
Fala de chefe do TST provoca reações políticas
José Maria Tomazela
Terra
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, dividiu os juízes trabalhistas em “azuis” e “vermelhos” durante discurso no encerramento de um evento da magistratura, na última sexta-feira, 1, em Brasília.
A declaração foi interpretada nas redes sociais como referência à polarização entre os defensores do governo do PT, que é simbolizado pela cor vermelha, e a oposição que, pelo contexto da fala, seriam os “azuis”. A reportagem entrou em contato com o presidente do TST, através de sua assessoria de imprensa, e aguarda retorno.
IMPACTO DA IA – Mello Filho falou durante o 22º Congresso Nacional da Magistratura do Trabalho (Conamat), que debateu o tema “Justiça do Trabalho independente para um mundo em transição: sustentabilidade, inteligência artificial e trabalho protegido”. O evento reuniu mais de 300 participantes para discutir o impacto da IA nas relações de trabalho e aprovar teses.
Vídeos divulgados em redes sociais mostram um trecho do discurso contendo a fala em que o presidente do TST se incluiu entre os “vermelhos” que estariam a serviço de uma “causa”. Os vídeos reproduzem apenas o trecho final do discurso de mais de 50 minutos, contendo a fala. A reportagem teve acesso à íntegra do discurso.
Mello Filho defende a justiça do Trabalho contra os que a consideram um “empecilho ao desenvolvimento sócio-econômico,” o que considerou um “terraplanismo jurídico.” Também defendeu os sindicatos e criticou a pejotização – empregado que abre empresa para continuar realizado o mesmo trabalho – que considerou “uma fraude”.
TRABALHO CONJUNTO – Foi nesse contexto que encerrou o discurso falando sobre as cores. “Não tem juiz azul nem vermelho. Sou do tempo em que todos nós, com os nossos diferentes pensamentos, trabalhamos para o desenvolvimento, fortalecimento e crescimento da Justiça do Trabalho.”
Em seguida reforçou: “Eu diria que não tem azul ou vermelho. Tem quem tem interesse, tem quem tem causa. Nós vermelhos temos causa, não temos interesse. E que fique bem claro isso para quem fica divulgando isso aqui no País”, afirma.
Ao complementar o enunciado, reafirmando que tem uma causa, que seria a defesa da instituição e das pessoas vulneráveis, Mello Filho é aplaudido pela plateia. “Nós temos uma causa (aplausos) e eles que se incomodem com a nossa causa, que nós vamos estar lá lutando o tempo todo na defesa da nossa instituição e das pessoas vulneráveis. E a Constituição nos dá poder para isso. Então não tenho preocupação com os azuis, mas com os vermelhos”, diz.
TEMAS SENSÍVEIS – Os painéis do congresso abordaram temas sensíveis, como a defesa do trabalho protegido e os impactos da precarização, da informalidade e das transformações tecnológicas sobre as relações do trabalho. Outro painel discutiu a crise climática e seus impactos diretos no mundo do trabalho.
Mello Filho assumiu o TST em setembro do ano passado. No discurso de posse, ele criticou as mudanças na legislação trabalhista feitas por governos anteriores, como as que limitariam o acesso à Justiça do Trabalho. “Não deveríamos ser artífices da retirada dos direitos daqueles que mais precisam deles, como também do acesso à justiça. Nosso papel não é legislar, e quem define os destinos de um país que se diz democrático é a Constituição Federal. Os valores constitucionais foram pré-estabelecidos por um pacto social e político que deve ser resguardado na sua inteireza.”
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Também defendeu os sindicatos e criticou a pejotização – empregado que abre empresa para continuar realizado o mesmo trabalho – que considerou “uma fraude”.
HA!HA!HA!HA!HA
jumento de duas patas….
Essa tú vai perder soçinha comuna psicopata
Sua cartilha comuna não vai conter o povão que quer se livrar da escravidão da tua CLT de mrda e teus Sindicatos do Crime..
Aliás, cadê teu cumpanhero de cartilha, o famoso Frei Chico…??
DIARREIA CEREBRAL AO QUADRADO !
Mais uma mula…
mais um degenerados moral seguidor de um vagabundo ladrão descondenado…com os dias “contados”…
“justiça do trabalho”…
seu tempo se foi…hoje os tempos são outros…novas idéias…etc..etc…
Ele tem uma bela cabeleira, mais negra que a asa da graúna.
É o poder vermelho.
Para não ficar no vermelho vou falar do verde.
Durante a guerra entre México e Estados Unidos, o povo mexicano chamavam os soldados americanos de gringos.
O termo se referia ao fato do uniforme americano ser verde então gritavam, “Green Go”, verdes, vão embora.
Daí surgiu a palavra gringo.