a frente no primeiro turno sempre vence

Deu na BBC News

A revista britânica The Economist publicou uma reportagem na quarta-feira (21) na qual afirma que o segundo turno da eleição brasileira será provavelmente o mais acirrado desde a redemocratização do país.

A reportagem questiona em seu título: “Será que Lula, agora um azarão, ainda tem um última carta na manga”.

O texto afirma que “nenhum candidato que perdeu o primeiro turno conseguiu, até hoje, vencer o segundo”, mas diz que Lula “se recusa a ser derrotado”, mesmo tendo ficado atrás de Flávio Bolsonaro (PL) na votação do primeiro turno.

REVIRAVOLTA? – O senador aparece um ponto à frente do presidente nas intenções de voto para o segundo turno, de acordo com o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil. “Será que ele consegue, agora, protagonizar uma reviravolta?”, questiona a Economist.

A revista afirma que, desde a derrota “desastrosa” no primeiro turno, Lula tomou “medidas drásticas”, como apoiar a redução da maioridade penal para crimes graves, pressionar o Congresso para aprovar o fim da escala 6×1 e prometeu o perdão da dívida de pequenas empresas e transporte público gratuito nos finais de semana.

Além disso, a revista lembra que o governo Lula reajustou o valor do Bolsa Família e proibiu as apostas esportivas.

FLÁVIO REAGE – A Economist afirma que pesquisas de opinião sugerem que as medidas estão tendo algum efeito, mas ressalta que “os institutos de pesquisa no Brasil têm falhado repetidamente em captar com precisão o sentimento de direita, inclusive antes do primeiro turno, em 4 de outubro, quando as pesquisas apontavam Lula com vários pontos de vantagem”.

Segundo a revista, Flávio Bolsonaro está reagindo às medidas de Lula. “Ele acabou votando a favor da redução da jornada de trabalho, embora antes a tivesse criticado. Em um debate no dia 18 de outubro, ele alegou que a criminalidade havia disparado durante

o terceiro mandato de Lula (na verdade, ela caiu). Dos quatro candidatos de direita eliminados no primeiro turno —que, somados, obtiveram 8% dos votos—, três declararam apoio a Bolsonaro.”

FLÁVIO FAVORITO – A revista afirma que, apesar de as pesquisas mostrarem uma disputa acirrada, a consultoria especializada em previsões eleitorais Le Millénaire, baseada em Paris, estima em 82% a probabilidade de vitória de Flávio Bolsonaro.

A Economist diz também que a campanha de Flávio Bolsonaro gastou mais do que a de Lula para impulsionar seu conteúdo online.

“Antes do primeiro turno da eleição presidencial, a campanha de Bolsonaro gastou pelo menos US$ 2 milhões (cerca de R$ 10 milhões) para impulsionar seu conteúdo online. A campanha de Lula gastou pouco menos de US$ 500 mil (cerca de R$ 2,5 milhões), embora tenha distribuído muitos adesivos com o seu rosto”, diz a Economist.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
– Aqui no Brasil, usam as pesquisas para manipular os eleitores, mas sempre deixam altos furos em suas armações. Tudo indica que Flávio já pode mandar fazer o terno da posse. (C.N.)